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Arquivo de setembro 2nd, 2011

02/09/2011 - 18:11

No universo brechtiano com Aderbal Freire-Filho

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

"Na Selva da Cidade"

Aderbal Freire-Filho é um diretor que, entre tantas qualidades, consegue estabelecer precisa comunicação entre plateia e ator, no que diz respeito à total compreensão do texto que ele transmite aos intérpretes com quem trabalha, certamente seja por isso que 11 a cada 10 atores queiram ser dirigidos por ele. E assim o é em seu percurso pela obra do dramaturgo alemao, Bertolt Brecht, em Na Selva da Cidade, em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro.

No elenco, Daniel Dantas, Fernanda Boechat, Inez Viana, Joelson Medeiros, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Maria Luisa Mendonça, Milton Filho e Patrick Pessoa vivem os personagens de Na Selva da Cidade, oitavo texto do poeta, dramaturgo e encenador alemão Bertolt Brecht. Escrita entre 1921 e 1923, sob o titulo Na Selva e retrabalhada entre 1926 e 1927, quando foi publicada sua versão final. A trama se passa em Chicago no ano de 1912 e conta a saga da família GARGA, que deixa o campo em busca de melhores condições de vida na cidade. Na grande metrópole, o convívio urbano se mostra desumano, brutal e sarcástico. O foco da ação está na luta violenta entre dois homens, que se inicia quando um deles – GEORGE GARGA – não admite vender sua opinião ao outro, o comerciante de madeira malaio SHLINK .

"Na Selva da Cidade"

Em entrevista exclusiva concedida ao Aplauso Brasil, Aderbal Freire-Filho fala mais sobre a montagem que é apresentada pela última vez no Rio de Janeiro, depois da antológica montagem do Teatro Oficina, em 1969.

Aplauso Brasil – Como a dramaturgia se completou na cena, esta versão de Na Selva
das Cidades
conta com alguma modificação? Como está a dramaturgia?

Aderbal Freire-Filho – Não fiz nenhuma modificação essencial, estrutural. Sendo uma peça escrita por um jovem de 22 anos, já é suficientemente desestruturada, ou “moderna”, se preferem. Não precisa que ninguém desmonte sua estrutura e faça uma “nova” leitura por aí. E é uma peça genial. Brecht diz que na época era muito ligado nos sons das palavras, que ficava andando pelas alamedas perto de sua casa e escrevendo, usando algumas palavras pelos sons. Por isso, é uma peça muito poética. Sua poesia livre, solta, e também metafísica, tem na sua origem uma liberdade que não precisa de outras. Digo, dramatúrgicas. Porque a montagem tem a liberdade cênica de que toda montagem precisa para respirar.


Aplauso Brasil – Há uma escrita cênica também, ou seja uma dramaturgia da
encenação? Como ela surge e como ela é? Leia mais »

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02/09/2011 - 16:37

SP Escola de Teatro debate a formação de plateia por meio de espetáculos para o público infantil

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Renata Forato, da SP Escola de Teatro (http://www.spescoladeteatro.org.br/)

Carla Candiotto, Mirtes Mesquita, Flávio de Souza, Bete Dorgam e Alexandra Golik (Foto: Arquivo SP Escola de Teatro/Divulgação)

Retomar todas as linhas de discussões possíveis para contemplar o ensino de artes cênicas e não se voltar somente para quem está em cima do palco é um dos intuitos da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.

Desta forma, a Instituição oferece em sua sede, no sábado (3/9), das 9h30 às 11h30, a Mesa de Discussão Teatro Infantil: Formação de Plateia que, gratuita e aberta ao público, vai discutir o papel desse gênero para além do entretenimento infanto-juvenil.

“O teatro infantil é uma realidade com pouco espaço de discussão. A Escola trabalha em torno de todas as áreas do fazer teatral da mesma maneira e sem distinção. Desta forma, aproveitamos para organizar esta mesa que coloca em foco esse tipo de produção”, observa Lúcia Camargo, coordenadora dos cursos de Difusão Cultural. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , ,
02/09/2011 - 05:19

Zélia Duncan estreia no teatro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Zélia Duncan mergulha na obra de Luiz Tatit

Um universo rico em imagens poéticas traduzidas em palavras-canções. Assim é o universo musical de Luiz Tatit que seduziu a intérprete Zélia Duncan ao palco do SESC Belenzinho – a partir deste sábado (3) – em sua primeira aventura teatral, TôTatiando, dirigida pela atriz Regina Braga.

Em entrevista exclusiva concedida ao Aplauso Brasil, Zélia Duncan fala mais sobre TôTatiando.

Aplauso Brasil – Como se dá a dramaturgia no roteiro das músicas? Você selecionou canções por temas, personagens, histórias comuns entre as canções, de forma a criar um enredo, ou são histórias que se encerram a cada canção?
Zélia Duncan – Sim, as histórias se encerram a cada canção e a dramaturgia foi feita a partir disso e de textos pequenos que falam de Tatit e minha relação com São Paulo e sua obra.

AB – Como se deu o trabalho proposto por Regina nas interpretações das canções em TôTatiando? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , ,
02/09/2011 - 03:58

Beatriz Segall vive mãe de Herson Capri em SP

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Além de terem vivido arqui-vilões em telenovelas de Gilberto Braga e do talento superlativo, eles são mãe e filho em Conversando Com Mamãe, adaptação de Jordi Galceran para obra homônima de Santiago Carlos Oves, cuja estreia paulistana será às 21h de hoje, no Teatro Folha. Beatriz Segall vive a mãe de Herson Capri na peça que vem de uma bem-sucedida temporada carioca.

Susana Garcia, casada com Capri na vida real, dirige essa história, concebida para premiado longa-metragem, que aborda a relação entre mãe e filho e o que disso decorre.

Segundo o ator Herson Capri, “a empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade” Leia mais »

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