Publicidade

Publicidade

02/06/2012 - 17:29

OhAmlet re-estreia de graça na Oficina Cultural Oswald de Andrade

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Daniel Ortega em "OhAmlet"

SÃO PAULO – OhAmlet – do Estado de Homens e de Bichos é baseado na obra de Shakespeare e na fábula Amlet, de SaxoGrammaticus, e propõe uma reflexão sobre o poder no passado e presente, através do mito Hamlet. A dramaturgia e direção são de Evill Rebouças. A peça fez temporada no SESC Consolação, ano passado, e re-estreia na Oficina Oswald de Andrade, de graça, amanhã.

A encenação não reproduz o conteúdo dramático e épico das obras de Shakespeare e do historiador dinamarquês SaxoGrammaticus. O objetivo é investigar o caráter mitológico e provocar um diálogo com o mundo contemporâneo, explorando a confrontação com o mito e não a identificação. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , ,
20/04/2012 - 15:39

Confira programação da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

"Kamouraska" - Cia Inversa Teatro

Organizada pela Cooperativa Paulista de Teatro e, mais uma vez com patrocínio da Petrobrás, a sétima edição da Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo começa na próxima terça-feira (24) na Oficina Cultural Oswald de Andrade que divide a programação, toda ela gratuita, com o SESC Bom Retiro

SÃO PAULO – De 24 (terça-feira) a 29 de abril (segunda-feira), a Oficina Cultural Oswald de Andrade e a unidade Bom Retiro do SESC São Paulo serão palco para as dez atrações latino-americanas e duas espanholas que compõem a grade de programação da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo, cujas atividades são gratuitas e a realização é da Cooperativa Paulista de Teatro e do Instituto Internacional de Teatro da UNESCO no Brasil (ITI- Brasil), e tem como eixo “a mulher na produção teatral da América Latina”.

"As Três Irmãs" - Cia Traço de Teatro - credito Nassau Souza


A peça de abertura da Mostra, que já faz parte do calendário teatral da cidade de são Paulo, terá o coletivo mexicano La Reina Chulas instalando seu cabaré La Banda de Las Recodas – sarcástico painel da sociedade mexicana e suas semelhanças com outros países latino-americanos. Os cubanos do Teatro de La Luna colocarão em relação dois ídolos de Cuba: Célia Cruz e Benny Moré, que se encontram imaginariamente no lendário piano-bar Delirio Habanero. As recifenses Loucas de Pedra Lilás prometem agitação e propaganda em torno dos problemas da mulher com seu As Dom QuiXotas em Defesa dos Direitos Humanos Enfrentando os Cafuçus, e as florianopolitanas da Traço Cia de Teatro exibirão uma singela versão de As Três Irmãs, de Chekhov. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/08/2011 - 15:34

André Garolli e Cia. Triptal celebram 20 anos

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

André Garolli, diretor da Cia. Triptal

Com a leitura dramática da peça Neblina, de Eugene O’Neill, às 19h de hoje na Oficina Cultural Oswald de Andrade, a Cia. Triptal, dirigida pelo excelente ator André Garolli, dá início à celebração de duas décadas da trupe que, nos últimos anos, desenvolve importante trabalho de resgate da dramaturgia menos conhecida do autor norte-americano.

A trama de Neblina conta a história de uma jovem mãe e seu filho sobreviventes de um naufrágio que passam a noite em um barco cercado por uma densa neblina que cai sobre a águas geladas do Atlântico Norte.

“Essa peça, escrita, em 1914 visa explorar a condição do estar perdido como metáfora central para a vida moderna”, explica André Garolli.

A leitura inaugura uma Exposição sobre o trabalho da Triptal – que iniciou sua carreira investigando o teatro de Maria Clara Machado, fundadora do Teatro Tablado (RJ), expoente do teatro para crianças, com o projeto Maria Clara Clareoude segunda à sexta das 10 às 21h e sábado das 10 às 17h.

TUDO GRÁTIS Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias, Multimídia Tags: , , , , , , , ,
13/03/2011 - 16:12

Uma equipe de peso!

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, colunista e crítica teatral do Aplauso Brasil

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

Só a equipe que assina a montagem de O Grande Grito, de Gabriela Rabelo, já valeria uma ida ao teatro com folga. Começando pelo diretor que é José Renato (ator e diretor, fundador do Teatro de Arena) que, como sempre, consegue total integração do elenco e dos colaboradores (todos velhos de guerra). Assina a cenografia e os figurinos Márcio Tadeu (arquiteto, ator do Pessoal do Vitor, adorado professor de cenografia da Unicamp) e, como se não bastasse, Davi de Brito caprichando na iluminação (Antunes Filho com quem ele sempre trabalhou, deve estar morrendo de ciúmes).

"O Grande Grito" fica em cartaz só até 17 de abril


Além deles, há um ótimo elenco que dá conta do recado: No papel principal Niveo Diegues (que faz Mário de Andrade), em dupla com Augusto Pompeo (Macunaíma), interrompidos por Adão Filho (Exu). Eles formam o time dos não vivos. Paralelamente a eles há os que vivem no mundo de hoje.Destacam-se os jovens Carlos Francisco, Míriam Amadeu e Murilo Inforsato. Somam-se a eles, (nos papéis de pais da jovem defendida por Míriam) Carlos Cambraia e Theodora Ribeiro.

Pelo o que me foi dito, o texto teve como ponto de partida uma tese acadêmica de Gabriela sobre Mário de Andrade. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , ,
11/03/2011 - 17:37

Vida de Mário de Andrade ganha visão dramática de Gabriela Rabello

Compartilhe: Twitter

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Estreia no CCSP, "O Grande Grito"

O Grande Grito, peça de Gabriela Rabelo, com direção de José Renato, estreia nesta sexta-feira (11) na sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo. O texto fala sobre o escritor Mário de Andrade e sua polêmica atuação no primeiro Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, entre 1935 e 1938.

De sua gestão nesse primeiro Departamento de Cultura de São Paulo ficaram sementes de projetos para Educação e Cultura que existem até hoje Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , ,
01/02/2010 - 16:33

Duas que vale conferir

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

<i>Teatro Para Pássaros</i> -Daniel Gaggini e Ana Füser - foto de Cacá Bernardes-

Teatro Para Pássaros -Daniel Gaggini e Ana Füser - foto de Cacá Bernardes-

A Cia. de Teatro Encena apresentou em suas últimas montagens, com exceção de Leonor de Mendonça (Gonçalves Dias), textos experimentais em que o ponto de vista dos jovens de agora é contraposto à visão dos atuais coroas. Desta vez mudou de foco encenando ninguém menos que Jorge Andrade, Os Ossos do Barão, em cartaz no Teatro Ruth Escobar.

O autor paulista, em Os Ossos do Barão, analisa os efeitos da crise de 1929, que empobreceu os donos de fazenda e de cujos efeitos foi possível se salvar graças ao café e à imigração italiana.

Dois interesses a princípio antagônicos, mas que acabam se compondo como é hábito em nosso país pouco afeito à guerras, apesar de ter participado de algumas e criado revoluções mais ou menos localizadas. Talvez esse seja o foco que o grupo defende e enfatiza, pois é com o qual conta com a empatia da plateia. Há interesse do público do começo ao fim, inclusive rindo nas partes cômicas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
07/01/2010 - 21:44

Clássico de Jorge Andrade ganha montagem da Cia. de Teatro Encena

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

<i>Os Ossos do Barão</i>, clássico da dramaturgia moderna brasileira

Os Ossos do Barão, clássico da dramaturgia moderna brasileira

Mesmo que o nome de Nelson Rodrigues protagonize as apologias de principal dramaturgo brasileiro, o paulista Jorge Andrade, seu contemporâneo, tem semelhante importância na história da dramaturgia brasileira moderna. Um de seus textos consagrados, Os Ossos do Barão, ganha montagem dirigida por Orias Elias, que estreia nesta sexta-feira (8), 21h, na sala Dina Sfat do Teatro Ruth Escobar.

Em A Moratória, outro texto consagrado do autor, o foco temático é a transformação social de uma sociedade rural, dependente da exportação do café, para um universo urbano em que as formas para o sustento financeiro são absolutamente diferentes. Já em Os Ossos do Barão o período seja o mesmo, ou seja a crise de 1929 no abalo estrutural da sociedade paulistana, o foco temático passa a ser o desejo pela ascensão social.

O protagonista da trama é Egisto Ghiroto, imigrante italiano que trabalhava, como empregado, na fazenda do Barão de Jaraguá. Com a Revolução Industrial, Egisto enriquece e torna-se proprietário de tudo que pertenceu ao Barão no passado (inclusive os ossos e sua cripta mortuária). Apesar de rico e dono de tantos bens, Egisto está descontente, pois não possui qualquer título de nobreza. Seu sonho, portanto, é concretizar o casamento de seu filho Martino com Isabel, bisneta do Barão de Jaraguá. Em busca desse sonho, Egisto põe um plano em prática, visando a atrair a família de Isabel para uma armadilha que envolve os ossos do barão. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , ,
Voltar ao topo