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05/10/2012 - 14:26

Cabeça de Papelão: de volta para comemorar 15 anos da Cia da Revista

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Artigo de Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Baseada no conto de João do Rio, a peça mostra um homem que para se adaptar à sociedade troca sua cabeça por uma de papelão. Direção de Kleber Montanheiro e dramaturgia de Ana Roxo

Cia da Revista comemora 15 anos com "Cabeça de Papelão"

SÃO PAULO – Para celebrar 15 anos de atividades e três da nova sede, o MINITEATRO, a premiada Cia da Revista re-estreou passada a comédia Cabeça de Papelão, inspirada no conto O Homem da Cabeça de Papelão do jornalista carioca João do Rio. Com dez atores e dois músicos em cena, a montagem retrata a trajetória de vida de Antenor, um homem que se sente excluído da sociedade em que vive, o País do Sol, justamente por dizer sempre a mais pura verdade. Ele tem problemas amorosos, profissionais, financeiros e morais por praticar o bem e dizer o que sente. Descobre que para se adaptar às imposições do mundo é preciso mudar de cabeça: vai ao relojoeiro e deixa sua cabeça para consertar e leva uma de papelão. Antenor, depois desta troca, é reconhecido pela sociedade e conquista dinheiro, poder, amor e fama. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags: , , , , , , , ,
04/05/2012 - 18:52

A Mecânica das Borboletas retrata conflito entre irmãos

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Mecânica das Borboletas" - foto de Guga Melgar

Eriberto Leão e Otto Júnior são os gêmeos Rômulo e Remo que assumem posturas opostas na vida e 20 anos depois precisam fazer um acerto de contas. Suzana Faíni e Ana Kutner completam o elenco da peça de Walter Daguerre dirigida por Paulo de Moraes


SÃO PAULO – O argumento de A Mecânica das Borboletas, em cartaz no Teatro Anchieta (SESC Consolação), nasceu depois que o dramaturgo Walter Daguerre passou uma temporada numa fazenda gaúcha em que os afazeres eram somente os rurais e campestres, nada da vida urbana e tecnológica. estes opostos (urbano/rural, digital/analógico) motivaram o autor a criar os gêmeos Rômulo e Remo, interpretados respectivamente por Eriberto Leão e Otto Júnior, que encarnam ideais de vida opostos e ao mesmo tempo muito próximos e inconciliáveis: a liberdade que o mundo oferece e a responsabilidade em cuidar da família.

Rômulo deixa o lar e se aventura pelo mundo, tornando-se um escritor de sucesso; já Remo assume a oficina mecânica deixada pelo pai após sua morte, casa-se e cuida da mãe, que ficou perturbada com tantas perdas. A volta do filho pródigo provoca atritos e uma reviravolta no destino de toda a família. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
12/04/2012 - 18:25

Eriberto Leão é destaque em A Mecânica das Borboletas

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Mecânica das Borboletas" - foto de Guga Melgar

SÃO PAULO – Depois de temporada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, A Mecânica das Borboletas faz temporada na capital paulista. A estreia será amanhã no Teatro Anchieta (SESC Consolação). No elenco, Ana Kutner, Eriberto Leão, Otto Jr e Suzana Faíni. A direção é de Paulo Moraes, da Cia Armazém de Teatro.

A Mecânica das Borboletas é um texto inédito do dramaturgo Walter Daguerre e faz uma reflexão sobre a vida contemporânea ao abordar as escolhas da vida e as consequências que elas ocasionam. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , ,
15/03/2012 - 17:20

As múltiplas Nises de Mariana Terra

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG  (Michel@aplausbrasil.com)

"Nise da Silveira", com Mariana Terra. Foto - Jackeline Nigri

SÃO PAULO – Uma personagem monumental feito a Dra. Nise da Silveira, uma das primeiras brasileiras a se formar em medicina, cujo mergulho nas veredas do Inconsciente, inspiração do mestre C. G. Jung, levou-a a negar a terapia à base de eletro-choque e tratar seus “doentes” com pinturas que revelavam imagens de seus inconscientes, merecia a multiplicação de instrumentos interpretativos para dar conta dessa imensidão de Nises. Em Nise da Silveira – Senhora das Imagens, roteiro e direção de Daniel Lobo, cuja temporada acaba de ser prorrogada hoje, no Teatro Eva Herz, a atriz Mariana Terra alcança a estatura de sua personagem.

A entrada da plateia no pequeno e aconchegante teatro localizado dentro da livraria cultura já é um convite a esquecermos o tempo acelerado de nosso cotidiano em favor de um tempo sagrado, em que o acelerado ritmo diário dá pausa ao mergulho no profundo em nós. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas, MICHEL FERNANDES RECOMENDA, Multimídia Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
10/01/2012 - 18:36

Danton Mello vive filho da “supermãe” Ana Lúcia Torre em comédia dirigida por Alexandre Reinecke

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Como se tornar uma supermãe em 10 lições" - foto de João Caldas

SÃO PAULO – A partir da próxima Sexta, dia 13, os risos estão garantidos para quem for ao Teatro Gazeta. Estreia lá, a comédia Como se tornar uma super mãe em 10 lições, peça que no início da década de 1990, levou multidões ao teatro, quando foi estrelada por Eva Todor. Eu, que fui um destes espectadores, lembro rindo tanto da genial interpretação de Eva, quanto do excelente texto de Paul Fuks. A peça, interpretada por elenco de afiadíssimos comediantes, é contada a partir das lembranças de Daniel (Danton Mello), um típico bom filho judeu, que tenta ministrar uma palestra no dia em que recebe um importantíssimo prêmio de “algebrologia sintagmática”. Na primeira fila do auditório está sua super mãe (Ana Lucia Torre), que o interrompe a todo o momento para perguntar se ele está com as devidas roupas que o protegem do frio e alergias. Até que o submisso filho resolve contar sua história e as consequências da educação de uma mãe superprotetora. Leia mais »

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17/05/2011 - 14:50

Ilana Kaplan faz rir com personagem que defende os direitos dos fumantes

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Um dos maiores sucessos de Ilana Kaplan na Terça Insana – FUMANTE

Esquete registrado, autoria de Ilana Kaplan e Ana Kaplan.

Imagens: Daniel de Rogatis



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01/11/2010 - 19:07

“Como esquecer” nos pergunta qual o oposto do amor

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Filme de Malu de Martino, com Ana Paula Arosio, Murilo Rosa, Natália Lage, Arieta Corrêa, Bianca Comparato e Pierre Baitelli

Ana Paula Arósio e Murilo Rosa em drama LGBT

Num site de divulgação do filme “Como Esquecer”, da diretora Malu de Martino, há uma promoção para a melhor resposta a uma indagação proposta no filme: qual oposto do amor? Em off, a personagem central Júlia, vivida por Ana Paula Arosio, logo adianta que ódio seria uma resposta muito óbvia. Esta questão me mobilizou durante a exibição. Tanto pelo drama vivido por Júlia como pela minha própria experiência de vida, tenho a impressão que o oposto do amor é a solidão, a dor e em muitas vezes a depressão!

Esse tom cinzento, sombrio e sofrido é o que caracteriza “Como Esquecer” — uma adaptação da história autobiográfica de Myriam Campello—  que poderia ser definido como o drama da perda. Júlia, uma professora universitária de literatura inglesa, se vê abandonada após longa relação com Antonia. Seu melhor amigo, o ator Hugo, interpretado por Murilo Rosa, tem o temperamento oposto — é otimista, alegre e amoroso—, mas também convive com a dor da perda recente de seu namorado. Para fechar o círculo, Lisa, papel de Natália Lage, separou-se do namorado. Como solução para a vida dos três, Hugo propõe que passem a dividir uma casa, num ambiente próximo à natureza. Depois de muito resistir, Júlia aceita o convite e eles se mudam para Mangaratiba, cidade litorânea e próxima do Rio.

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Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema, Multimídia Tags: , , , , , , , ,
22/06/2010 - 21:40

FILO 2010: Kabul impacto com excesso de virtuosismo

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Michel Fernandes, do Aplauso  – à convite do FILO – Festival Internacional de Londrina

michel@aplausobrasil.com)

"Kabul", espetáculo da Amok Teatro

Por um lado temos um impacto, sem qualquer concessão, com os horrores cotidianos sofridos pelos afegãos sob a égide do regime Talibã, derrubado em outubro de 2001 pela Otan, em Kabul (RJ/ 2009) apresentado pela companhia carioca Amok Teatro; por outro, o espetáculo se torna cansativo e previsível com o acento excessivo no virtuosismo técnico dos intérpretes.

A vida de dois casais afegãos, vivendo sob o rigoroso e miserável regime imposto pelos Talibãs, em 1997, serve de pano de fundo para que se deflagre a estupidez do fanatismo, das incoerências da guerra, da demarcação entre os sexos masculino e feminino, entre outros. Leia mais »

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24/02/2010 - 10:24

Texto de cultuado autor francês ganha os palcos do SESC Avenida Paulista

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Douglas Picchetti (aplausobrasil@aplausobrasi.com)

Espetáculo solo tem direção de Thierry Trémouroux,  tradução de Ângela Leite e texto do autor francês Valère Novarina

Espetáculo solo tem direção de Thierry Trémouroux, tradução de Ângela Leite e texto do autor francês Valère Novarina

Segunda parte do texto Discurso aos Animais, de Valère Novarina, um dos autores contemporâneos mais encenados na França, o espetáculo A Inquietude estreia hoje (24), às 21h, no Espaço Décimo Segundo Andar da Unidade Provisória Sesc Avenida Paulista. Sob direção de Thierry Trémouroux, a atriz Ana Kfouri interpreta Jean qui Cloche (João Mancada). Em uma paisagem lunar, o personagem conta suas aventuras para o público, por meio de suas lembranças e pensamentos, num jogo de palavras rítmico.

O espetáculo se desenvolve na fala poética e sonora de João Mancada, que em seu pequeno abrigo conversa com animais há dezoito anos. O personagem conta suas aventuras em um jogo de palavras, recheado de tensão, lirismo, raiva e tristeza. A partir daí a peça vai se desenrolando e, aos poucos, desenvolve uma interlocução com o público.

O cenário, de Desirée Bastos, é composto por bolas de luz espalhadas pelo palco e remete ao espaço lunar. O espaço acolhe o ator e o espectador e, ao longo do espetáculo, estreita o jogo entre eles. A partir de uma projeção, é exibida a cena de Ana Kfouri voando de asa delta. “É como se eu viesse do espaço”, diz a atriz que, em 2007, encenou parte inicial do texto, O Animal do Tempo, dirigida por Antonio Guedes.

A proposta de Valère Novarina é desafiadora e o autor apresenta uma produção textual particularmente sonora, musical e rítmica, explorando uma pluralidade de sentidos. Leia mais »

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