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Arquivo de junho 15th, 2012

15/06/2012 - 01:33

Oxlajuj B’aqtun no Parque Municipal

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Nanda Rovere, do www.mondobhz.com.br/fit-bh-2012, parceiro do Aplauso Brasil na cobertura do FIT- BH

Grupo da Guatemala apresenta "Oxlajuj B’aqtun", ritual maia

BELO HORIZONTE – O povo maia está num tempo de mudanças, de acordo com o seu calendário. Todos os homens estão integrados com a natureza, dependem dela e o momento da chegada de um novo ciclo é esperado com a esperança de um mundo melhor. Oxlajuj B’aqtun representa rituais maias advindos da cultura latino-americana. O espetáculo representa uma circunstância espiritual que coloca o povo maia em sintonia com os ancestrais e com o público que assiste.

Segundo os artistas do grupo Centro Cultural Sotz’il Jay, “estamos ligados por laços latino-americanos e o papel que ocupam é o de conduzir a energia presente nos rituais e fazer a ponte de ligação entre a tradição maia e o teatro”. Leia mais »

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15/06/2012 - 00:15

Nós do Morro esquenta novo espetáculo no Vidigal

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Bandeira de Retalhos" faz pré-estreia no Morro do Vidigal

RIO DE JANEIRO –Dez anos depois de Noites do Vidigal, texto que retratava o cotidiano do Vidigal, duas montagens de Shakespeare, uma adaptação de contos de Machado de Assis, e um Gorki, o grupo Nós do Morro volta seu olhar para história de sua comunidade original, o Morro do Vidigal, na sua nova montagem. Explorando a inequívoca vocação musical do Vidigal, Bandeira de Retalhos é um texto inédito escrito por Sérgio Ricardo em 1979 e dirigido por Guti Fraga e Fátima Domingues. A peça faz uma minitemporada gratuita no Casarão, sede do grupo no Vidigal, entre os dias 15 e 24 de junho; e segue em cartaz no Teatro Maria Clara Machado (Planetário), de 30 de junho a 5 de agosto.

Bandeira de Retalhos explora o momento em que o clima mágico que envolvia o Vidigal, no fim dos anos 1970, fosse abruptamente interrompido pela violência da tentativa de remoção da comunidade. O cantor, compositor, cineasta, artista plástico e morador do Vidigal desde 1974, Sérgio Ricardo, ele mesmo um personagem dessa história, também assina a trilha sonora e a direção musical do espetáculo. Leia mais »

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