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13/01/2011 - 20:23

Pedro Brício coloca relação e o gênero musical em xeque

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

'Me Salve, Musical', foto de Daniela Dacorso

É preciso que fique claro: Pedro Brício, autor e diretor de Me Salve, Musical, que estreia hoje no Oi Futuro Flamengo (RJ), não se ocupa de uma crítica que detrata o gênero musical. Antes, pretende refletir sobre as possibilidades do gênero por meio da metalinguagem, ou seja, utilizando um casal de artistas, de gêneros diferentes, em crise conjugal.

O elenco da Zeppelin Cia, de A Incrível Confeitaria do Senhor Pellica e Cine-teatro Limite, coloca em cena a rocambolesca história de George Simmas (Gustavo Gasparini) e Alma Duran (Susana Ribeiro), ele um diretor de musicais em seu apogeu – carismático, egocêntrico, competitivo e mulherengo e plagiador, elauma atriz dramática cuja bem-sucedida e inesquecível interpretação da heroína trágica Medeia a deixou afastada dos palcos por três anos – devido ao estigma da atuação da personagem -, os dois rumo a Nova Iorque. Ele para conferir – e, por que não, plagiar boas ideias – a nova temporada de musicais. Ela na tentativa de salvar o casamento.

Já no aeroporto, os dois são surpreendidos com a noticia de uma epidemia de um misterioso, cujos sintomas – primeiramente, o infectado começa a esquecer todos os

'Me Salve, Musical', foto de Daniela Dacorso

problemas pessoais; depois, ele é tomado por uma felicidade inexplicável para logo em seguida começa a cantar, sem conseguir parar – leva Alma a acusar George de ser o transmissor do que chama “o vírus do musical”.

Para Pedro Brício, “o espetáculo é como um musical que fracassa, porque o caos interfere nos sonhos de felicidade. Porque os personagens não cantam e nem dançam muito bem, porque rompantes trágicos parecem invadir a cena e a trama é contaminada pelo absurdo. E é nesse fracasso que o espetáculo se constrói”. Ao lado de George e Alma, uma aeromoça (Isabel Cavalcanti), e ex- amante de George, em eterno jet-leg; um psicanalista (Fernando Alves Pinto) apaixonado por Alma; um empresário latino (Celso André), que escreveu o livro “Como influenciar as pessoas sem que elas percebam”; uma garota dark prodígio (Keli Freitas); e uma funcionária da Cia aérea (Juliana Medella), acabam vivendo os mesmo conflitos.

De acordo com autor e diretor, “em Me Salve, Musical! queremos desenvolver uma linguagem onde o musical, a comédia e rompantes de tragédia possam coexistir”.

FICHA TÉCNICA

Direção e texto: Pedro Bricio

Elenco: Gustavo Gasparani, Susana Ribeiro, Fernando Alves Pinto, Isabel Cavalcanti, Celso André, Keli Freitas e Juliana Medella.

Direção de arte : Rui Cortez

Iluminação: Tomás Ribas

Música original e direção musical : Lucas Marcier ,Fabiano Krieger , Felipe Rocha

Canções: Felipe Rocha

Preparação Corporal: Cristina Moura

Assistente de direção: Rafael Leal

Programação Visual: Alcino Giandinoto

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Assistente de Assessoria de Imprensa: Bruna Amorim

Direção de produção: Fábrica de Eventos / Claudia Marques

Produção Executiva: Leila Moreno

Assistente de produção: Ana Carolina Oliveira

Uma co-produção: Fábrica de Eventos  e  Sábado Produções Artísticas

Realização : C ia. Zeppelin

SERVIÇO

Estreia para convidados: 13 de janeiro

Estreia para público: 14 de janeiro

Local: OI Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)

Horário: de sexta a domingo, às 19h30
Ingresso:
15,00 / 7,50 (estudantes, professores rede publica e maiores de 60 anos)

Horário da bilheteria: de terça a domingo, a partir das 11h.

Informações: 21 3131-3060/3131-3070 e pelo www.oifuturo.org.br

Duração: 90 minutos

Classificação Indicativa: 12 anos

Temporada: 14 de janeiro a 27 de fevereiro

Gênero: Comédia

Pedro Brício coloca relação e o gênero musical em xeque

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

É preciso que fique claro: Pedro Brício, autor e diretor de Me Salve, Musical, que estreia hoje no Oi Futuro Flamengo (RJ), não se ocupa de uma crítica que detrata o gênero musical. Antes, pretende refletir sobre as possibilidades do gênero por meio da metalinguagem, ou seja, utilizando um casal de artistas, de gêneros diferentes, em crise conjugal.

O elenco da Zeppelin Cia, de A Incrível Confeitaria do Senhor Pellica e Cine-teatro Limite, coloca em cena a rocambolesca história de George Simmas (Gustavo Gasparini) e Alma Duran (Susana Ribeiro), ele um diretor de musicais em seu apogeu – carismático, egocêntrico, competitivo e mulherengo e plagiador, elauma atriz dramática cuja bem-sucedida e inesquecível interpretação da heroína trágica Medeia a deixou afastada dos palcos por três anos – devido ao estigma da atuação da personagem -, os dois rumo a Nova Iorque. Ele para conferir – e, por que não, plagiar boas ideias – a nova temporada de musicais. Ela na tentativa de salvar o casamento.

Já no aeroporto, os dois são surpreendidos com a noticia de uma epidemia de um misterioso, cujos sintomas – primeiramente, o infectado começa a esquecer todos os problemas pessoais; depois, ele é tomado por uma felicidade inexplicável para logo em seguida começa a cantar, sem conseguir parar – leva Alma a acusar George de ser o transmissor do que chama “o vírus do musical”.

Para Pedro Brício, “o espetáculo é como um musical que fracassa, porque o caos interfere nos sonhos de felicidade. Porque os personagens não cantam e nem dançam muito bem, porque rompantes trágicos parecem invadir a cena e a trama é contaminada pelo absurdo. E é nesse fracasso que o espetáculo se constrói”. Ao lado de George e Alma, uma aeromoça (Isabel Cavalcanti), e ex- amante de George, em eterno jet-leg; um psicanalista (Fernando Alves Pinto) apaixonado por Alma; um empresário latino (Celso André), que escreveu o livro “Como influenciar as pessoas sem que elas percebam”; uma garota dark prodígio (Keli Freitas); e uma funcionária da Cia aérea (Juliana Medella), acabam vivendo os mesmo conflitos.

De acordo com autor e diretor, “em Me Salve, Musical! queremos desenvolver uma linguagem onde o musical, a comédia e rompantes de tragédia possam coexistir”.

FICHA TÉCNICA

Direção e texto: Pedro Bricio

Elenco: Gustavo Gasparani, Susana Ribeiro, Fernando Alves Pinto, Isabel Cavalcanti, Celso André, Keli Freitas e Juliana Medella.

Direção de arte : Rui Cortez

Iluminação: Tomás Ribas

Música original e direção musical : Lucas Marcier ,Fabiano Krieger , Felipe Rocha

Canções: Felipe Rocha

Preparação Corporal: Cristina Moura

Assistente de direção: Rafael Leal

Programação Visual: Alcino Giandinoto

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Assistente de Assessoria de Imprensa: Bruna Amorim

Direção de produção: Fábrica de Eventos / Claudia Marques

Produção Executiva: Leila Moreno

Assistente de produção: Ana Carolina Oliveira

Uma co-produção: Fábrica de Eventos  e  Sábado Produções Artísticas

Realização : C ia. Zeppelin

SERVIÇO

Estreia para convidados: 13 de janeiro

Estreia para público: 14 de janeiro

Local: OI Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)

Horário: de sexta a domingo, às 19h30
Ingresso:
15,00 / 7,50 (estudantes, professores rede publica e maiores de 60 anos)

Horário da bilheteria: de terça a domingo, a partir das 11h.

Informações: 21 3131-3060/3131-3070 e pelo www.oifuturo.org.br

Duração: 90 minutos

Classificação Indicativa: 12 anos

Temporada: 14 de janeiro a 27 de fevereiro

Gênero: Comédia

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