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Arquivo de novembro 10th, 2010

10/11/2010 - 14:58

Peça celebra centenário de Akira Kurosawa

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Qual das 4 versões é a mais verdadeira?

No ano em que se celebra o centenário do cineasta Akira Kurosawa, a Cia. Os Tios apresenta o espetáculo “Nem tudo é verdade Dentro do Bosque à Noite”, inspirado no filme “Rashomon” (1950), uma das obras-primas do mestre do cinema japonês. Dirigida por Paulo de Moraes, a peça está em cartaz às quartas e quintas-feiras, às 21h, no Teatro Bella.

Assim como para o filme de Kurosawa, o conto de Ryunosuke Akutagawa (1892–1927), considerado o “pai do conto japonês”, serviu de base para Armando Liguori Jr. urdir a trama: um casal entra num bosque e presencia um assassinato. Quatro versões do crime, a partir do ponto de vista de cada um dos personagens, é narrada.

“Kurosawa sugere que é impossível obter a verdade sobre um evento quando há conflitos de pontos de vista. Na montagem da Cia Os Tios, o público é convidado a refletir sobre o que é fato e o que é versão”, comenta Paulo de Moraes. Leia mais »

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10/11/2010 - 00:46

Que teatrinho lindo!!!!!!!!!!

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Senhorita Júlia", às quintas, no Estação Caneca

Não deixe de conhecer o  Estação Caneca. Um espaço cênico pequeno precedido de um café maravilhoso. Tudo apresentado com enorme capricho. O Estação quase fica na esquina da Frei Caneca com a rua Paim, alguns metros depois do Shopping. Conta com estacionamento 24 horas ao lado, com o qual é conveniado, e por isso, cada carro paga oito reais por 3 horas, se não quiser deixar na rua.  O café que funciona também como sala de espera serve ótimos petiscos.

Fui conhecer e assistir “Senhorita Júlia”, do sueco August Strindberg, um de seus textos considerados naturalistas.

Gostei muitíssimo dos atores oriundos do interior de São Paulo: Juliana Calligaris, Liz Nunes e Marcelo Bosso.

Na minha opinião, assistir a um texto de Strindberg é, em geral, um grande prazer.

Só não gostei da opção da direção em ater-se somente à luta de classes, pois se se trata de um romance entre patroa e empregado, também há outras interpretações possíveis. De todo modo, o encenador, Antonio Ginco, faz essa interpretação com grande precisão. Leia mais »

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