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Arquivo de setembro, 2009

29/09/2009 - 18:06

Inscrições para workshop com a Candoco encerram amanhã

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

 candoco

Posso atestar a seriedade e qualidade do trabalho da Candoco, companhia inglesa de dança mista, ou seja, uma companhia que congrega em seu elenco bailarinos profissionais com diferentes possibilidades de expressão corporal. Atesto porque estive ao lado deles num festival em Düsseldorf, em 2006, quando dancei em Via Sem Regra.

Eles chegam ao Brasil, nesse mês que inicia quinta-feira para apresentar duas novas coreografias de seu repertório – The Perfect Human, de Hofesh Scherchter, e Still, de Nigel Charnok – e realizar um workshop gratuito no Centro Cultural São Paulo (CCSP) graças ao ProAC (Programa de Ação Cultural) da Secretaria Estadual da Cultura de São Paulo e da Nestlé, quem patrocina a vinda da trupe com direito à tradução em libras, para a compreensão dos deficientes auditivos, e áudio-descrição, para os deficientes visuais

FICHA TÉCNICA

Patrocinador exclusivo: Fundação Nestlé

Realização: Doble Cultura + Social (Paula Manso e Gabriela Camargo)

Produção: Patricia Ceschi e Doble Cultura + Social (Paula Manso e Gabriela Camargo)

Agenciamento: Mina Cultural (Luciana Caminha e Carolina Rodrigues)

Apoio cultural: Secretaria Estadual de Cultura (PROAC), Teatro Alfa, Secretaria Municipal de Cultural, Centro Cultural São Paulo e Jornal O Estado de São Paulo

 Programação

Dias 03 e 04 de outubro – Workshops

Centro Cultural São Paulo – CCSP

Gratuito – mediante inscrição prévia por email

Inscrições: Até 30 de setembro, mediante envio de carta de interesse + linhas curriculares para o email: curadoriadanca@prefeitura.sp.gov.br

Horário: sábado e domingo, das 10h30 às 13h30- Sala de Ensaios 01  

Dia 06  de outubro – EI! Encontro de Improvisação

Centro Cultural São Paulo – CCSP

Aberto ao público

Horário: terça-feira, das 12h às 13h30 – Sala Adoniran Barbosa

 CLIQUE AQUI para ver a Galeria de Fotos da Candoco

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema Tags:
28/09/2009 - 06:49

Esse Tolentino do TAPA e suas crias incansáveis

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)  

 

Grupo Gattu apresenta <i>Doroteia</i>

Grupo Gattu apresenta Doroteia

 

Antes de ocupar-nos com as montagens de Doroteia , pelo Grupo Gattu. e de O Livro dos Monstros Guardados, pelo Núcleo Experimental, vale lembrar o quanto o teatro paulista deve, qualitativamente, ao diretor (carioca, pois é!) Eduardo Tolentino de Araújo, desde quando o Grupo TAPA (carioca, pois é!) por aqui aportou, sediando-se no Teatro Aliança Francesa.

Foram anos e anos de sucessivas montagens de grandes autores, nossos ou estrangeiros, obedecendo a um padrão estético rigoroso, que une a preocupação, digamos, apolínia do uso da cena, com decidido comprometimento social-político.

 Se boa parcela do público só tardiamente descobriu o TAPA, só agora lotando as platéias de qualquer canto da cidade, nós, da crítica, sempre estivemos atentos em reconhecer-lhe o mérito, cobrindo-o, em sua já longa trajetória, com incontáveis  troféus.

 A convivência de muitos jovens atores com os métodos conceptivos de Tolentino criou uma nova geração de diretores, conscientes, todos, da total entrega dos seus talentos para atingir a excelência do resultado. Basta lembrar os vigorosos espetáculos engendrados por André Garolli, Denise Weinberg e Brian Penido Ross, em diferentes grupos, aos quais juntam-se os nomes de Zé Henrique de Paula e Eloísa Vitz merecendo a atenção de todos, crítica e público.

      

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
28/09/2009 - 06:01

Novatos bem-sucedidos

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 Crítica de Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)

Silvanah Garcia dirige <i>Safo</i>, novo texto de Ivam Cabral

Silvanah Garcia dirige Safo, novo texto de Ivam Cabral

 

Quem costuma ir ao Espaço dos Satyros, certamente já viu Silvanah Santos em cena e agora poderá ver como encenadora. Sua estréia como diretora dá indícios de que tem jeito para essa atividade. Um aquário e um recepiente com areia branca são suficientes para alguns efeitos mágicos conseguidos também pela atriz Patrícia Vilela que apresenta excelente interpretação corporal.

É um espetáculo de 45 minutos (vapt vupt) apresentando texto de Ivam Cabral (a partir de Virginia Woolf e Marguerite Duras), com o título de Safo, que se apresenta às quintas-feiras, 21h30. Tem lá suas qualidades.

Mas o novato mais bem sucedido em cartaz é sem discussão Bertolt Brecht. Na Selva das Cidades foi uma de suas primeiras peças, escrita antes de sua conversão ao marxismo e, por isso mesmo, até desconsiderada pelo autor.

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Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
24/09/2009 - 23:15

A Crítica Teatral Jornalística: Qual Seu Papel?

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Michel Fernandes*, especial para o Jornal de Teatro (michel@aplausobrasil.com)

*Artigo escrito para a edição número 11 do Jornal de Teatro 

Sábato Magaldi, crítico e pesquisador de teatro

Sábato Magaldi, crítico e pesquisador de teatro

 

Na edição número 8 do Jornal de Teatro

, o editor Rodrigoh Bueno, registrou em seu editorial um justificado espanto com a conversa de alguns críticos de teatro, que estavam na mesma van que ele, num determinado festival de teatro. Segundo Rodrigoh, tais críticos não gostaram do espetáculo que tinham visto, mas teriam de “pegar leve” em seus textos, pois o espetáculo levava a assinatura de um “figurão”.

 

Deprimente saber que a autocensura dos que não têm coragem para assumir suas posições frente a uma peça – por medo de desagradar a alguém cuja carreira é coroada por sucessos ou aos artistas que, em sua trajetória, compilaram um exército de amigos influentes – exista e seja mais praticada do que sonha nossa vã filosofia.

 E, além dessa ideia equivocada e que atravanca a reflexão – absolutamente necessária – para os avanços estéticos de nosso teatro, há um grupo de pessoas que lidam, direta ou indiretamente com a crítica teatral, que abre concessões a espetáculos de iniciantes com a justificativa de que é preciso incentivá-los.

 Em artigo de Sábato Magaldi lemos que a crítica comete muitos erros de avaliação, mas são equívocos necessários para propagar a reflexão acerca dos novos fenômenos teatrais, ponto que vai de acordo com as ideias da dramaturga Marici Salomão, de que a crítica é uma das bases da percepção, discussão e difusão de novos caminhos das artes cênicas.

 Não quero com esse texto glorificar a atividade de crítico teatral, que exerço aqui no Aplauso Brasil, seria no mínimo pedante e pretensioso de minha parte, mas, antes, reconhecer a responsabilidade que carregamos ao assinar nossos artigos críticos e, por isso mesmo, nos entregarmos à dúvida, ao questionamento constante. Em lugar do autoritário “isso pode” e “isso não pode”, reconhecer que o teatro é território livre, em que quaisquer experimentações são possíveis e que, concordando ou discordando do fenômeno teatral que se critica, é necessário o embasamento teórico e de experiências, vividas ou apreendidas em leituras, para se tecer o texto que, aliás, nada deseja ser definitivo, mas, tão-somente, uma alavanca para a discussão sobre tal fenômeno, já que segundo diz o diretor inglês Peter Brook “o verdadeiro bom teatro só tem inicio ao cair do pano”.

 É preciso refletir sobretudo, “o que é?” e “para quem é dirigida?” a crítica teatral. É preciso diferenciar a crítica teatral dos materiais de divulgação de um espetáculo.

 PRIMEIROS PASSOS PARA UMA BOA CRÍTICA Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , , , , , , , , , , ,
24/09/2009 - 19:06

Maria Rita no Sons da Nova

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

mariaritasonsdanova

Filha de dois grandes nomes da MPB, ninguém menos que Elis Regina e César Camargo Mariano, Maria Rita é a convidada especial do projeto Sons da Nova, da Nova Brasil FM, rádio que traz em sua programação apenas músicas brasileiras, no mês de outubro. A cantora sobe ao palco do HSBC Brasil no próximo dia 21, como atração do projeto para o mês de outubro.

O repertório alegre traz cançoes do CD e DVD Samba Meu e transforma a cena em roda de samba. No repertório estão Tá Perdoado (popular tema da novela da TV Globo Duas Caras), O Homem Falou,  a faixa-título Samba Meu, além de sucessos dos outros álbuns (Maria Rita e Segundo) como A Festa e Conta Outra.

Amada por uns e odiada por outros, Maria Rita segue trajetória meteórica rumo ao apogeu e, como não podia ser diferente, tem personalidade forte, carisma e voz pra lá de afinada, o que a permite brincar com a voz tal qual fazia sua mãe. Mas isso não é cópia, é, pura e simplesmente, talento de uma fabulosa herança genética.

Sua primeira participação no Sons da Nova se deu em 2008 e, aqueles que como eu, se decepcionou so ouvir o CD Samba Meu, terão ideia do que é capaz uma interpretação esmerada com arranjos idem.

 

PROJETO SONS DA NOVA – MARIA RITA

Data| 21 de outubro

Horário| 21h30h

Local | HSBC Brasil

Endereço | Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo.

Couvert Artístico| R$60 a R$200

Classificação| 14 anos

Cartão de Crédito | Visa, Mastercard, Credicard e Diners

Cartão de Débito | Visa, Mastercard, Credicard e Diners

Acesso para deficientes | Possui

Estacionamento | Serviço de vallet no local

Vendas| Ingresso Rápido: 11. 4003-1212 ou www.ingressorapido.com.br

Bilheteria do HSBC Brasil: Atendimento de segunda a sábado das 12h às 22h; domingo e feriado das 12h às 20h.

 

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , , , , ,
24/09/2009 - 01:51

Peça ocupa Casarão do Belvedere

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Egnaldo Oliveira, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

 

Universo onírico é tema em <i>CineBelvedere</i>

Universo onírico é tema em CineBelvedere

 

A Cia. Bruta de Arte apresenta até o dia 25 de outubro o espetáculo Cine Belvedere. A peça, que ocupa o Casarão do Belvedere, na Bela Vista, marca a estréia da companhia como grupo independente, depois da experiência de quatro anos de seus atores no Núcleo Experimental do Satyros.

Cine Belvedere é resultado de um ano e meio de pesquisa sobre o universo onírico e os distúrbios do sono, coordenada por Roberto Audio (Teatro da Vertigem), que também dirige o espetáculo. Um antigo diretor de cinema sofre de uma doença rara que o impossibilita de dormir e conseqüentemente de sonhar, apropria-se de sonhos que não são seus e sonha pelos sonhos dos outros. Talvez para encontrar a si mesmo ou então descobrir que ele também é apenas um sonho de alguém.

 O público é conduzido pelas salas e áreas externas do casarão, onde acompanha diversos momentos da vida de uma família, cujas histórias foram preservadas através de um diário de sonhos. Como num filme, cada gesto e cada imagem, de realidade, sonho ou devaneio, ajudam a construir os arranjos e desarranjos dos personagens – dos pais às filhas, dos empregados às amantes do patriarca. Neste casarão vazio de móveis, nesta família cheia de vazios, o sonho pode ser a única realidade.

 

Sobre a Cia. Bruta de Arte

A Cia. Bruta de Arte surgiu em 2004, do coletivo de atores que durante três anos integrou o Núcleo Experimental dos Satyros (NES).  

De janeiro de 2005 a dezembro de 2007, realizaram três espetáculos baseados nas investigações dos universos de Nelson Rodrigues, Antonin Artaud e William Shakespeare.

O primeiro trabalho do grupo – Ensaio sobre Nelson (2004) – dirigido por Nora Toledo e Jarbas Capusso Filho e o trabalho seguinte – Rua Taylor nº 214 (2005) – dirigido por Alberto Guzik, foram concebidos a partir das pesquisas sobre a obra Rodrigueana. As peças fizeram temporada no Espaço dos Satyros I e, em 2005 – Rua Taylor nº 214, ganhou o prêmio de melhor espetáculo no Festival de Teatro de Sumaré/SP.

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Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags:
24/09/2009 - 00:31

Assista a um trecho de Café Müller e de A Sagração da Primavera

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<a href="“>Café Müller (1978)

 

A Sagração da Primavera (1975)

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Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags:
23/09/2009 - 18:10

Um grande artista atinge a eternidade em sua obra

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

Pina Bausch em <i>Café Müller</i> (1978)

Pina Bausch em Café Müller (1978)

 

Artistas são imortais? Nem todos, apenas aqueles cuja alma transborda em sensibilidade e, assim, deixam um rasto de magnitude que embevecem almas extemporâneas às criações artísticas que deixam como legado às futuras gerações. Com tal arrebatamento e certeza de que ,mesmo morta tão jovem (68 anos apenas), Pina Bausch permanecerá eterna em sua arte, ficamos ao assistirmos tão belo programa – Café Müller e A Sagração da Primavera – apresentado na Temporada de Dança 2009 do Teatro Alfa.

Há algo de muito interessante nessa dupla de espetáculos que compõem essas duas coreografias que nos são apresentadas, Café Müller, criação de 1978, para seis bailarinos, e A Sagração da Primavera, de 1975, dançada por 42 bailarinos.

Até mesmo por sua cenografia claustrofóbica (Rolf Borzik) – um café cinzento e repleto de cadeiras. Parece fechado há tempos e, portanto, empoeirado e abandonado -, Café Müller evoca um aspecto mais apurado teatralmente em sua concepção. Quando de sua criação, em 1978, Pina Bausch, entre outros temas, queria discutir a questão do afastamento que as pessoas se entregavam, sem, ao menos, saber por que usam os movimentos. E, assim, ela uniu seis bailarinos “presos” naquele café, exteriorizando em movimentos bastante discretos, isentos de coreografia evidente, obrigados a se aproximarem e a relacionar-se. A coreografia quase isenta, com uso de diversos símbolos representativos e as repetições que delineiam todo o seu trabalho, como tão bem explicita Ciane Fernandes em seu livro Pina Bausch e o Wuppertal Dança-Teatro, além dos espasmos evocados pelas sensações interiores que o âmago dos personagens, prenhes de lembranças de seus criadores originais, transpiram em movimentos nos bailarinos-intérpretes.

Já em A Sagração da Primavera, a atmosfera primitiva da lenda russa que inspirou Igor Stravinski a criar essa magnífica obra de força indiscutíveis, Pina coloca em cena, sobre um palco de lama que, aos poucos, mescla-se aos corpos dos 42 bailarinos, um ritual de oferenda ao deus da primavera que, em troca da imolação de uma aldeã, garante à aldeia farta colheita. Estamos diante de uma orquestra de corpos em movimentos eletrizantes a nos aproximar do mais primeiro estágio de nossos instintos. E um deles, nosso primeiro deles, o instinto vital, é negado a uma das jovens: para o bem da aldeia ela terá de morrer. E o conflito avoluma-se a partir daí. E somos encantados por esse ritual. Nos identificamos nessa busca pela sobrevivência e quando a luz se apaga no palco, outra se acende em nosso pensamento. E ela diz, bem alto. SIM, PINA É ETERNA!

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , ,
23/09/2009 - 13:45

Excesso de varetas

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TextoLivre de Saulo Krieger (saulo@aplausobrasil.com)

TEXTOLIVRE É O NOME DA SESSÃO DO APLAUSO BRASIL QUE TRAZ TEXTOS DE FICÇÃO.

Baseado em fatos reais. Aconteceu tudo:

 

gravido3É MENINO, DOUTOR? A SUA NAMORADA É. KKKKK Dá-lhe Bruna… Camila! kkk

 

Àquela manhã, na redação de um famoso jornal de província…

 

Então, Dona Kalcinéri… Realmente gostamos muito do seu currículo…

 Foi pra São Paulo aos 17 anos fugida de casa, pagou com seu corpitcho os taxistas daqui até lá, onde “lá chegando” fez muitos cursos…

 

— Sim… De massagem e de espiritismo, passando por metempsicose… Bom, nada demais… As pessoas aqui ficavam impressionadas “Kalcinéri… Hum, poderosa… Fazendo curso de espiritismo em São Paulo? Não mexe com ela! Perigosa!”

 — Trabalhou como modelo, tendo sido agenciada por uma agência com sede no Largo 13, uma tal de…

 — Fod’s Model…

 — Sim, Fod’s… E veja só… Até estrelou um filme!

 — Oh, Rebucerteiro!

 — Isso me parece nome… de pornochanchada…

 — Que que é isso, Sr. Valfredo… Eu sou uma mulher direeeeita!

 — Em absoluto, Dona Kalcinéri…

 

— Absoluto “sim” ou absoluto “não”?

 — Simplesmente absoluto! O que disso passar vem do maligno.

 

— Ah, bom…

 

— Jogou búzios no Viaduto do Chá, dançou em boate…

 

— Numa só: Luzes de Miami… Eu tava dura, sabe?

 

— Se inscreveu no Big Brother e não passou porque tinha mutreta… Acredito, tudo muito relevante… Enfim, a senhora só fez coisa boa… Dignificante… Acho que é a pessoa certa para esse trabalho!

 

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Autor: - Categoria(s): Colaboradores Tags: , , ,
22/09/2009 - 14:55

Cooperativa Paulista de Teatro comemora 30 anos e lança livro

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

 

Capa do livro de 30 anos da Cooperativa de Teatro

Capa do livro de 30 anos da Cooperativa de Teatro

 

Instituição apontada por muitos como exemplar, a Cooperativa Paulista de Teatro comemora suas três décadas como festival Teatro Nos Parques e o lançamento de um livro sobre seus 30 anos de atividades. Escrito por Alexandre Mate, Trinta anos da Cooperativa Paulista de Teatro: uma história de tantos (ou mais quantos, sempre juntos) trabalhadores fazedores de teatro, tem lançamento oficial nesta quarta (23), 19h30, no SESC Pinheiros.

 

 

As atrizes Bete Dorgam e Dani Biu serão as mestres de cerimônias do lançamento que, além do autor do livro, terá a presença dos atores Paulo Betti, Ney Piaccentini e Luiz Amorim, entre outros, além de performances da Nau de Ícaros, Caixa de Imagens e As Meninas do Conto.

CLIQUE AQUI para saber mais sobre o evento.

 

Trinta anos da Cooperativa Paulista de Teatro
Dia: 23/09 • Quarta, às 19h30
Local: Sala de Leitura, 2º andar.
Vagas: 200
Livre para todos os públicos
Retirada de ingressos pelo sistema INGRESSOSESC – em todas as unidades do SESC a partir do dia 1º de setembro.
Grátis.

 
SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195
Horário de funcionamento da Unidade – Terças a sextas, das 13 às 22 h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
Tel. para informações: 11 3095.9400
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS – Veículos, motos e bicicletas – Terças a sextas, das 7h às 22h; Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$0,50 – a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$7,00 as três primeiras horas e R$1,00 – a cada hora adicional. Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

 

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