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Arquivo de junho 28th, 2010

28/06/2010 - 14:01

Alberto Guzik escreveu sobre os 50 anos do Teatro Oficina

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O queridíssimo Alberto Guzik

Tive a honra de contar com a participação de Alberto Guzik nos primórdios do Aplauso Brasil, e, numa humilde homenagem de quem admira e se desespera com a impressão de que podia fazer mais, re-publico o que, considero uma pérola, dentre tantas que produziu, em que escreveu sobre os 50 anos do Teatro Oficina. Evoé, Alberto!

Zé Celso: Trajetória de coerências e inquietações

Alberto Guzik, especial para o Aplauso Brasil

Ver os trabalhos de Zé Celso Martinez Correa tem sido para mim, como para muitos outros espectadores, ao longo dos últimos quarenta e tantos anos, um caminho de aprendizado traçado na coerência.

O projeto que, desde sua criação – em fins dos anos 1950 – na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, vem sendo executado pelo teatro Oficina e por seu mentor, Zé Celso (José Celso Martinez Corrêa), impressiona pela organicidade que extrai da diversidade. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , ,
28/06/2010 - 01:34

Luiz Valcazaras e o corte seco de Plínio Marcos com Boca de Baco

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"Navalha na Carne" - Crédito: Milton Dória/ Divulgação

Desafio apresentar um texto como Navalha na Carne (1967), do consagrado santista Plínio Marcos, com tantas montagens já feitas e cheia de predicados, mas o espetáculo dirigido por Luiz Vacazaras que marca os 20 anos do grupo londrinense Boca de Baco, traz o frescor de lâmina precisa que dá corte seco em seu alvo.

A trama do triângulo que coloca os personagens hora no papel de opressor hora de oprimido, ganha uma concepção com ritmo acelerado, em que a ação alcança o clima, ao mesmo tempo, claustrofóbico, violento e miserável em que os personagens estão imersos.

Ao ambientar o quarto da prostituta Neusa Sueli numa espécie de desmanche de carros, Valcazaras atualiza simbolicamente o espaço, elevando o espaço além das características realistas. Um desmanche é um lugar marginal por excelência, cenário perfeito para o embate entre Vado, Neusa e Veludo.

A direção de atores segue a linha concisa, econômica do espetáculo, sem cores carregadas tingindo as emoções, o que evita o maniqueísmo das personagens. Leia mais »

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