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Arquivo da Categoria Artigos, Resenhas e Crônicas

20/08/2012 - 00:31

Lilia Cabral traz a São Paulo o sucesso Maria do Caritó

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó"

De Newton Moreno e direção de João Fonseca, a comédia mostra a atriz como uma solteirona virgem que quer se casar. Com Lilia no elenco estão Eduardo Reyes, Dani Barros, Fernando Neves e Silvia Poggetti

SÃO PAULO – Diversos prêmios, indicações a outros e uma temporada de nove meses de sucesso no Rio de Janeiro, a comédia de Newton Moreno Maria do Caritó acaba de estrear no Teatro FAAP. Lilia Cabral não só vive a protagonista como solicitou a peça ao autor e é uma das produtoras. Envolvimento e entrega totais a um projeto, marca registgrada da atriz, assim como já fez com Divã, sucesso teatral que saltou para as telonas e depois virou série de TV.

Depois de interpretar mulheres densas e sofridas nas telenovelas, desta vez Lilia volta para a comédia, mas com uma personagem que vive um drama. Maria nasceu de um parto difícil, em que a mãe não sobreviveu e seu pai a prometeu a São Djalminha se ela vingasse. Moral da história: a moça permanece virgem até os 50 anos, tem fama de fazer milagres, porém sonha em se casar e faz de tudo para encontrar seu príncipe.

“É cômico para quem vê e trágico para quem vive! A Maria do Caritó sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A personagem não deixa de acreditar”, explica a atriz. Leia mais »

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19/08/2012 - 20:17

Na pele de Mahatma Gandhi, João Signorelli volta a SP

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

João Signorelli vive o líder espiritual indiano Mahatma Gandhi

No monólogo Gandhi, um líder servidor, o ator vive o pacifista indiano e convoca a plateia a refletir sobre os princípios da não violência

São Paulo – Mais de 10 mil espectadores já conferiram ao monólogo Gandhi, um líder servidor em seus nove anos de temporada por todo o país, agora ele volta à capital paulista para uma temporada de três meses na sala Miriam Muniz do Teatro Ruth Escobar.

João Signorelli encarna com maestria o líder pacifista indiano: mesmo sendo muito mais alto do que Gandhi, o ator entra pelos fundos da sala de espetáculo com um cajado e graças a sua expressão corporal ninguém tem dúvida de que está diante da eminente personalidade histórica mundial. Leia mais »

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16/08/2012 - 23:59

Rabbit coloca em cena a crise dos 30 anos

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Rabbit" - foto lexandre Charro

Com direção de Eric Lenate, a Companhia Delas de Teatro encena pela primeira vez no Brasil um texto da premiada dramaturga britânica Nina Raine

SÃO  PAULO – Tudo acontece numa noite, numa casa noturna, durante a comemoração de aniversário de Bella. Com tudo para ser só alegria e diversão, o quadro proposto pela dramaturga inglesa Nina Raine em Rabbit (em cartaz no Teatro Eva Herz) é totalmente o oposto. Bella — interpretada em esquema de rodízio por Julia Ianina e Paula Weinfeld —, faz 29 anos e, mesmo sendo uma profissional bem-sucedida, está em crise existencial. Emocionalmente inconstante, ela convidou alguns amigos que não se conhecem para a festa, mas no fundo não desejava estar ali. É que seu pai, vivido por Nelson Baskerville, está na UTI de um hospital, em estado terminal. Para completar a situação, os convidados estão na mesma condição da anfitriã, ou seja, colhem bons frutos na profissão, mas não sabem lidar com seus sentimentos. A crise não é só da aniversariante, mas de toda uma geração que beira os 30 anos em pleno início do século 21 — a peça foi escrita e apresentada em Londres em 2006.

Bella esconde de seus convidados a situação do pai, exceto de Emily (Lilian Damasceno), que é médica. A peça começa somente com as duas em cena e Emily questiona a amiga sobre a razão da comemoração em virtude da saúde de seu pai; no entanto, a aniversariante diz que precisa extravasar e se divertir.

Aos poucos os demais convidados vão chegando: Tom (Ricardo Estevam) é o primeiro e em seguida Richard (Jeronimo Martins). Ambos tiveram relacionamento com Bella; por último é vez de Sandy (Fernanda Castello Branco). Eles não se conhecem e, com a ajuda do álcool, todos se soltam e as verdades começam a surgir. Leia mais »

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31/07/2012 - 19:20

Marco Ricca é o Boca de Ouro

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Boca de Ouro"

Sob direção de Marco Antônio Braz, o ator protagoniza o clássico de Nelson Rodrigues que participa do projeto do SESI em homenagem aos 100 anos de nascimento do dramaturgo

SÃO PAULO – Montagem traz a marca registrada de Nelson Rodrigues: o subúrbio carioca dos anos 1940! Nada melhor para a comemoração dos 100 anos de nascimento do dramaturgo pernambucano (mas que foi o mais carioca de todos os cidadãos da cidade do Rio de Janeiro) do que encenar Boca de Ouro. A peça, dirigida por Marco Antônio Braz, retrata a vida do bicheiro Drácula de Madureira, interpretado com maestria por Marco Ricca, que como símbolo de seu poder mandou que um dentista trocasse seus dentes por uma dentadura de ouro! O projeto do SESI Nelson Rodrigues 100 anos inclui também ciclos de leituras dramáticas e debates, além da encenação de A Falecida, protagonizada por Maria Luisa Mendonça: as duas peças são apresentadas simultaneamente e alternadas, às quintas e sextas e aos sábados e domingos.

"Boca de Ouro"

O público entra na sala de espetáculo e o elenco de 13 atores (que participa das duas peças) está no palco se preparando para a encenação. Com o início da peça, há um desfile de escola de samba estilizado, com o bicheiro sendo o grande destaque de um carro alegórico. Corte abrupto e no canto do palco a redação do jornal O Sol com o editor — caracterizado como Nelson Rodrigues que trabalhou em jornal por muito tempo — recebendo a notícia da morte do Boca de Ouro; ele designa um repórter para entrevistar Dona Guigui (Lara Córdulla) , ex-amante do bicheiro, com a intenção de revelar os bastidores da vida do contraventor. Leia mais »

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19/07/2012 - 07:19

Vida & Obra de um Tipo à Toa: um retrato do universo masculino

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Nova comédia de Mário Viana está em cartaz no Espaço dos Parlapatões

Novo texto de Mario Viana acaba de estrear no Espaço Parlapatões e mostra o conflito entre o escritor e seu personagem, o biógrafo e o biografado. Daniel Alvim assina a direção e divide o palco com Maurício de Barros

SÃO PAULO – Fina ironia e humor inteligente aliados a uma reflexão sobre a vida do homem contemporâneo. Esta é a proposta de Vida & Obra de um Tipo à Toa, peça inédita do dramaturgo, escritor e jornalista Mario Viana que estreou na última sexta-feira, no Espaço Parlapatões. Daniel Alvim está com dupla função neste projeto: além de assumir a direção, interpreta o escritor João, que tem como meta escrever a biografia de um homem, não um herói ou alguma personalidade importante, mas um cidadão comum, que frequenta a academia, o boteco, o futebol, as festas familiares e os encontros com os amigos para uma cervejinha.

Zezo, vivido por Maurício de Barros, é o escolhido, pois reúne estas características, ou seja, vive como a maioria dos homens de hoje em dia, é o típico homem comum.

A relação do biógrafo e do biografado é o que move a trama criativa e reflexiva de Viana. Leia mais »

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12/07/2012 - 16:03

Um Número discute a clonagem humana e suas implicações

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Um Número" , até 22 de Julho no SESC Belenzinho

Com direção de Pedro Neschling, peça da dramaturga britânica Caryl Churchill traz a São Paulo o consagrado ator Pedro Paulo Rangel, que divide o palco com Pedro Osorio, em curta temporada no SESC Belenzinho

SÃO PAULO – A partir de um experimento científico, a clonagem humana, a dramaturga Caryl Churchill levanta questões intrínsecas do ser humano na peça Um Número, em cartaz no SESC Belenzinho.

Bernard, interpretado por Pedro Osorio, que sempre soube ser filho natural de Salter, brilhantemente vivido por Pedro Paulo Rangel, tem a terrível notícia de que há um número (incerto) de seres iguais a ele. A constatação de que houve a clonagem humana e ele mesmo pode não ser o original provoca uma reviravolta na vida entre pai e filho, com uma acalorada discussão sobre a natureza humana, ética, verdade e princípios, que deixa o espectador ligado na trama nos 60 minutos de duração do espetáculo. Leia mais »

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07/07/2012 - 12:29

A Doença da Morte faz um check-up na relação amorosa

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"A Doença da Morte"

Peça de Marguerite Duras dirigida por Marcio Aurelio retrata o embate do amor entre um homem e uma mulher. No elenco, Paula Cohen e Eucir de Souza

SÃO PAULO – Texto escrito há 30 anos e que traz em seu posfácio o desejo da escritora Marguerite Duras em vê-lo transposto ao palco, A Doença da Morte acaba de estrear no Teatro Augusta e é extremamente contemporânea, pois põe a nu o amor entre um homem e uma mulher. Num momento em que se vê as pessoas evitando qualquer tipo de vínculo mais íntimo, não se permitindo amar, a peça de Duras vem para questionar ainda mais este tipo de atitude egoísta.

Com tradução de Vadim Nikitin,  direção e iluminação assinadas por Marcio Aurelio, a montagem começa com o casal separado fisicamente: o homem, interpretado por Eucir de Souza, está no palco, sentado numa cadeira colocada em cima de uma grande mesa e a mulher, vivida por Paula Cohen, está na extremidade oposta, no final da plateia.

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22/06/2012 - 18:07

Teatro da Vertigem encena espetáculo nas ruas do Bom Retiro

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Bom Retiro 958 metros"

Com direção de Antônio Araújo e dramaturgia de Joca Rainers Terron, o grupo apresenta a peça Bom Retiro 958 metros em que o público acompanha os atores pelas ruas do bairro conhecido pelo comércio de roupas

SÃO PAULO – Mais uma vez o Teatro da Vertigem em seu novo espetáculo, Bom Retiro 958 metros, reafirma sua proposta dramatúrgica experimental, em que as montagens nunca são encenadas em teatros tradicionais. Se eles já se apresentaram em igreja (Paraíso Perdido), em hospital (O Livro de Jó), em presídio (Apocalipse 1,11), em hotel abandonado (em Lima, Peru) e até no rio Tietê (BR-3), desta vez a inovação perdura. Durante duas horas o público percorre as ruas do bairro paulistano do Bom Retiro, conhecido por seu comércio voltado para moda, acompanhando os atores que desenvolvem esquetes sobre os personagens e o ambiente da região. Se durante o dia o bairro é supermovimentado, durante a noite parece terra de ninguém, um local fantasma, com as ruas vazias e todas as lojas e galerias fechadas. É neste ambiente que o diretor Antônio Araújo focou seu novo trabalho.

Com dramaturgia de Joca Rainers Terron, as histórias e esquetes retratam desde o dia-a-dia de costureiras, faxineiras e trabalhadores das lojas, o burburinho de consumidores ansiosos por produtos e lançamentos até o mundo particular de manequins, que se humanizam e passam a dividir a cena com os compradores e vendedores do bairro. Leia mais »

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19/06/2012 - 23:16

Edson Celulari e Pedro Garcia Netto emocionam em peça

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Edson Celulari e Pedro Garcia Netto dividem a cena em "Nem Um Dia Se Passa Sem Notícias Suas"

Em Nem Um Dia se Passa Sem Notícias Suas,de Daniela Pereira de Carvalho, com direção de Gilberto Gawronski, os atores vivem delicadas e traumáticas relações familiares. O espetáculo fica em cartaz só até o dia 1º de julho. Imperdível! SÃO PAULO – Há muito tempo uma peça não me emocionava tanto como Nem Um Dia se Passa sem Notícias Suas, da jovem dramaturga carioca Daniela Pereira de Carvalho. Claro que o tema central da peça, que está em cartaz no Teatro Cultura Artística Itaim, por si só já emociona: a perda e as consequências que acarreta às pessoas.

Certamente, fui tocado mais profundamente talvez por minha identificação com o personagem Joaquim, interpretado de maneira delicada e contundente por Edson Celulari: com seus cinquenta e poucos anos é forçado pelo destino a resgatar suas memórias, juntar todos os cacos de sua existência depois da morte do pai e descobrir uma nova maneira de enfrentar a vida, que continua apesar de todas as perdas. Leia mais »

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19/06/2012 - 22:33

FIT – BH: Cacá Carvalho em novo Pirandello N

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Nanda Rovere, do www.mondobhz.com.br/fit-bh-2012, parceiro do Aplauso Brasil na cobertura do FIT- BH

Cacá Carvalhorepete parceria com Roberto Bacci

BELO HORIZONTE – Um nenhum cem mil é o último romance do autor Luigi Pirandello. O espetáculo, que tem direção do italiano Roberto Bacci e atuação do ator brasileiro Cacá Carvalho, já foi apresentado para amigos na Itália e fez a estreia nacional no FIT, no último fim de semana. O trabalho foi realizado com o apoio do Ministério da Cultura italiano e da produtora paulista Corpo Rastreado.

Vintangelo Moscardo, filho de um banqueiro, questiona a sua vida a partir de uma situação bizarra. Abandona tudo e funda um asilo, no qual trabalha cuidando das pessoas. Deixa de lado a sua identidade pública e vive no anonimato. A sua imagem social se modifica e as máscaras são deixadas de lado. Leia mais »

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