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Arquivo de abril 3rd, 2011

03/04/2011 - 15:48

As pernas do século sobem ao palco em Curitiba

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Theo Alves*, especial para o Aplauso Brasil

Marlene Dietrich – As Pernas do Século

Primeira montagem brasileira sobre uma das maiores divas do mundo, Marlene Dietrich – As Pernas do Século chega ao Festival de Curitiba. No palco, Sylvia Bandeira interpreta a icônica atriz, que nessa história se relaciona com um jovem e desinformado rapaz, completamente alheio à sua importante trajetória.

“Assisti a muitos filmes que ela fez, desde o Lola Lola, onde ela ainda era mais rechonchuda, até os em que ela aparece mais requintada. Além disso, li muita coisa sobre a sua vida também”, explica Sylvia Bandeira.

Com direção e cenografia de William Pereira, essa biografia musicada mostra uma Marlene Dietrich já com a idade avançada. Como Sylvia Bandeira nunca havia aparecido em cena cantando, ela acredita que a sua indicação ao Prêmio Shell 2010 se deve em parte a isso.

“Antes, eu só cantava em rodas de amigos, em momentos bem descontraídos. Acredito que muitas pessoas ficaram surpresas ao me ver cantar em cena. Para mim,a indicação ao Prêmio Shell foi a coroação de uma vida dedicada ao teatro”, diz a atriz.

Marlene Dietrich – As Pernas do Século fica em cartaz no Festival de Curitiba hoje e amanhã. Além de Sylvia Bandeira, a peça ainda traz os atores Marciah Luna Cabral, José Mauro Brant e Silvio Ferrari.

*Theo Alves viajou a convite do Festival de Curitiba

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03/04/2011 - 01:05

Teatro Guaíra é sinônimo de exclusão

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrail.com)

Na tentativa frustrada de assistir ao musical É Com Esse Que Eu Vou , da dupla Moeller  & Botelho, que era apresentado no teatro Guaira, tornou-se evidente a triste conclusão : o espaço não está preparado para receber pessoas de todas as possibilidades físicas, ou seja, os cadeirantes, como eu, estão excluídos por optarem os locais em que, ao menos, seja possível ver e escutar o espetáculo.

Lamentável que a direção do Teatro Guaira, um dos símbolos da capital paranaense (tal qual o Corcovado  o é para o Rio de Janeiro), não tenha reparado que, além do respeito á Lei Federal que obriga a todos os logradouros públicos (espaços) ter acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, em casos específicos como esse, é recomendável o mínimo de bom senso. Não adianta escolher a pior localização da plateia para colocar o deficiente físico e excluí-lo do direito de ir e vir, que é comum a todos os cidadãos, a não ser que o local reservado seja realmente bom ( leia –se bom  como o local em que barras não obstruam a visão do deficiente, a distância entre o local reservado e o palco seja razoável ,entre outros).

Na situação, deveras vexatória, houve transtornos que me impediram de continuar  o alucinante ritmo que sigo durante o Festival de Curitiba e perdesse espetáculos programados para assistir no sábado, inclusive de voltar ao musical É Com Esse Que Eu Vou, pois a sensação de ser excluído realmente é bastante pesada.

Por isso peço que, antes do respeito apenas ás leis, seja levado em consideração o respeito que todo individuo merece  e que a ele seja concedido o direito de desfrutar, em absoluto, o que o mundo pode oferecer.

*Michel Fernandes viajou a convite do Festival de Curitiba

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags:
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