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Arquivo de novembro 17th, 2011

17/11/2011 - 19:08

Dentro da Noite é destaque no Festival Mix Brasil em São Paulo

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Dentro da Noite"

SÃO PAULO – O já tradicional Festival Mix Brasil que apresenta filmes sobre o universo homossexual traz neste final de semana, em São Paulo, alguns espetáculos teatrais que de alguma forma abordam o tema. Um dos destaques é o excelente Dentro da Noite, que leva à cena dois contos do escritor carioca João do Rio, a saber, Dentro da Noite e O Bebê de Tarlatana Rosa, os dois interpretados com maestria por Marcus Alvisi, sob a sensível direção de Ney Matogrosso.

È mais uma oportunidade para os paulistas assistirem a Dentro da Noite, que completa um ano em cartaz após temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo, no Festival Porto Alegre Em Cena e mês passado no Real Gabinete Português de Leitura, no Rio.

Serviço:

Quando: (Sáb e Dom) Acontece sábado (19/11) às 21h00 e domingo (20/11) às 20h00. Local da apresentação: Sala Paulo Emílio Salles Gomes. Centro Cultural São Paulo. Bilheteria: 10h00 às 22h00 (terça a domingo).

Preço: R$ 1,00

Censura: 16 anos

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , ,
17/11/2011 - 18:23

Walderez de Barros protagoniza Hécuba sob direção de Gabriel Villela

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Hécuba" - foto de João CaldasSÃO PAULO – O espetáculo que estreia para o público amanhã, no Teatro Vivo, Hécuba, de Eurípedes, é fruto de paixão de mais de quatro anos, quando o diretor Gabriel Villela dirigiu uma leitura dramática da tragédia grega e reascendeu seu desejo por debruçar-se sobre um texto do “trágico dos trágicos”, conforme o define Aristóteles. No papel da “mater dolorosa pagã”, a rainha de Tróia, agora escrava dos gregos, a superlativa atriz Walderez de Barros.

A narração do prólogo feita pelo fantasma de Polidoro (Luiz Araújo) – filho mais novo de Hécuba (Walderez de Barros)  e Príamo (rei de Tróia, morto durante a invasão da cidade pelos gregos), confiado a Poliméstor (Fernando Neves), rei do Quersoneso Trácio, que mata o garoto, assim que  se confirma a queda de Tróia, para apoderar-se dos tesouros trazidos com ele – é só o primeiro episódio trágico a ser enfrentado por Hécuba.

Antes de ela defrontar-se com o cadáver do filho, mais um golpe massacra sua humanidade, o heroi grego, Aquiles, morto na Guerra de Tróia, surge evocando o sacrifício de uma virgem troiana em seu sepulcro: Polixena (Nábia Villela), filha de Hécuba, é escolhida e quem traz o édito é Odisseu (Flávio Tolezani).

Walderez de Barros protagoniza "Hécuba"

Morta Polixena e autorizada as libações para o sepultamento da virgem, Hécuba descobre o corpo de seu filho e dirige todo seu ódio a Poliméstor e autorizada por Agamemnon (Léo Diniz), grego que lidera os vitoriosos, vinga-se.

Hécuba narra o infortúnio de uma mulher que teve uma prole de herois. Essa mulher é tão periodicamente humilhada que a morte a conduz para uma vingança. Ela direciona a fúria e abre um discurso ético forte contra Poliméstor que após ter os filhos esquartejados e seus olhos arrancados pelas troianas enfurecidas toma proporções proféticas e prevê o futuro em que Hécuba tornar-se-á uma cadela negra de olhos flamejantes”, conta o diretor Gabriel Villela, que também assina adaptação e figurinos do espetáculo.

No universo sagrado das máscaras Leia mais »

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