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Arquivo de fevereiro, 2010

26/02/2010 - 15:51

O Rei e Eu em superprodução dirigida por Jorge Takla

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Após temporadas bem-sucedidas de público e crítica com musicais como My Fair Lady e West Side Story, a Takla Produções apresenta pela primeira vez no Brasil o musical O Rei e Eu, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II (A Noviça Rebelde). Dirigido por Jorge Takla e com direção musical do maestro Jamil Maluf, O Rei e Eu estreia em São Paulo no próximo sábado (27), no Teatro Alfa e cumpre temporada até 08 de agosto, com sessões de quinta a domingo.

A montagem nacional chega com a versão assinada por Cláudio Botelho, o que já demonstra um traço qualitativo do espetáculo. Cabe ao ator Tuca Andrada o papel do Rei e a atriz Cláudia Netto o da professora de inglês, Anna. Ainda no elenco, estão a cantora lírica Luciana Bueno, interpretando Lady Thiang, mãe do príncipe herdeiro, Luciano Andrey, Bianca Tadini, Daniela Vega, Mauro Sousa, Ubiracy Brasil, Adalberto Halvez, Gustavo Lassen, Fábio Barreto, Newton Saiki, Daniel Paulin, Renan Cuisse e Júlio Oliveira, além de outros 50 atores, sendo 15 crianças, acompanhados por uma orquestra de 22 músicos, conduzidos por Jamil Maluf.

No palco, o Sião do século 19 inspira os dez cenários idealizados por Duda Arruk. O espetáculo conta ainda com 550 figurinos orientais e ocidentais de Fábio Namatame e o visagismo assinado pelo célebre maquiador Duda Molinos. Já Tânia Nardini, que assina a coreografia, viajou a Bangkok para pesquisa de danças, modos e costumes da Tailândia.  As coreografias de O Rei e Eu são,em sua maioria, inspiradas no original de Jerome Robbins. Leia mais »

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25/02/2010 - 11:20

Miriam Rinaldi dirige novo trabalho do Núcleo Caixa Preta

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Redação (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

DISSIDENTES, do francês Michel Vinaver

DISSIDENTES, do francês Michel Vinaver

Dirigidos pela atriz Miriam Rinaldi (Da Trilogia Bíblica do Teatro da Vertigem), o Núcleo Caixa Preta apresenta, a partir desta quinta-feira (25), 21h, o texto, inédito no Brasil, Dissidentes, do dramaturgo francês Michel Vinaver, um dos mais importantes dos atuantes da área no país.

A montagem mostra a vida cotidiana de uma mãe (Cácia Goulart, indicada ao Prêmio SHELL Melhor Atriz 2008 e 2003/SP por Bartleby e Navalha na Carne respectivamente) e Felipe (José Geraldo Rodrigues, do longa Linha de Passe), seu filho adolescente. Desquitada e abalada pela possibilidade iminente de desemprego, a personagem precisa adaptar-se ao fato de que será substituída por uma máquina. Em contraponto, seu filho vive a experiência do primeiro emprego e as dificuldades no trabalho duro em uma indústria de linha de montagem. Leia mais »

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24/02/2010 - 17:11

Musical Meu amigo Charlie Brown estreia em São Paulo

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

MEU AMIGO CHARLIE BROWN -CRÉD. FOTO Caio Gallucci

MEU AMIGO CHARLIE BROWN -CRÉD. FOTO Caio Gallucci

Um dos espetáculos musicais com maior número de montagens na história do teatro americano, You’re a Good Man, Charlie Brown, chega pela primeira vez aos palcos brasileiros com o título em português MEU AMIGO, CHARLIE BROWN. Trata-se de uma superprodução, baseada na célebre história em quadrinhos criada pelo desenhista Charles M. Schulz em 1950 e até hoje publicada em milhares de jornais de todo o mundo.

MEU AMIGO, CHARLIE BROWN tem estréia confirmada para 13 de março, sábado, às 16h, no Teatro Shopping Frei Caneca. O texto original de Charles M. Schulz foi traduzido e adaptado por Mariana Elisabetsky, com direção geral de Alonso Barros, cenografia de Chris Aysner e iluminação de Paulo César Medeiros. Os figurinos de Jô Resende são uma releitura da criação de Schulz para a vestimenta destas personagens que, até os dias de hoje, provocam encantamento em todo o público (Quem não lembra do cobertor de Linus?). A produção geral do espetáculo é de Ricco Antony. Em cena estará uma pequena orquestra com sete músicos, regida pelo diretor musical Marconi Araújo, que tocará a trilha que será interpretada no palco pelo elenco.

O elenco da adaptação brasileira é formado por Leandro Luna (Charlie Brown), Frederico Silveira (Snoopy), Mariana Elisabetsky (Sally Brown), Paula Capovilla (Lucy Van Pelt), Felipe Caczan (Schoeder) e Thiago Machado (Linus Van Pelt). Leia mais »

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24/02/2010 - 10:24

Texto de cultuado autor francês ganha os palcos do SESC Avenida Paulista

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Douglas Picchetti (aplausobrasil@aplausobrasi.com)

Espetáculo solo tem direção de Thierry Trémouroux,  tradução de Ângela Leite e texto do autor francês Valère Novarina

Espetáculo solo tem direção de Thierry Trémouroux, tradução de Ângela Leite e texto do autor francês Valère Novarina

Segunda parte do texto Discurso aos Animais, de Valère Novarina, um dos autores contemporâneos mais encenados na França, o espetáculo A Inquietude estreia hoje (24), às 21h, no Espaço Décimo Segundo Andar da Unidade Provisória Sesc Avenida Paulista. Sob direção de Thierry Trémouroux, a atriz Ana Kfouri interpreta Jean qui Cloche (João Mancada). Em uma paisagem lunar, o personagem conta suas aventuras para o público, por meio de suas lembranças e pensamentos, num jogo de palavras rítmico.

O espetáculo se desenvolve na fala poética e sonora de João Mancada, que em seu pequeno abrigo conversa com animais há dezoito anos. O personagem conta suas aventuras em um jogo de palavras, recheado de tensão, lirismo, raiva e tristeza. A partir daí a peça vai se desenrolando e, aos poucos, desenvolve uma interlocução com o público.

O cenário, de Desirée Bastos, é composto por bolas de luz espalhadas pelo palco e remete ao espaço lunar. O espaço acolhe o ator e o espectador e, ao longo do espetáculo, estreita o jogo entre eles. A partir de uma projeção, é exibida a cena de Ana Kfouri voando de asa delta. “É como se eu viesse do espaço”, diz a atriz que, em 2007, encenou parte inicial do texto, O Animal do Tempo, dirigida por Antonio Guedes.

A proposta de Valère Novarina é desafiadora e o autor apresenta uma produção textual particularmente sonora, musical e rítmica, explorando uma pluralidade de sentidos. Leia mais »

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23/02/2010 - 15:17

Hairspray a partir desta sexta-feira no Teatro Bradesco

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

HAIRSPRAY estreia sexta no Teatro Bradesco

HAIRSPRAY estreia sexta no Teatro Bradesco

O grito do carnaval 2010 fez a melodiosa canção Bom dia, Baltimore (Good morning, Baltimore), que abre o musical Hairspray, adiar uma semana sua performance. Mas, a partir desta sexta-feira (26), o clássico da Broadway, filmado e refilmado, cuja versão adaptada e dirigida por Miguel Falabella conquistou os cariocas, chega ao público paulistano, no Teatro Bradesco.

Para refrescar a memória, a última versão cinematográfica de Hairspray, originalmente um musical da Brosdway, teve o ator John Travolta na pele de Edna Turnblad, mãe da espevitada Tracy Turnblad, vividos no musical brasileiro pelos atores Edson Celulari e Simone Gutierrez, respectivamente.

Temas como a aceitação e boa convivência entre os fisicamente diferentes estão na pauta da superprodução que conta com 31 atores-bailarinos-cantores em cena, entre eles Arlete Salles e Danielle Winits, além de orquestra, ao vivo, de 11 músicos.

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Preparem o laquê: Hairspray estreia em São Paulo

Hairspray

Teatro Bradesco. Rua Turiaçu, 2.100. Telefone 3670-4141.

Quinta, às 21h. Sexta, às 21h30. Sábado, às 17h e 21h30. Domingo, às 18h.

Ingresso: de R$ 40 a R$ 70. Até 16/5.

1.457 lugares. 160 minutos. Livre.

www.hairspray.com.br.

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23/02/2010 - 13:59

Imperdível é pouco

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

festadefamilia_rSe você não assistiu ao filme Festa de Família, como é meu caso, vai enlouquecer ao assistir a peça que conserva o mesmo nome e está em cartaz no SESC Avenida Paulista, de sexta a domingo às 21h30h.

Pra começar o texto de Thomaz Vinterberg, Morgens Rukov e Bo Hr Hamsen é tão inteligente que deu vontade de fazer um curso sobre dramaturgia dinamarquesa, (claro que em língua acessível), pois os autores surpreendem.

Além deles é preciso dar os créditos a David Eldridge que se encarregou da adaptação teatral, assim como à tradução mais que fluente de José Almino. Leia mais »

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23/02/2010 - 01:45

Ensaios de Mulheres encerra o Festival de Comédia da Aventura Entretenimento

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Peça encerra FESTIVAL

Peça encerra FESTIVAL

Depois das apresentações de Surto na semana passada, o Festival de Comédia da Aventura Entretenimento traz desta vez, um clássico da comédia francesa. Trata-se de Ensaios de mulheres, texto de Jean Anouilh, que recebeu uma versão realizada pela Cia. Atores de Laura.

O enredo do texto de Anouilh apresenta uma orquestra decadente tocando numa estação de águas. Formada em sua maioria por mulheres, à exceção do pianista, as integrantes dessa orquestra representam alguns arquétipos femininos: a histérica, a lasciva, a dominadora, a submissa, a virgem e a homossexual. O sétimo integrante, um homem, representa o arquétipo masculino do homem impotente em meio ao universo feminino. Frágil, covarde, submisso, o pianista Osvaldo sucumbe inteiramente à força das mulheres e não passa de um joguete nas mãos das musicistas. Leia mais »

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19/02/2010 - 23:05

A Arte de Escutar em Porto Alegre

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

A peça estará dias 5, 6 e 7 de março no Theatro São Pedro

A peça estará dias 5, 6 e 7 de março no Theatro São Pedro

“… Escutar é mais que ouvir. É mais do que estar parada em frente a alguém dividindo o mesmo metro quadrado. Escuta-se por todas as células do corpo. Escuta-se com as mãos, com os olhos, com a respiração, escuta-se inclusive com os ouvidos… Uma postura escuta, um gesto escuta, a boca escuta. Há que se deixar apagar e se concentrar no outro. Há também que se eliminar quaisquer ruídos de interferência – como pensamentos que voam, telefones que tocam, vaidades que afloram, vontades de ir ao banheiro… Muitos dizem que a fala distingue o ser humano dos outros animais. Discordo. Saber escutar é o que nos dá humanidade.”

Um dos mais elogiados espetáculos cariocas dos últimos anos fará uma curta temporada em Porto Alegre, abrindo a programação teatral do Theatro São Pedro, nos próximos dias 5, 6 e 7 de Março. Falo de A arte de escutar que tem recebido diversos elogios da crítica e foi indicado aos prêmios Shell, APTR e Contigo de melhor texto dramático. Antes de Porto Alegre, o espetáculo se apresenta na Sala Martins Pena do Teatro Nacional nos dias 26, 27 e 28 de Fevereiro. Esta pequena turnê de A Arte de Escutar foi possível graças ao patrocínio da Petrobrás.

A peça mostra a história de uma “protagonista coadjuvante”, uma personagem dotada de um talento bastante peculiar e incomum nos dias de hoje. Por razões que a própria razão desconhece, esteja onde estiver, em qualquer lugar, hora ou situação, a “protagonista coadjuvante” atrai, involuntariamente, pessoas – conhecidas ou desconhecidas – e provoca curiosos efeitos colaterais. Todos reagem da mesma forma diante de sua presença: sentem uma coisa, um troço, uma comichão na língua, uma coceira na alma – sensações seguidas, imediatamente, de uma vontade incontrolável de contar suas histórias.

As reflexões da protagonista sobre o que é a arte de escutar e as revelações sobre a complexidade do ser humano vêm à tona em relatos de saborosos encontros onde ela escutou as aventuras e desventuras de seus semelhantes: uma senhora “sobrevivente” de Woodstock na fila de um banco; as confidências sombrias de um tio e uma tia numa noite de Natal; as peripécias sexuais de uma mulher numa academia de ginástica e a história de um homem atormentado no Metrô servem de fio condutor para o texto. Leia mais »

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18/02/2010 - 23:50

Uma tragédia particularmente pública

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

<i>Piedade</i> celebra dez anos da <i>Cia. Bendita Trupe</i>

Piedade celebra dez anos da Cia. Bendita Trupe

Há uma invasão intolerável de alguns veículos de comunicação na vida privada de pessoas públicas. É um paradoxo intrigante. Provavelmente, a tragédia que envolveu o triângulo Anna da Cunha – Euclides da Cunha – Dilermando de Assis seria alvo das capas das principais revistas de fofoca.  Ainda bem que escaparam dessas miudezas fúteis. A “Tragédia da Piedade” serviu como fonte de inspiração ao delicado espetáculo Piedade, escrito por Antonio Rogério Toscano e dirigido por Johana Albuquerque, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo, de quarta-feira a domingo.

Tudo começa pelo final. Morto, Euclides da Cunha narra os momentos que antecederam o crime, fatos como a ciência do adultério, o infanticídio cometido – pois não deixou Anna amamentar um bebê que sabia ser filho de Dilermando –, a ausência pelo excesso de trabalho, os ciúmes, entre outros, são temas evocados por sua memória, num jogo delicado em que se mesclam a narrativa e o diálogo de forma saborosa e bem-sucedida.

Não se trata de mera reconstrução de fatos, tampouco de julgamento post-mortem ou um olhar especulativo e moralista sobre fatos reais. Toscano conseguiu colocar em discussão o amor, a fragilidade feminina numa sociedade liderada por homens, a confusão entre os sentimentos de amor e posse, enfim, o foco do autor é provocar a reflexão do hoje diante do ontem que se afigura bastante atual. Leia mais »

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17/02/2010 - 16:26

Cachorro Morto propõe a aceitação das minorias sem moralismo

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Kiko Rieser, especial para o Aplauso Brasil (kikorieser@gmail.com)

CACHORRO MORTO é ótima dica no Espaço Vitrine do Teatro Imprensa

CACHORRO MORTO é ótima dica no Espaço Vitrine do Teatro Imprensa

Talvez por ser a arte uma expressão de pessoas inquietas, que se diferenciam da massa informe conformista e apascentada, ela é conhecida por proporcionar ambientes plurais, onde cabem todos e as minorias são abrigadas com certa naturalidade. Provavelmente pelos mesmos motivos, é comum o tema do preconceito voltar à baila em obras de diferentes linguagens.

O teatro, especial ambiente intimista e quase sempre muito diverso no que diz respeito a seus freqüentadores, costuma ser uma das artes que mais se dedicam a este assunto. Porém, essa moral da contemporaneidade, que prega a aceitação irrestrita das pessoas e a tolerância como valor de face da civilidade, ainda vem, muitas vezes, mal disfarçada em peças que se pretendem exemplares. Embora combatendo a moral arcaica, dos ditos conservadores, acaba sendo tratada à moda antiga, ou seja, pela narrativa teatral.

Cachorro morto, espetáculo escrito e dirigido por Leonardo Moreira, trata da Síndrome de Asperger, similar ao autismo e geradora de muitos preconceitos para seus portadores. Mostra, porém, habilidades e limitações de um portador da Síndrome, sem se preocupar em divulgar uma tese ou em passar uma lição, discutindo o tema sem transmitir conclusões já mastigadas ao público. Leia mais »

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