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Arquivo de maio 27th, 2011

27/05/2011 - 18:43

Bergman era de teatro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

O cineasta sueco Ingmar Bergman

Espectros, texto escrito em 1881 pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (conhecido por Casa de Bonecas, Solness, o Construtor e O Pato Selvagem, entre outras) ganhou, em 2001, adaptação do cineasta sueco Ingmar Bergman.

Apesar de assinar a direção de mais de 50 filmes, entre eles a obra-prima O Sétimo Selo, Bergman teve profícua carreira como diretor teatral, dirigindo, entre outras, Sonata dos Espectros, do, também sueco, August Strindberg, peça utilizada na adaptação de  Espectros.

Espectros

Teatro Anchieta – Sesc Consolação (320 lugares)

Rua Dr. Vila Nova, 245.

Tel. 3234.3000

Informações da bilheteria: ingressoSESC. Você pode comprar os ingressos para os eventos do SESCSP em qualquer unidade da Capital, do interior e do litoral do Estado. Consulte a lista de pontos de venda e escolha a que estiver mais perto de você www.sescsp.org.br
Formas de pagamento: Dinheiro e cheque (à vista); cartões: Visa, Visa Electron, Mastercard, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Diners Club International (crédito e débito).

Sexta e Sábado às 21h; Domingo às 19h.

Ingressos: R$ 32

R$ 16 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 8 (trabalhador no comércio e serviço matriculado no SESC e dependentes).

Duração: 90 minutos

Recomendação: 14 anos

Gênero: Suspense

Temporada: até 19 de junho.

Autor: - Categoria(s): Matérias, Notas e Oportunidades Tags:
27/05/2011 - 17:33

Equipe de renomados artistas não garante espetáculo bem-sucedido

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Espectros"

Nem sempre a junção de artistas de qualidade comprovada em trabalhos anteriores é garantia de bem-sucedida parceria. Esse é o caso da montagem de Espectros que está em cartaz apenas até o dia 19 de junho no Teatro SESC Anchieta (SESC Consolação), cuja encenação fica dividida entre a busca pela contemporaneidade da obra, enxertando palavras que soam atuais, e uma tentativa de aproximação com a época em que o norueguês Henrik Ibsen  escreveu o texto (1881), caso dos figurinos de época, por exemplo.

Ibsen adianta a discussão sobre a legibilidade da paternidade e o quanto o poder do capital capacita o mais rico a modificar a realidade dos fatos quando esta lhe é desfavorável que desenvolverá, com maior mérito, em O Pato Selvagem (1884).

A trama gira em torno da família da Senhora Helene Alving (Clara Carvalho) e os desdobramentos das intrigas relacionadas ao passado de seu falecido marido. Seu filho único, Osvald (Flávio Barollo) está de volta a sua casa. Na véspera da inauguração do orfanato que Helene ergueu em suas terras, Jacob (Plínio Soares), pai de Regine (Patrícia Castilho), marceneiro que trabalhou na construção do orfanato, vem pedir que a filha o acompanhe em seu projeto de mudança para a cidade. O Pastor Manders (Nelson Baskerville), gestor dos bens da família Alving, chega à propriedade e reitera o pedido do pai de Regine. Helene conta o segredo que envolve seu passado ao Pastor Manders e, a partir de então, a história toma rumos que buscam surpreender o público.

Eis aí o problema: Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , ,
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