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Arquivo de junho, 2011

30/06/2011 - 23:38

New York, New York até domingo. Assista o vídeo

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Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags:
30/06/2011 - 21:42

Últimas chances para conferir New York, New York

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Michel Fernandes e Luís Francisco Wasilewski (michel@aplausobrasil.com)

"New York, New York" tem deslumbrante coreografia de Anselmo ZoLa

Você tem só até domingo (3) para conferir o musical New York, New York, de Earl Mach Rauch, dirigido por José Possi Neto, em cartaz no Teatro Bradesco. Protagonizado por Alessandra Maestrini e Juan Alba, a montagem conta com um elenco de 54 artistas, dos quais 13 são bailarinos, 16 atores/cantores e 25 músicos, que formam uma legítima big band. A direção musical está a cargo de Fábio Gomes de Oliveira. Mas quem rouba a cena é a atriz Simone Gutierrez, na pele de uma hilária coadjuvante (CLIQUE AQUI para ler matéria sobre a atriz).

O romance que virou filme e, pela primeira vez, ganha os palcos mostra a história de amor entre a cantora Francine Evans (Alessandra Maestrini) e o saxofonista Johnny Boyle. (Juan Alba).

"New York, New York", crédito foto Marcos Mesquita

New York, New York conta com cenografia de J.C. Serroni, que alia plataformas móveis a imagens de locais remissivos à cena, coreografias concebidas por Anselmo Zola, enquanto que os números de sapateado fica sob a batuta de Kika Sampaio. A criação da maquiagem e cabelos das personagens é de Cabral, que há dez anos é o responsável pelo visual das personagens da Terça Insana. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores Tags: , , , , , , , , , ,
29/06/2011 - 23:39

O palco democrático de Londrina

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Renato Forin Jr / Assessoria de Imprensa FILO

"As Três Velhas" (Produção brasileira)

FILO 2011 reuniu em Londrina as mais variadas vertentes cênicas em programação que destacou manifestações de vanguarda

A edição de 43 anos do Festival Internacional de Londrina fez do norte do Paraná, durante 17 dias, o principal palco das artes cênicas no País, com representantes do Brasil e mais 12 países. Por aqui, passaram grupos que trabalham com variadas linguagens, como o teatro, a dança, o circo, a música, as manifestações plásticas e as performances multimídias. Um mosaico de cores, palavras e sons que atualizam conhecimentos e proporcionam reflexões para um público cativo, oriundo não só de Londrina, mas de várias partes do Brasil e do mundo.

"Trois Vielles" (Produção belga)

A diversidade de estilos e a qualidade dos espetáculos guiaram a seleção da programação artística, que já se tornou referência para outros eventos do mesmo gênero em território nacional. A estreia de espetáculos durante o Festival, este ano, teve um caráter especial e inédito. Pela primeira vez, desde quando se tornou internacional, o FILO elegeu uma companhia da cidade para abrir a sua agenda de espetáculos. Coube ao Ballet de Londrina a missão de fazer a primeira apresentação de A Sagração da Primavera, releitura do coreógrafo Leonardo Ramos para obra homônima (1913) de Stravinsky e Nijinsky.

A aguardada estreia nacional desta que é uma das principais companhias do sul do Brasil foi um presente que o Festival reservou para o público: os ingressos para a apresentação no Ouro Verde foram distribuídos gratuitamente – disputa por entradas e galerias lotadas para uma noite de sucesso que prenunciou o êxito das 100 apresentações do evento. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: ,
29/06/2011 - 18:14

Concurso para Professor Assistente

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Concurso para Professor Assistente
Área de conhecimento: Expressão Vocal e Canto para a Cena
Nº. de vagas: 01 (uma)
Regime de trabalho: DE (Dedicação Exclusiva)

Os endereços estão abaixo. As inscrições terminam no início de julho e só há, até agora, apenas um candidato

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2011/editais/edital_docente_03_2011.pdf

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2011/editais/anexo1_edit_doc_03_2011.pdf

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2011/editais/anexo2_edit_doc_03_2011.pdf

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2011/editais/anexo3_edit_doc_03_2011_normascomplem.pdf

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2011/editais/normas_complem_revis_teatro.pdf

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags:
28/06/2011 - 23:28

O Idiota chega ao Rio de Janeiro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

Um espetáculo do porte de O Idiota, a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski, sob direção de Cibele Forjaz, cuja estreia no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, será nesta quarta-feira (29), às 17h30, merece uma reflexão crítica a sua altura. Mesmo sem conseguir abranger todos os pontos da obra cênica, opto pela divisão em duas partes da critica.

Um monumento a Dostoiévski – Parte 1

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

Ficha Técnica resumida

Direção: Cibele Forjaz
Texto: Fiódor Dostoiévski
Cenário: Laura Vince

Trilha Sonora: Otávio Ortega
Elenco: Aury Porto, Fredy Allan, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Luís Mármora, Sergio Siviero, Silvio Restiffe, Sylvia Prado, Vanderlei Bernardino
Indicação:
Maiores de 14 anos

O Idiota

Espaço Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1.088. Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Tel. (21) 2274-=7012. 70 lugares. Segundas e terças-feiras, espetáculo completo com dois intervalos (duração de 6h30), às 17h30. Sábados (Parte 1), 17h30, e domingos (Parte 2 e 3), 17h30.R$20 a R$60. http://oidiotateatro.blogspot.com/

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , ,
28/06/2011 - 22:31

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo O Idiota – Parte 2

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

O segundo dia dessa imersão ao universo de O Idiota e, por consequência, ao de Dostoiévski, concentra o segundo e terceiro capítulos desta “novela teatral” e inicia com um inquieto desfile dos atores em busca de seus personagens. Depois de acomodado o público, os atores dirigem-se para seus desnudos nichos-camarins e, como na primeira noite, soltam fragmentos de frases, trechos de canções, realizam pequenas ações físicas. Só que desta vez o público já criou laços de simpatia, admiração, estranhamento e outras sensações em relação àquelas personagens e consegue enxergar, nesses fragmentos de vida, minúcias que no primeiro dia de O Idiota passaram despercebidas.

Cabe à Sylvia Prado a tarefa de resumir os acontecimentos da noite anterior, o que faz com clareza e talento, situando até o espectador que deixou passar alguma informação que seja relevante para a compreensão total do espetáculo. O recurso narrativo adotado por Cibele Forjaz foge ao lugar-comum da ação de resumir, importando, também, um desenho cênico que se assemelha ao processo de rebobinar um filme para voltar a assisti-lo. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
28/06/2011 - 21:33

Um monumento a Dostoiévski – Parte 1

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo “O Idiota” – Parte 1

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

Considerado um dos cânones da literatura ocidental, o romance O Idiota, do russo Fiódor Dostoiévski, tem monumental tradução teatral assinada por Cibele Forjaz, aliando qualidades excepcionais de interpretação a soluções cênicas que preenchem a cena estabelecendo um rico diálogo entre as escritas que compõem o todo do espetáculo: utilização artesanal do espaço cênico como se fora uma instalação cenográfica; encenação preocupada em preencher de significados cada elemento, prenhes de simbologia, num prolongamento das possibilidades poéticas evocadas pela peça; um desenho corporal que reforça o desequilíbrio das personagens; o desejo dos intérpretes em atingir, ao mesmo tempo, uma atuação sincera, dinâmica e estilizada; a partitura musical a dialogar o tempo todo com a dramaturgia da cena, enfim, uma riqueza tão elevada de elementos que se nos apresenta que, ao final dos dois dias de representação em que a peça é realizada, resta o desejo de retornar e assistir de outros ângulos.

A divisão do espetáculo em três capítulos, se preferir três atos, estabelece entre público e evento teatral um pacto desafiador. O primeiro dia da representação – que encerra em si o primeiro capítulo que compõe essa epopeia teatral – introduz o espectador naquele universo que caminha pela corda-bamba da sinceridade em se expor o que se pensa, de fato, e a representação do que se sente, como se assim, garantissem a máscara social que julgam ser a mais adequada.

Nessa toada, ao entrarmos no galpão-instalação daquele universo que delineia surpresas vindouras, visualizamos a transmutação dos atores em personagens o que estabelece o pacto entre espaço real, de onde vem o público, para espaço ficcional, em que decidiu se inserir. Em fragmentos de textos, músicas, ações, os atores espalham rastos de Nastássia, Agláia, Kólia, Lisavieta, e  os demais personagens que farão o núcleo central do espetáculo.

O primeiro episódio, da auto-intitulada novela teatral em três capítulos, ocorre dentro do trem que  traz o Príncipe Míchkin (Aury Porto em delicada e minimalista composição) da suíça, onde se tratava da epilepsia, e faz com que alguns dos protagonistas se encontrem pela primeira vez. Por ser uma instalação que representa um trem, público e personagens dividem as poltronas e embarcam juntos ao destino de Míchkin. No trem, Míchkim conhece Ragôjan (Sérgio Siviero, excelente no papel do grotesco novo rico), que acaba de receber uma vultosa herança de seu falecido pai. A empatia entre ambos tornam os dois, desde então, amigos. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags:
27/06/2011 - 18:06

Cultura Inglesa abre testes para musicais

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A Cultura Inglesa realizará audições para selecionar o elenco para compor o elenco de dois musicais que serão produzidos em São Paulo.

Podem participar das audições bailarino(a)s, atores e atrizes amadores com idade mínima de 16 anos e conhecimento em inglês.

Para a audição:

PREPARAR DUAS MÚSICAS EM INGLÊS OU PORTUGUÊS

Para as crianças será montado The Tempest Musical, versão musical de A Tempestade, de William Shakespeare, e para os adultos, Oh Brother Musical.

Os ensaios ocorrem às sextas das 19 às 23h e aos sábados domingos e feriados das 15 às 22h.

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags:
26/06/2011 - 04:01

O gay através dos tempos

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michelfernandes@superig.com.br)

André Fischer

Como bem coloca André Fischer no prefácio do livro”Frescos Trópicos”, “um garoto que chegou à adolescência em meados dos anos 1990 não é capaz de imaginar o que significaria assumir sua homossexualidade até a época em que nasceu”.

Conhecendo um pouco o fio da história podemos evitar que erros se perpetuem e, também, perceber que para conquistar um mínimo de dignidade, os homossexuais arregaçaram mangas, lutaram com serpentes terríveis e suaram suas camisas. Além do que já é conquista de fato, muito se tem que trabalhar para lapidar a liberdade. Não adianta achar que a vitória é nossa (sou gay assumido), que somos completos e bem-sucedidos, porque sucesso é que nem espuma de sabão, é só chover que desaparece. Só o trabalho continuado que sobrevive. Incansável e sólido.

LEIA TAMBÉM

Movimento gay tem bastante história pra contar

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags:
26/06/2011 - 03:39

Movimento gay tem bastante história pra contar

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michelfernandes@superig.com.br)

Milhares de pessoas são esperadas na Parada Gay de São Paulo

A décima quinta edição da Parada do Orgulho LGBT, ou simplesmente a Parada Gay de São Paulo, um evento que reúne milhares de pessoas vindas de todas as regiões brasileiras, além de um público internacional que cresce a cada ano, começa logo mais e o momento festivo é bastante adequado para olharmos para trás e descobrir que o Movimento Gay já tem história para contar. Uma história marcada pela perene resistência. Mesmo hoje, quando a compreensão da diversidade parece maior,  não são poucos os casos em que a agressão aos homossexuais persiste. Por isso o tema desse ano é “Amai-vos Uns Aos Outros: Basta de Homofobia”.

Pensando em instrumentalizar-se para que nossa resistência tenha mais força, a leitura de alguns livros parece bastante oportuna.

Capa de "Frescos Trópicos"

A proposta de reunir textos de diferentes fontes como cartas, relatórios clínicos, matérias jornalísticas, entre outros documentos não formais, é o fio condutor da série Baú de Histórias, da editora José Olympio. Em “Frescos Trópicos”, organizado por James N. Green e Ronald Polito, textos reveladores sobre como a homossexualidade era encarada no Brasil entre 1870-1980 é o tema do pequeno livro que, por ser de fácil e deliciosa leitura (e num formato que se pode carregar no bolso do casaco).

Subdividido em quatro tópicos, em “Frescos Trópicos” temos um breve panorama de como as questões da homossexualidade evoluíram no Brasil desde o império, no final o século 19. Por exemplo, ser homossexual no império – no final do século 19 (1870) – era caso de polícia, com previsão penal e tudo o mais. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags:
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