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Arquivo de abril 18th, 2012

18/04/2012 - 18:31

Bob Wilson encerra primeira fase de projeto brasileiro amanhã

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG        (Michel@aplausobrasil.com)

Danilo Santos de Miranda e Robert Wilson

SÃO PAULO – Com a apresentação de amanhã do monólogo A Última Gravação de Krapp, texto do irlandês Samuel Beckett dirigido e interpretado por Robert Wilson, no Teatro do SESC Belenzinho (ingressos esgotados), encerra-se a primeira etapa de um projeto que se estenderá até 2014 e gira em torno de atividades relacionadas ao mergulho no universo de Bob Wilson, um dos artistas mais destacado da cena teatral internacional.

Além das cinco apresentação do solo beckettiano, segunda passada, o CineSESC exibiu o documentário Absolute Wilson, com a presença do diretor, em novembro dois espetáculos dirigidos por Wilson, com o Berliner Ensemble (grupo fundado pelo dramaturgo alemão, Bertolt Brecht) Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , , ,
18/04/2012 - 03:42

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin magnetizam plateia em Equus

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Com adaptação e direção de Alexandre Reinecke, texto de Peter Shaffer retrata a difícil relação entre o psiquiatra e seu paciente, o rapaz que é internado depois de cegar cinco cavalos

SÃO PAULO – A montagem de Equus encenada no Teatro Folha não dá trégua aos espectadores. Começando pelo cenário, assinado por André Cortez — um haras estilizado lembrando grades de prisão —, a tensão e os conflitos marcam todo o espetáculo.

Já no prólogo, Dr. Maritn Dysart, o psiquiatra interpretado com brilhantismo por Elias Andreato, dá o tom denso e misterioso da trama: o que levaria o adolescente Alan (vivido por Leonardo Miggiorin), de classe média e aparentemente saudável, a cometer crime tão violento e sem justificativas aparentes? Como o garoto que tinha verdadeira fixação por cavalo chegaria a cegar cinco animais?

O autor, por meio do método minucioso e criterioso da psiquiatria, vai levantando hipóteses sobre as razões do crime e assim envolve o público do início ao fim. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , ,
18/04/2012 - 01:44

Antonio e Bruno Fagundes juntos no teatro

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Jorge Takla assina a direção e cenografia do espetáculo em que pai e filho dividem a cena - foto de João Caldas

SÃO PAULO – Vermelho, de John Logan, sob direção de Jorge Takla, em cartaz no recém-inaugurado Teatro Geo, apresenta o relacionamento profissional de um pintor de talento reconhecido e o seu aprendiz. Em seu ateliê, em Nova York, em 1958, Mark Rothko recebe o seu assistente, Ken. É a primeira cena da peça e, a partir daí, o público é brindado com diálogos inteligentes que colocam em questão as atitudes humanas e a arte.

A peça nos coloca diante de um homem que questiona os próprios valores. Um criador que vê a arte como um meio de levar o espectador ao deslumbre e à reflexão, mas que acaba aceitando uma encomenda de telas para um restaurante, para satisfazer o seu ego e atraído pelo alto valor do cachê.

Rothko é um homem rude e o relacionamento com Ken se restringe ao ambiente de trabalho. Não se sabe se isso acontece por egocentrismo ou medo de se mostrar ao outro, com suas falhas e qualidades.

O relacionamento pintor/aprendiz apresenta, portanto, uma aparente superficialidade, mas a vida dessas pessoas se transforma com a convivência.

Ken obviamente tem a oportunidade de conhecer um dos grandes nomes da pintura e Rothko entra em contato com um espírito crítico, cheio de esperança. É aí que consegue mostrar a sua conduta errônea no caso dos painéis para o restaurante, um lugar que certamente é frequentado por pessoas que não saberão dar às obras o seu verdadeiro valor. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , ,
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