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Arquivo de janeiro 14th, 2011

14/01/2011 - 20:10

Imperdível: “Policarpo Quaresma” no SESC Santana

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Uma, de muitas, cenas antológicas de "Policarpo Quaresma"

A partir de hoje o imperdível espetáculo Policarpo Quaresma, a mais nova obra-prima de Antunes Filho e seu Grupo Macunaima/ CPT começa sua temporada no SESC Consolação e, ao mesmo tempo, inicia contagem regressiva de sua temporada paulista. Quem ainda não viu, deve correr. Eu recomendo. Abaixo reproduzo crítica da peça.

O triste fim do ingênuo patriota excessivo

Crítica de Michel Fernandes da peça “Policarpo Quaresma” na íntegra (michel@aplausobrasil.com)

Versão impressa no jornal Diário de São Paulo de 03/11/2010

A genialidade do autor Lima Barreto criou o romance “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, em que critica o positivismo dominante, instaurado com o regime republicano. Na obra são apresentados os desdobramentos tragicômicos que afetam a figura do “Major” Quaresma, um patriotismo excessivo e ingênuo. Antunes Filho e o Grupo Macunaíma/ CPT recuperam a reflexão proposta pela obra no espetáculo “Policarpo Quaresma” – em cartaz no Teatro SESC Anchieta (SESC Consolação) -: “até que ponto há ética no poder?, Até que ponto ter poder suporta que sejamos éticos?”.

A chave da concepção de Antunes é clara desde a primeira cena: é uma opereta bufa calcada nas ingênuas crenças de Policarpo Quaresma (interpretado com minimalismo de excepcional comediante por Lee Thalor que sabe utilizar, com maestria, seus recursos corporais e vocais, adjuntos a sua inteligência). O personagem busca, solitariamente, signos que valorizem a nação como se a mudança para o idioma tupi, a recuperação da moda de viola como “expressão da arte nacional”, a escolha de tecidos “nacionais” para compor seu guarda-roupas, entre outros, bastassem para solidificar valores para a formação de uma nação. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas, Notas e Oportunidades Tags:
14/01/2011 - 17:56

A gaiola do Miguel

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Albin ou Zazá e Georges no cabaré "A Gaiola das Loucas"

Crítica escrita para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 12 de dezembro de 2010

Miguel Falabella sobe muitos degraus na escada da qualidade ao assinar a versão brasileira e a direção de “A Gaiola das Loucas”, dando um tom mais suave nos “cacos” que insere no texto, alcançando, assim, um equilíbrio entre o humor refinado e o caricatural.

A co-direção de Cininha de Paula parece decisiva para a contenção nas piadas que extrapolam os limites entre o vulgar e o requinte, mas o domínio técnico adquirido por

Versão brasileira é assinada por Miguel Falabella

Falabella no gênero, dão o vigor e a sincronia exata que faz de cada detalhe seja uma peça que encaixe com perfeição e dinamize o ritmo da engrenagem. Leia mais »

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