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Arquivo de dezembro 8th, 2009

08/12/2009 - 19:24

Maria Bethânia canta o amor e a devoção em SP

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

Show de Maria Bethânia no Caneção.Foto de Álvaro Riveros

Show de Maria Bethânia no Caneção.Foto de Álvaro Riveros

 

Vi pelo youtube o trecho em que Bethânia a razão para o título do novo show que fará apenas três apresentações em São Paulo – de quinta (10) a sábado (12) –, no Teatro Abril, encerrando a turnê de 2009. Amor, Festa, Devoção, nome do show que a diva santo-amarense divulga seus dois novos CDs – Encanteria e Tua –, são as três palavras que regem a vida centenária matriarca da família Veloso, dona Canô.

 

Os novos CDs são, o que já é lugar-comum, duas jóias que navegam na direção contrária da maré popularesca e seus refrões reproduzíveis até por papagaios. Em sua posição de resistir ao apelativo, Bethânia vai além do fácil e fugaz e, mesmo assim, alcança sucesso. Ela não se expõe na mídia e, ainda assim, ou talvez por isso mesmo, tem uma legião de admiradores que fazem questão de comprar seus CDs e ir aos shows.

Com estilo delicado e nostálgico, Maria Bethânia canta o amor em Tua com melancolia e poesia. As canções do trabalho têm letras ricas em sugestão de imagens melancólicas, de amor desejado, em seu conteúdo, e prosódia incomparável, no que respeita a sua forma.

Encanteria, o segundo CD, é a celebração da devoção, com canções de extrema beleza que passeiam por arranjos marcadamente representativos da musicalidade brasileira.

E o repertório dos CDs – Tua, Feita na Bahia, Ê Senhora, entre outras –, dividem o repertório com canções como Objeto Não Identificado, de seu “mano” Caetano em Amor, Festa, Devoção, cujo roteiro é assinado por Bethânia e Fauzi Arap (diretor de diversos shows da cantora), dirigido por Bia Lessa que, também, assina a cenografia, e com iluminação do diretor de fotografia Lauro Escorel.

Jaime Alem assina os arranjos (e também os violões, viola e guitarra), ao lado de Jorge Helder (baixo e violão), Carlos Cesar (bateria e percussão), Marco Lobo e Reginaldo Vargas (percussão) e Vitor Gonçalves (piano, acordeom e violão). Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , ,
08/12/2009 - 19:02

Bethania homenageia Dona Canô

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Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , ,
08/12/2009 - 16:48

Lama para limpar a alma

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Milton Ferreira Verderi, especial para o Aplauso Brasil

traj2Artaud quando usa o termo “crueldade” fala da crueldade metafísica. O teatro da crueldade a que se referiu é uma maneira de fazer uma crítica sobre a cultura do espetáculo. Artaud fala sempre de um teatro que não se confina num palco, mas que pode se realizar numa conferência, por exemplo, e que pode se metamorfosear em qualquer situação. Trata-se de re-elaborar o pensamento e quebrar uma linguagem formal. Normalmente, o discurso está sempre armado e falta a confrontação com o interno, onde o pensamento titubeia. Há uma crueldade nesse pensamento, na confrontação com o nascimento da linguagem. Nasce de uma atitude interior e de uma experiência também ligada ao interno. E é isso que vai transformar o que Artaud chama de vida. Uma atitude de desarmamento, uma maneira de se lançar ao desconhecido. Artaud vai negar a idéia de cultura enquanto produção, de consumo. Para ele, a cultura é uma questão social mais urgente. Assim, o artista fala a partir da dor de existir. Uma dor de fundo, este é o impulso metafísico. Crueldade e interrupção: com o automatizado, com o discurso pronto. O interromper para abrir-se para outro espaço. Mas antes do analisar, do racionalizar.

Traje de Banho Para Sujar, apresentado no final de novembro na cidade de Catanduva, segue a linha Artaudiana do princípio ao fim, com toques de Pina Bausch e elementos musicais onde temos s impressão de estarmos dentro de uma apresentação de composições de John Cage. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , ,
08/12/2009 - 00:51

Exclusivo: Os melhores do Teatro 2009 segundo a APCA

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ichel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

 

<i>Memórias da Cana</i< é eleito o MELHOR ESPETÁCULO de 2009 pela <i>APCA</i>

Memórias da CanaAPCA

Concordemos ou não com os artistas premiados por quaisquer comissões julgadoras, não podemos esquecer que para chegar aos que considera os mais destacáveis do ano em questão, um longo caminho de debates primados pela democracia são trilhados pelos membros da comissão, pelo menos este é o norte seguido pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Na categoria teatro, nós estabelecemos duas votações anteriores à principal, com o objetivo de não deixarmos esquecidas aquelas peças que estrearam no primeiro semestre. Assim sendo, votamos nos melhores, para a comissão – Afonso Gentil,Celso Curi, Edgard Olímpio, Evaristo, Luiz Fernando Ramos, Mauro Fernando, Maria Lúcia Candeias, Michel Fernandes e Paschoal XVIII -, de 2009 na Categoria Teatro

Seguem os escolhidos:

MELHOR AUTOR: Fábio Mendes (The Cachorro Manco Show)

MELHOR ATRIZ: Rosaly Papadopol (Hilda Hilst – O Espírito da Coisa)

MELHOR ATOR: Elias Andreato (Doido)

MELHOR DIRETOR: Márcio Aurélio (Anatomia Frozen)

MELHOR ESPETÁCULO:  Memória da Cana (Os Fofos Encenam)

PRÊMIO ESPECIAL a Oswaldo Mendes pela pesquisa e publicação de Bendito Maldito – Uma Biografia de Plínio Marcos

GRANDE PRÊMIO DA CRÍTICA para Charles Möeler e Cláudio Botelho pela contribuição ao Teatro Musical Brasileiro

 

E você, leitor, o que acha do resultado?

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