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Arquivo de dezembro 8th, 2011

08/12/2011 - 00:04

Walderez de Barros imprime seu vigor em Hécuba

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Maurício Mellone* (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Nábia Villela interpreta Polixena em "Hécuba"

Com direção Gabriel Villela, a atriz está à frente de grande elenco que encena a tragédia de Eurípides (Medeia, As TroianasAs Bacantes, entre outras), levada aos palcos pela primeira vez no ano 425 a.C, mas que permanece atual até hoje por retratar a crueldade das guerras. Até dia 18 de dezembro, com retorno dia 13 de janeiro de 2012

SÃO PAULO – Histórias e textos clássicos permanecem vivos e provocam reflexão sempre que encenados e reencenados. É o caso da tragédia de Eurípides, Hécuba, que revela o horror da guerra e suas trágicas consequências. Com adaptação, direção e figurinos de Gabriel Villela, quem dá vida à rainha de Troia é a premiada e consagrada atriz Walderez de Barros, em mais uma de suas brilhantes atuações. Em cartaz no Teatro Vivo, a montagem traz no elenco Fernando Neves, Flávio Tolezani, Léo Diniz, Luiz Araújo, Nábia Vilela, Luísa Renaux, Marcello Boffat e Rogério Romera.

A Guerra de Troia que durou aproximadamente 10 anos, entre 1300 e 1200 a.C., fundamenta a tragédia de Eurípides, que apresenta a rainha de Troia, Hécuba (esposa do rei Príamo), já derrotada e na condição de escrava. A peça tem uma nítida divisão: na primeira parte Hécuba recebe a trágica informação de que sua filha caçula , Polixena (Nábia Vilela), deveria ser sacrificada no túmulo de Aquiles. A jovem virgem, demonstrando heroísmo, prefere a morte à escravidão e segue para o sacrifício.

Ao preparar os funerais da filha, Hécuba é surpreendida com outro horror: Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , ,
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