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15/05/2012 - 20:40

Grupo Dragão 7 representa o Brasil em Festival angolano

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Grupo Dragão 7 leva "O Auto da Barca do Inferno" à Luanda

LUANDA – Depois de turnê por diversas cidades brasileiras e apresentações na Europa e África, o espetáculo Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, fará apresentações no Festival de Teatro e Artes, em Angola. O festival, que acontecerá entre quinta-feira (17) e 31 de Maio em Luanda, é organizado pelo Elinga Teatro, em parceria com o Ministério da Cultura de Angola e o Governo Provincial de Luanda.

Os artistas do Grupo Dragão 7, que tem a direção de Creusa Borges, terão a oportunidade de estabelecer intercâmbio com países lusófonos. Grupos de Angola, Cabo Verde, Moçambique e Portugal estarão presentes nesta segunda edição do evento.

Em Auto da Barca do Inferno, escrita em 1517, personagens estão num lugar imaginário e ao morrerem procuram pela barca que julgam merecer por direito: A do Céu ou do Inferno. Leia mais »

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19/12/2009 - 20:27

Musicais definem novos velhos rumos do entretenimento teatral

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

Elenco do musical <i>Avenida Q</i>

Elenco do musical Avenida Q

 

No segundo artigo-retrospectiva teatral 2009, me atenho a um gênero teatral que entrou em meados de 2000 na pauta das artes cênicas, embora não seja um gênero novo – historicamente, com as revistas musicais, entre outras formas teatrais que marcaram época, e nos deixaram o legado das grandes vedetes, como a diva Eloá –, nessa primeira década do século 21 deixou claro que veio não como moda, mas em busca de um novo espaço que lhe é velho conhecido, e, particularmente este ano, ocupou boa parte do teatro comumente chamado de entretenimento.

 

Assim como afirmei no bate-papo sobre Teatro de Entretenimento X Teatro de Vanguarda, no Vira Cultura, da Livraria Cultura, prefiro os termos risco e menor risco para tratar os espetáculos que visam a pesquisa de linguagens e os de olho em públicos mais adeptos em gastar com a diversão, respectivamente. Musicais como A Bela e a Fera e A Noviça Rebelde, por suas longas trajetórias de montagens bem-sucedidas, podem ser colocados no patamar de montagens de menor risco, ou seja, que, provavelmente, cairão no gosto do grande público. Mas, até nesses casos, a condicional não afasta de todo o risco.

Dirigida pela dupla que revitaliza nossa adormecida vocação aos musicais, sobretudo como forma de entretenimento, Charles Möeller e Cláudio Botelho, apresentaram uma montagem impecável de A Noviça Rebelde fazendo jus à plateia sempre lotada, mesmo com ingressos à altos preços. O espetáculo fez, também, temporada popular no Teatro Sérgio Cardoso, onde pudemos conferir o trabalho de “maior risco” da dupla, 7 – O Musical, texto brilhante de Charles Möeller, dirigido por Cláudio Botelho e com trilha original composta por Ed Motta, comprovando que estamos preparados não apenas para importar os clássicos do universo musical. Leia mais »

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