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30/06/2011 - 21:42

Últimas chances para conferir New York, New York

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Michel Fernandes e Luís Francisco Wasilewski (michel@aplausobrasil.com)

"New York, New York" tem deslumbrante coreografia de Anselmo ZoLa

Você tem só até domingo (3) para conferir o musical New York, New York, de Earl Mach Rauch, dirigido por José Possi Neto, em cartaz no Teatro Bradesco. Protagonizado por Alessandra Maestrini e Juan Alba, a montagem conta com um elenco de 54 artistas, dos quais 13 são bailarinos, 16 atores/cantores e 25 músicos, que formam uma legítima big band. A direção musical está a cargo de Fábio Gomes de Oliveira. Mas quem rouba a cena é a atriz Simone Gutierrez, na pele de uma hilária coadjuvante (CLIQUE AQUI para ler matéria sobre a atriz).

O romance que virou filme e, pela primeira vez, ganha os palcos mostra a história de amor entre a cantora Francine Evans (Alessandra Maestrini) e o saxofonista Johnny Boyle. (Juan Alba).

"New York, New York", crédito foto Marcos Mesquita

New York, New York conta com cenografia de J.C. Serroni, que alia plataformas móveis a imagens de locais remissivos à cena, coreografias concebidas por Anselmo Zola, enquanto que os números de sapateado fica sob a batuta de Kika Sampaio. A criação da maquiagem e cabelos das personagens é de Cabral, que há dez anos é o responsável pelo visual das personagens da Terça Insana. Leia mais »

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13/04/2011 - 04:21

Simone Gutierrez rouba a cena em New York, New York

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Alguns problemas técnicos como falta de equalização dos microfones do musical New York, New York, cuja estreia foi nesta terça-feira, no Teatro Bradesco, não comprometeram o prazer em assistir ao espetáculo dirigido por José Possi Neto.

Sem esquecer a potência e limpidez da voz de Alessandra Maestrini com interpretações antológicas de The Man I Love, So In Love e New York, New York, Simone Gutierrez deixa marca inesquecível no espetáculo. Sua veia cômica aliada a sua afinação e carisma são elementos fundamentais para que a atriz seja destaque mesmo em suas pequenas aparições. Ao interpretar Fever ela revela todo seu potencial de “cantriz”. Leia mais »

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25/02/2011 - 14:39

Rasgo poético no rito de passagem

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Alessandra Negrini e Joaquim Lopes em "A Senhora de Dubuque"

Crítica de Michel Fernandes para a peça A Senhora de Dubuque publicada na edição impressa do Diário de São Paulo de 22 de fevereiro de 2011.

Obsessão do autor Edward Albee, ou simplesmente a busca desesperada que satisfaça a eterna interrogação “quem somos?”, é o barco que conduz A Senhora de Dubuque para um poético rito de passagem.

Sob a capa do coloquialismo naturalista, em que amigos se reúnem na casa do casal Jo (a convincente Alessandra Negrini) e Sam (Joaquim Lopes, em interpretação excelente) – à beira da morte pela debilidade causada por uma doença terminal –, símbolos de extremada beleza poética emergem dando toques metafísicos e atemporais ao que é apresentado como possível cópia do mundo real. Leia mais »

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01/02/2011 - 14:41

Peça traz morte como tema central

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Maurício Mellone, colunista colaborador do Aplauso Brasil

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Sob direção de Leonardo Medeiros, peça traz Karin Rodrigues, Alessandra Negrini, Joaquim Lopes e Edson Montenegro nos papéis centrais

Se há algo de certo nessa vida é a morte. Por mais que todos saibam dessa máxima, poucos lidam

Elenco de "A Senhora Dubuque"

bem ou enfrentam essa verdade. O dramaturgo norte-americano Edward Albee tem a morte como tema em várias de suas peças e, em A Senhora de Dubuque, — texto inédito no Brasil que acabou de estrear no SESC Pinheiros, Teatro Paulo Autran—, novamente tem a finitude humana como centro da discussão.

Sob a direção do ator Leonardo Medeiros, a peça inicia com o casal Jo e Sam, vividos por Alessandra Negrini e Joaquim Lopes, recebendo em sua casa dois casais de amigos. Cansados do joguinho de adivinhações e com o nível alcoólico bem elevado, vêm à tona as desavenças, intrigas e conflitos entre eles. Jo, que está seriamente doente, não tem papas na língua e solta todas as verdades e venenos. Leia mais »

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