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Arquivo de outubro 15th, 2009

15/10/2009 - 19:20

Zé Celso fala sobre Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!

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O diretor e autor do espetáculo do Oficia Uzyna Uzona explica o contexto histórico de Cacilda!!

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ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!! sáb. e dom., às 18h; até 22/11
Teatro Oficina (r. Jaceguai, 520, tel. 0/xx/11/3104-0678). R$ 40. Classificação: 16 anos

Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , , , , , , , , , ,
15/10/2009 - 17:35

A Rotina e Peri e Ceci

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)
 
 

 

 

 

 

Elisa Lucinda em solo intimista

Elisa Lucinda em solo intimista

 

Felizmente quem mora em São Paulo não fica restrito às produções locais. Mesmo em se tratando de montagens experimentais. É o caso de Parem de Falar Mal da Rotina, com Elisa Lucinda, que há alguns anos esteve passeando pelas cidades brasileiras, vinda do Rio e Janeiro, e apresentou-se no Teatro Augusta, com bastante sucesso. Agora re-estreou no Teatro Jaraguá.

A atriz e poetisa tem um carisma impressionante. Sua peça vale uma coleção de livros de auto-ajuda, principalmente por que é concebida com tanto humor, que quando não arranca risos arranca aplausos do público.

Além disso, a protagonista canta muito bem músicas de autores brasileiros de primeira linha. Elisa, no palco, parece em sua própria casa e mais conversa com a platéia, pede bolsa emprestada e tudo o mais, do que interpreta uma personagem que parece ser ela mesma.

 Os trajes com que se apresenta são de muito bom gosto e são assinados por Djalma Amaral. A sala, cenário criado por ela, funciona mais como decoração, pois quase tudo se passa na beira do palco, como um cochicho, uma fofoca. Parem de Falar Mal da Rotina passa a ser um conselho que todos adotam depois de assistirem a essa montagem, pelo menos aqueles que acordam de mau humor e destilando fel, ou ainda os que conservam uma cara fechada mesmo quando fazem elogios.

Elisa Lucinda é, sem dúvida, uma mulher de muitos talentos, que certamente será assistida com prazer por qualquer pessoa que vá ao teatro. É preferível sentar na frente porque às vezes se perdem algumas palavras, pois a atriz está mais acostumada à impostação de TV do que à do palco.

 Outro experimental interessante mais por causa do ator, Fernando Nitsch,… Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , ,
15/10/2009 - 00:30

Uma ode à História do Teatro Brasileiro

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (mihel@aplausobrasil.com)

 Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!

 

<i>Cacilda!!</i>

Cacilda!!

 

Antes deu mergulhar numa reflexão mais detalhada, já que Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!! é riquíssima em detalhes merecedores de extremo cuidado e carinho, quero convidar a todos os meus leitores para que corram ao Teatro Oficina e não percam essa ode onírica feita ao princípio da transição para o Moderno Teatro Brasileiro, pela ótica de uma atriz-símbolo da fase, Cacilda Becker, no início de sua carreira.

 

É uma peça cheia de metalinguagem,ou seja, além da inspiração acerca de dados biográficos da atriz, peças das quais participou ainda na fase amadora do teatro nacional, cenas imaginadas pelo autor e diretor José Celso Martinez Corrêa, Estrela Brazyleira a Vagar nos coloca no centro nervoso de quem vive as transformações do teatro, no coração que irriga os vasos sanguíneos do palco, uma atriz apaixonada por seu ofício, Cacilda Becker, interpretada com demasiado talento pela bela e jovem Ana Guilhermina.

Mesmo os que não têm referências sobre a trajetória evolutiva do teatro brasileiro, ou, como eu, tiveram formação histórica deficitária, também aqueles menos familiarizados com personagens de peças como Hamlet ou Otelo, ambas de Shakespeare, que contracenam com personagens reais, parte da vida cotidiana de Cacilda – caso de Bibi Ferreira, Raul Roulien, Sadi Cabral, Dulcina de Moraes, entre tantos outros –, tem, nas cinco horas e meia do espetáculo – 30 minutos de intervalo –, uma deliciosa incursão no modo de fazer teatro no Brasil antes de Ziembinski inaugurar, pelo menos oficialmente já que Renato Viana trabalhava com linha diversão do vigente nos palcos, a modernidade do teatro brasileiro com Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, em dezembro de 1943.

 

ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!! sáb. e dom., às 18h; até 22/11
Teatro Oficina (r. Jaceguai, 520, tel. 0/xx/11/3104-0678). R$ 40. Classificação: 16 anos

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