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Arquivo da Categoria Colaboradores

06/10/2012 - 15:08

Grupo Galpão com mais Chékhov

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Artigo de Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Inez Peixoto em "Eclipse"

Sob a direção de Jurij Alschitz, os mineiros apresentam Eclipse espetáculo inspirado nos contos do dramaturgo russo, em que um grupo fica preso numa sala durante um eclipse solar e refletem sobre a vida

SÃO PAULO – De volta a sua “Viagem a Chékhov”, o grupo mineiro Galpão está em cartaz no SESC Vila Mariana com mais um espetáculo sobre o universo do dramaturgo russo. No final do ano passado a companhia apresentou o clássico Tio Vânia (aos que vierem depois de nós) e, desta vez, o mergulho na obra do autor foi mais profundo. Sob orientação do diretor russo Jurij Alschitz,os atores pesquisaram e leram peças e contos de Chékov para criarem o espetáculo Eclipse. Reclusos numa ampla sala durante o período de um eclipse solar, cinco pessoas refletem sobre a existência humana, discutindo temas de relevância para cada um de nós, como fé, felicidade, solidão, caos.

Por uma grande porta transversal ao palco e um potente foco de luz, os atores entram em cena e anunciam que dentro de instantes um eclipse solar vai acontecer. Ansiosos e alegres com a iminência do peculiar fenômeno natural, os dois homens e as três mulheres começam a divagar, primeiro sobre o eclipse e a reação que ele traz às pessoas; depois as reflexões começam a se tornar mais profundas e agudas. Com o início do eclipse, a porta se fecha e por uns instantes há a escuridão, mas aos poucos a luz ambiente se restabelece e as discussões começam a tomar outros rumos. As reflexões sobre a condição de vida propostas pelo grupo preso na sala têm como base os contos de Chékhov. Leia mais »

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05/10/2012 - 16:52

Atores demonstram admirável preparo físico em Maratona de Nova York

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Crítica de Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"Maratona de Nova York" - Foto de Desirée do Valle

SÃO PAULO – Em Maratona de Nova York, em cartaz no Teatro Eva Herz, o público acompanha o treinamento de dois homens que pretendem correr a Maratona de Nova York.

Anderson Muller e Raoni Carneiro interpretam os personagens Mário e Steve, que estão batalhando para vencer o desafio de correr com sucesso as 4/5 horas de duração da Maratona.

O que chama atenção especial na montagem é o preparo físico dos atores. Eles correm sem parar e ainda imprimem aos diálogos um grau de emoção que transmite com precisão a ânsia dos personagens pela superação dos seus limites. Leia mais »

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05/10/2012 - 14:26

Cabeça de Papelão: de volta para comemorar 15 anos da Cia da Revista

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Artigo de Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Baseada no conto de João do Rio, a peça mostra um homem que para se adaptar à sociedade troca sua cabeça por uma de papelão. Direção de Kleber Montanheiro e dramaturgia de Ana Roxo

Cia da Revista comemora 15 anos com "Cabeça de Papelão"

SÃO PAULO – Para celebrar 15 anos de atividades e três da nova sede, o MINITEATRO, a premiada Cia da Revista re-estreou passada a comédia Cabeça de Papelão, inspirada no conto O Homem da Cabeça de Papelão do jornalista carioca João do Rio. Com dez atores e dois músicos em cena, a montagem retrata a trajetória de vida de Antenor, um homem que se sente excluído da sociedade em que vive, o País do Sol, justamente por dizer sempre a mais pura verdade. Ele tem problemas amorosos, profissionais, financeiros e morais por praticar o bem e dizer o que sente. Descobre que para se adaptar às imposições do mundo é preciso mudar de cabeça: vai ao relojoeiro e deixa sua cabeça para consertar e leva uma de papelão. Antenor, depois desta troca, é reconhecido pela sociedade e conquista dinheiro, poder, amor e fama. Leia mais »

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04/10/2012 - 02:40

Antunes Filho dirige Toda Nudez Será Castigada

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

Antunes Filho apresenta "Toda Nudez Será Castigada"

SÃO PAULO – O diretor Antunes Filho, um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, estreia Toda Nudez Será Castigada, em comemoração aos 30 anos do Centro de Pesquisa Teatral do SESC Consolação (CPT) e ao centenário do nascimento de Nelson Rodrigues. No elenco, estão os atores do CPT, criado pelo SESC para abrigar as pesquisas e encenações do Grupo de Teatro Macunaíma, comandado por Antunes Filho. A estreia é sexta-feira (5), às 21h.

Antunes Filho apresenta "Toda Nudez Será Castigada"

O texto, que já ganhou várias versões teatrais e já foi montado por Antunes Filho nos anos 1980, obteve fama nacional com a estreia do filme homônimo, dirigido por Arnaldo Jabor, em 1973, e estrelado por Darlene Glória.

Antunes Filho já encenou diversas peças do dramaturgo, que viraram montagens antológicas do teatro brasileiro, como Nelson Rodrigues, O Eterno Retorno (1981), Nelson 2 Rodrigues (1984), projeto do qual fazia parte a apresentação de Toda Nudez Será Castigada; Paraíso, Zona Norte (1989) e A Falecida VaptVupt (2009). Leia mais »

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04/10/2012 - 01:24

Clara Nunes recebe homenagem da cantora Virgínia Rosa

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

Virgínia Rosa

SÃO PAULO – O show Virgínia Rosa canta Clara Nunes celebra os 70 anos de nascimento da sambista, considerada uma das maiores pesquisadoras da cultura popular brasileira. As apresentações acontecerão no Teatro Cleyde Yáconis, em curta temporada. A estreia é sexta-feira (5), às 21h30. A direção geral é de Fernando Cardoso. Os músicos são: Robertinho Carvalho (contrabaixo), Dino Barioni (violões), Ramon Montagner (bateria e percussão), Ogair Júnior, pianista que também assina a direção musical.

Clara Nunes

No repertório, Virgínia apresenta músicas de seus álbuns e sucessos de Clara Nunes, como Juízo Final, Quem Me Dera, Ninguém Tem que Achar Ruim, Feira de Mangaio, Canto Das Três Raças, além de Morena de Angola, de Chico Buarque, um dos destaquesda carreira da artista.

Para apresentar as várias facetas da sambista, que também cantava chorinho, forró, valsa e samba-enredo, a cada apresentação serão interpretadas diferentes canções.

Como Clara Nunes era muito ligada à natureza, não poderia faltar no set lista música Forças da Natureza. O cenário e a luz também fazem referência a essa paixão, com cores e elementos que lembram a cor do mar. Leia mais »

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03/10/2012 - 18:32

Uma Inteligente discussão sobre arte e amizade

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Crítica de Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Arte"

SÃO PAULO – Arte foi o texto que fez com que a dramaturga Yasmina Reza se tornasse um dos principais (na minha opinião, o principal) nomes da dramaturgia contemporânea. Sua primeira montagem no Brasil aconteceu em 1998, sob a direção de Mauro Rasi, tendo no elenco Paulo Goulart, Pedro Paulo Rangel e Paulo Gorgulho. Agora, a peça de Yasmina ganhou uma nova encenação com a direção de Emílio de Mello.

Emílio tem se revelado um diretor especializado em encenar os textos da autora. Ele já foi o responsável pelas montagens de O Homem Inesperado e Deus da Carnificina.

No programa da montagem brasileira de Deus da Carnificina, Yasmina escreveu que produz um “teatro de tensão”. É uma definição precisa e exata sobre a sua obra dramatúrgica. Suas personagens estão sempre em volta de uma discussão acirrada, o que fez dela uma escritora que trouxe de volta à cena contemporânea o valor da palavra. Leia mais »

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26/09/2012 - 20:02

Últimos dias em São Paulo de TôTatiando com Zélia Duncan

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Zélia Duncan, Luiz Tatit e Regina Braga

Neste final de semana a cantora encerra a temporada paulistana do espetáculo em homenagem a Luiz Tatit. Com direção de Regina Braga, Zélia mistura teatro e música só com a obra do compositor paulista

SÃO PAULO – Quando algo me toma, me emociona, quero logo compartilhar com os amigos a emoção vivida. Foi assim com o espetáculo TôTatiando, em que Zélia Duncan homenageia o cantor e compositor paulista Luiz Tatit. Liguei para algumas pessoas logo que saí do Teatro Tuca avisando que a temporada é curta. E agora insisto: neste final de semana (28, 29 e 30 de setembro) são as últimas apresentações deste trabalho ímpar, em que a cantora mescla teatro e música. Como a marca de Tatit é o ‘canto-falado’, Zélia interpreta as canções de maneira peculiar — mesmo contando com os músicos Webster Santos e Tercio Guimarães ao seu lado, em certos momentos ela não usa a melodia e dá vida aos personagens, interpretando-os no palco.

Zélia confessa ter sido influenciada pela chamada vanguarda paulistana dos anos 80, em que Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e os grupos Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo agitavam o cenário em apresentações concorridas no Teatro Lira Paulistano, em Pinheiros. Deste fascínio, ela se aproximou de Itamar de quem gravou várias canções. Leia mais »

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25/09/2012 - 16:01

Barracão Cultural encena Facas nas Galinhas no Espaço Elevador

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

Cláudio Queiroz e Eloísa Elena em "Facas nas Galinhas"

SÃO PAULO – Após temporada no espaço da Cia do Feijão, Facas nas Galinhas re-estreia no Espaço Elevador, dia 06 de outubro (sábado). A direção é de Francisco Medeiros. A trilha sonora é de Dr Morris. Cenário e figurino: Marco Lima. Marisa Bentivegna assina a iluminação. No elenco estão os atores Eloisa Elena, Cláudio Queiroz e Thiago Andreuccetti, do Barracão Cultural.

Facas nas Galinhas, de David Harrower, é um texto poético que propõe reflexões sobre a busca de uma nova rotina de vida. Os personagens da peça vivem num vilarejo distante da cidade, lugar em que a as lendas fazem parte de uma população sem grandes perspectivas de futuro.

A vida da mulher de um lavrador (Eloisa Elena) se modifica a partir do contato com um moleiro. A moça vai ao moinho para moer a farinha. Leia mais »

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24/09/2012 - 19:04

Eclipse, do Grupo Galpão, estreia no SESC Vila Mariana

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"Eclipse" - Credito Bianca Aun

SÃO PAULO – Depois de finalizar as apresentações dos espetáculos Till, a saga de um herói torto, Romeu e Julieta e Tio Vânia, aos que vierem depois de nós, o Grupo Galpão estreia o inédito, na capital paulista, Eclipse na próxima quinta-feira (27), no Teatro do SESC Vila Mariana.

O diretor Jurij Alschitz assina a direção, dramaturgia, cenografia e figurinos. Olga Lapina é a responsável pela preparação vocal e assistência de direção. Diego Bagagal faz a assistência de direção e figurinos. Ernani Maletta, parceiro do Grupo Galpão em diversos projetos, assina a direção musical e arranjos. A iluminação é de Chico Pelúcio e Bruno Cerezoli.

"Eclipse" - Credito Bianca Aun

A temporada paulistana, que teve início em 28 de julho, com a apresentação de Romeu e Julieta, no Parque da Juventude, faz parte das comemorações dos 30 anos do Galpão e conta com o apoio do SESC, o qual viabilizou a vinda do grupo com trabalhos de representatividade na sua trajetória.

Eclipse é a segunda montagem do Galpão baseada na obra de Antón Chékhov. Leia mais »

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21/09/2012 - 16:07

O Expresso do Pôr do Sol: estreia de Fabio Assunção como diretor

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Expresso do Pôr do Sol"

O ator dirige e também assina a produção da montagem da peça de Cormac McCarthy, que discute vida e morte por meio do embate entre dois personagens interpretados por Cacá Amaral e Guilherme Sant’Anna

SÃO PAULO – Ao entrar na sala de espetáculo do Tucarena, o espectador já fica diante do clima proposto pelo diretor Fabio Assunção para a montagem da peça O Expresso do Pôr do Sol: os dois atores estão em cena, um parado e pensativo e o outro anda em passos firmes pelo palco redondo. Tensão e comportamentos opostos, esta é a tônica da peça original The Sunset Limited do norte-americano Cormac McCarthy, traduzida por Nelson Amorim e que foi adaptada por Maria Adelaide Amaral.

Fabio Assunção dirige "O Expresso do Pôr do Sol"

Depois dos três sinais característicos para o início — dados pelo ator Guilherme Sant’Anna em vasos que o diretor comprou na Índia — fica-se sabendo que Black (Guilherme) acabara de salvar White (Cacá Amaral) de uma tentativa de suicídio.

Mesmo contrariado, White é levado para o apartamento de Black, no subúrbio. É no reduto de Black (um ex-presidiário e atualmente um evangélico fundamentalista) que o embate filosófico, religioso e moral vai de desenvolver: White é um professor ateu, que vê na morte o único caminho possível para a sua vida, o que fará com que Black tente por todos os meios convencê-lo do contrário. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags:
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