Publicidade

Publicidade

Arquivo de julho, 2010

28/07/2010 - 20:57

Triângulo separando amigos

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

É muito comum casais que se dissolvem e acabam se juntando a amigos e amigas dos antigos companheiros. É esse o assunto de Olhe Pra Trás Com Raiva (Look Back in Anger), de John Osbourne, escrito na década de 1950, pra ver como o tema é antigo.

O autor foi o primeiro entre os ingleses a escrever textos nos quais os personagens não pertenciam à nobreza e à classe AA, mas são burgueses. Esse feito tornou-o o precursor do teatro moderno inglês da época subseqüente, que foi apelidado pela crítica local de The Angry Young Men, grupo do qual o participante mais famoso foi Harold Pinter.  Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags:
27/07/2010 - 21:56

Estreia peça inédita de Gilberto Amêndola

Compartilhe: Twitter

Redação do Aplauso Brasil 

Novo espetáculo da Encena

A Peça é Comédia?

, de Gilberto Amendola, em montagem da Cia de Teatro Encena, dirigida por Orias Elias, estreia nesta sexta-feira (30), na sala Experimental, do Teatro Augusta.

O que acontece quando o imponderável decide “derrubar” uma peça de teatro? Como seria uma noite de estréia em que tudo (mas tudo mesmo) dá errado e se transforma em um gigantesco desastre? O que acontece antes e depois de um espetáculo? Como são os ensaios? E quando o pano cai? O que acontece no camarim? 

A peça se propõe  levar a público o que move atores nessa luta árdua que é montar, na raça, uma peça de teatro nos dias de hoje. E isso desde o momento em que se escolhe um texto até a sua noite de estréia. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags:
24/07/2010 - 10:37

Um Shakespeare de bem dosada contemporaneidade

Compartilhe: Twitter

Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil

Antes de ocupar-nos das agradáveis surpresas proporcionadas pelo diretor Val Pires, à testa de Medida Por Medida, de Shakespeare, atual montagem do Galpão do  Folias, algumas reflexões sobre a ala do teatro alternativo paulistano, auto denominada “radical”.  Com a ressalva de nossa parte de não sermos contra tal atividade, mas das  grandes deformidades em conseqüência.

Hoje em dia, está cada vez mais penoso ao espectador  assíduo de teatro assistir às investidas pretensamente modernas de certos “coletivos” em ação. Com o agravante de  um setor da crítica enquadrá-las  distraidamente (para dizer o menos, já que a crítica tem o compromisso de formadora de opinião) no pódio do “teatro do futuro”, ai de nós!

Pois está comprovado que, por via de regra,  o resultado do radicalismo formal adepto do “aqui  agora”, “nós é que sabemos das coisas”, só faz reproduzir maneirismos estéticos que ao longo do século XX tiveram  o  mesmo e merecido fim: a morte na 3ª. ou 4ª. braçada! Por que, como bem diz Luiz Carlos Merten,  o mais arguto crítico de cinema que temos a sorte de ter por perto, “nada sobrevive a uma história mal contada”.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

                                    O FOLIAS SAI DO SUFOCO

Decididamente as três últimas montagens do Folias na sua sede à Rua Ana Cintra, após o vigoroso e de contundente poesia Querô, despertaram mais profundas decepções que uns parcos elogios. Faltou “química”, como se costuma dizer no jargão teatral. Lamentável,  quando se sabe o quanto seu líder, Marco Antonio Rodrigues, costuma fazer render um elenco de tão invejável nível à sua disposição.

O primeiro trunfo do já veterano ator do Folias, Val Pires, sempre comprometido com o ideal político reivindicador do Grupo,  foi eleger  a tradução/adaptação de Fábio Brandi Torres que levou as palavras de Shakespeare às delicias de uma contemporaneidade bem  enquadrada e  bem educada, apesar da ação  carregada de tosco erotismo. Diz Fabio no programa :“afinal, se um diálogo não cabe na boca de um ator, também não vai caber no ouvido da platéia”, com resultado nota 10!

Por sua vez, Val, novato na função, mas não nos segredos do palco, revelou uma sensibilidade em sintonia com o humor inglês, extraindo  com freqüência o riso da platéia, com ótimo timing de comédia. A atemporalidade é jogada com eficiência nos desempenhos, nos figurinos e no cenário (este mais fiel à época), dando uma lição aos “xiitas” lá de  trás.

Apesar da displicência do programa da peça, omitindo a relação personagens-intérpretes, não podemos deixar passar em branco a boa impressão causada pela dupla que faz o Duque e Lúcio, tratada clownescamente, com elegância … à inglesa!

Você quer aprimorar prazerosamente sua cultura teatral? Medida por Medida é o seu endereço.

 MEDIDA POR MEDIDA/ Galpão do Folias/ Rua Ana  Cintra, 213/ 96 lugares/ fone 3361-2223/ estacionamento ao lado/ Metrô Santa Cecília/ 5ª. a sábado às 21h, domingo 2Oh/ R$ 30,00/14 anos/ 100 minutos/ até 26-9.

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: ,
23/07/2010 - 18:10

Artigo: Algumas considerações sobre o FIT 2010

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"Las Julietas" com entrada gratuita

Começo este artigo declarando sua parcialidade. Primeiro por que acompanhei apenas os primeiros quatro dias do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto e, mesmo assim, precisei escolher entre esse ou aquele espetáculo, vez que a programação cresceu. Sem dúvidas, o conceito do FIT 2010, A Conquista da Singularidade, permeou todo o festival. Para o bem e para o mal.

Como comentado em Abertura do FIT 2010 celebra a arte do palco, o espetáculo Antes, da Armazém Cia. de Teatro, realizou singela ode ao teatro, clareando, com citação de A Tempestade,de Shakespeare, que diz: “somos feitos da matéria dos sonhos”, clara alusão àqueles que se dedicam às artes. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Dança, Música e Cinema Tags:
23/07/2010 - 01:42

Hélio Cícero e Samir Yazbek estreiam nova peça

Compartilhe: Twitter

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"As Folhas do Cedro" -HelioCicero,GabrielaFlores -foto de FernandoStankuns

Nesta sexta-feira (23), 21h, no Teatro do SESC Vila Mariana, estreia o novo espetáculo da Companhia Teatral Arnesto nos Convidou, As Folhas do Cedro, com texto e direção de Samir Yazbek(O Fingidor, A Entrevista, A Máscara do Imperador, entre outras) e, firmando antiga parceria, com o ator Hélio Cícero na pele do patriarca da trama.

Narrada pela filha de um casal de imigrantes libaneses no Amazonas, ela revisita suas origens quando, na década de 1970, período marcado pelos anos sinistros da ditadura militar, em busca de sua própria identidade. Sua mãe fora buscar o marido que trabalhava como empreiteiro de obras na construção da estrada Transamazônica, durante a ditadura militar.

Por meio de sua memória e imaginação, procura desvendar Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , ,
21/07/2010 - 18:47

Peça de Bosco Brasil traz um silêncio que dói e encanta

Compartilhe: Twitter

Ruy Jobim Neto, especial para o Aplauso Brasil

Marcelo Escorel e Janaína Ávila em "Blitz"

Em dezembro do ano passado, quando Janaina Ávila mandou um e-mail contando que tinha ganhado o Eletrobrás 2009, um projeto de 250 mil reais, não pôde haver festa melhor do que esperar pela montagem desse belo exemplar da dramaturgia de Bosco Brasil, autor do premiado Novas Diretrizes em Tempos de Paz. Trata-se da dolorida e encantadora Blitz, com direção precisa de Ivan Sugahara, tendo no elenco a batalhadora atriz e produtora Janaina Ávila e o “especialista” no teatro de Bosco, Marcelo Escorel.

A montagem é capitaneada por Janaina que, visando estrear o espetáculo, acumulou as gravações dos capítulos da já encerrada novela Tempos Modernos, no horário das 19h, onde ela interpretava a gótica-chique Milena Morgado, para então levar aos palcos do Laura Alvim, em Ipanema, a primeira temporada de Blitz. Agora é o Centro Cultural São Paulo quem recebe, até o dia 15 de agosto, esta tocante história de um casal que se espreme e se exprime através de seus medos mais profundos e de suas dores que desabam nos silêncios mais aterradores de suas almas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , ,
20/07/2010 - 16:06

Gypsy chega a São Paulo

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Totia Meirelles vive Mamma Rose de GYPSY, considerado o mais complexo personagem de musicais

Trazendo na bagagem sucesso de crítica, público e três indicações para o Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro, o musical Gypsy, assinado pela dupla Möeller e Botelho, chega à capital de São Paulo, no Teatro Alfa, nesta sexta-feira (23).

Clássico da Broadway, escrito por Arthur Laurents, o espetáculo narra a história de Louise (Adriana Garambone) desde sua infância até tornar-se a stripper Gypsy Rose Lee.

Mamma Rose (Totia Meirelles, indicada como Melhor Atriz no Prêmio Shell pelo trabalho) é a típica mãe que deseja fazer das filhas estrelas do show business. Viaja com as filhas para apresentações aos shows de variedades em busca do sucesso. O problema é que o gênero está em franca decadência. Nas suas andanças, Mamma conhece Herbie (Eduardo Galvão) que, além de seu amante, torna-se uma espécie de empresário que, também, não consegue emplacar a dupla. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , ,
20/07/2010 - 15:18

Assista vídeo de Gypsy

Compartilhe: Twitter

Vedetes em Gypsy
<a href="“>
Estreia dia 23 de julho

Temporada de 23 de julho a 17 de outubro

Quintas, às 21h
Sextas, às 21h30
Sábados, às 20h
Domingos, às 17h

Teatro Alfa
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro

Ingressos

Quintas e sextas:

Setor Vip: R$ 120

Setor I: R$ 100

Setor II: R$ 80

Setor III: 60

Sábados e domingos:

Setor Vip: R$ 140

Setor I: R$ 120

Setor II: R$ 100

Setor III: 80

Ingressos à venda:

Diretamente na bilheteria:

De domingo a quarta, de 11h às 19h. Quinta, de 11h às 21h. Sextas, de 11h às 21h30. Sábados, de 11h às 20h. 0

Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club.

Pelo telefone da bilheteria:

(11) 5693-4000 ou 0300 789 3377

Obs: Em dias de espetáculos, a venda é realizada até uma hora antes do início dos mesmos. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo.

* Cobrança de taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido por esse telefone.

Em domicílio:

www.ingressorapido.com ou pelo telefone: 4003-1212

Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club, Aura, HiperCard.

Sujeito à taxa de conveniência e de entrega.

Duração: 150 minutos (com intervalo)
Classificação etária: 10 anos

Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , , ,
16/07/2010 - 18:23

Abertura do FIT 2010 celebra a arte do palco

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Simone Mazzer em "Antes"

Mais de cinco mil pessoas estiveram ontem no auditório da represa municipal – que fica ao ar livre – para assistir Antes, da Armazém Cia. de Teatro, espetáculo produzido exclusivamente para a edição 2010 do FIT – Festival Internacional de São José do Rio Preto. Poético, sem negar a cruel realidade contemporânea, o espetáculo juntou uma multidão para celebrar a arte do palco.

Escrito por Maurício Arruda de Mendonça e Paulo Moraes (que também assina a direção),  Antes trata de um inusitado encontro entre pessoas em fuga das águas que caem em determinada cidade (claro que somos levados a associar o fato aos danos sofridos pelos cariocas – a trupe tem sede no Rio de Janeiro – com as torrenciais chuvas que os atacaram sem dó) e os fantasmas que habitam o velho teatro abandonado, cenário do encontro.

No enredo estão desde discussões sobre a relação entre o homem e a mulher, o uso desvirtuado das palavras (o monólogo em que Patricia Selonk fala que a publicidade estuprou as palavras e de como  o discurso dos políticos é a antítese do que realmente fazem é impagável), auto-avaliações sobre o fazer artístico, vida e morte, entre outros, utilizando recursos cênico-visuais surpreendentes como as diversas dimenções utilizadas para tratar de assuntos corriqueiros – em uma cena, por exemplo, os atores sobem pelas paredes alcançando o topo do cenário, como se fosse uma representação imagética de que a relação chegou a seu estopim;  noutra, Simone Mazzer canta lindamente etc.  

Assim, Antes se adequou plenamente ao conceito do festival,  A Conquista da Singularidade.

*Michel Fernandes viajou a convite do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Matérias Tags: , ,
16/07/2010 - 13:40

Quando a tecnologia é a estrela da peça

Compartilhe: Twitter

Por Fernanda Teixeira do FIT 2010
 

Peça de cia. canadense explora experiência sensorial

Destaque do Festival Internacional de Teatro de Rio Preto, o espetáculo  Os Cegos – Fantasmagorias Tecnológicas, do canadense Denis Marleau, da Ube Cie Theatre, com aprentação no dia 22, às 17h, traz um fato inusitado: não tem atores em cena.

 Assim, utiliza efeitos tecnológicos, com projeções dos personagens no palco. O espectador permanece na escuridão, em uma experiência singular e pode experimentar os sentimentos vividos pelos personagens. A platéia, formada por 72 espectadores, fica acomodada numa caixa preta em cima do palco. Parceria do SESC-SP com secretaria de Cultura de Rio Preto, o evento faz 10 anos agora em 2010.

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , ,
Voltar ao topo