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Arquivo de fevereiro 17th, 2010

17/02/2010 - 16:26

Cachorro Morto propõe a aceitação das minorias sem moralismo

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Kiko Rieser, especial para o Aplauso Brasil (kikorieser@gmail.com)

CACHORRO MORTO é ótima dica no Espaço Vitrine do Teatro Imprensa

CACHORRO MORTO é ótima dica no Espaço Vitrine do Teatro Imprensa

Talvez por ser a arte uma expressão de pessoas inquietas, que se diferenciam da massa informe conformista e apascentada, ela é conhecida por proporcionar ambientes plurais, onde cabem todos e as minorias são abrigadas com certa naturalidade. Provavelmente pelos mesmos motivos, é comum o tema do preconceito voltar à baila em obras de diferentes linguagens.

O teatro, especial ambiente intimista e quase sempre muito diverso no que diz respeito a seus freqüentadores, costuma ser uma das artes que mais se dedicam a este assunto. Porém, essa moral da contemporaneidade, que prega a aceitação irrestrita das pessoas e a tolerância como valor de face da civilidade, ainda vem, muitas vezes, mal disfarçada em peças que se pretendem exemplares. Embora combatendo a moral arcaica, dos ditos conservadores, acaba sendo tratada à moda antiga, ou seja, pela narrativa teatral.

Cachorro morto, espetáculo escrito e dirigido por Leonardo Moreira, trata da Síndrome de Asperger, similar ao autismo e geradora de muitos preconceitos para seus portadores. Mostra, porém, habilidades e limitações de um portador da Síndrome, sem se preocupar em divulgar uma tese ou em passar uma lição, discutindo o tema sem transmitir conclusões já mastigadas ao público. Leia mais »

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17/02/2010 - 15:05

Grande estreia!!!!!!!!

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

Lúcia Veríssimo e Raphael Viana em USUFRUTO

Lúcia Veríssimo e Raphael Viana em USUFRUTO

Será que Usufruto é mesmo a primeira peça que Lúcia Veríssimo escreveu? Fui até olhar se ela é filha dos Veríssimos do Rio Grande do Sul (Érico ou Luiz Fernando), mas não, ela nasceu no Rio de Janeiro (pai paraibano). Sua competência como dramaturga estreante provavelmente se alicerça na sua enorme experiência como atriz de teatro, cinema e TV.  É surpreendente!

Tudo se passa no interior de um apartamento ainda acabando de ser construído e que já tem dois compradores interessados: uma mulher (a própria autora) e um homem em vias de casar-se (Raphael Viana). Além do conflito imobiliário, passam a discutir posturas de vida e experiências amorosas, num papo de uma atualidade não muito comum em nossos palcos. É imperdível. Leia mais »

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