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03/09/2012 - 22:11

Nilton Bicudo e Coisa de Louco chegam ao Teatro Eva Herz

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Coisa de Louco", texto de Fauzi Arap e direção de Elias Andreato

SÃO PAULO – O ator e diretor Nilton Bicudo está de volta co  o solo Coisa de Louco, texto de Fauzi Arap e direção do, também ator e diretor, Elias Andreato, a partir da próxima quarta-feira (5). Com estreia no primeiro semestre deste ano para inaugurar a sala Elias Andreato – dentro do hospital Santa Catarina –, o monólogo que se apresentou no SESC Ipiranga, agora chega ao Teatro Eva Herz.

Coisa de Louco é uma peça em formato de palestra, com humor e teor crítico em que Nilton Bicudo vive Firmino, um contador que é convidado em cima da hora para realizar uma palestra sobre drogas.

Apesar de não dominar o assunto, ele aceita o desafio porque está separado e atolado em dívidas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , , , , , , , , , , ,
19/07/2012 - 07:05

Comédia romântica revela o talento da jovem atriz Julia Gomes

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO   – A Garota do Adeus apresenta o dia-a-dia de uma bailarina que é obrigada a dividir o seu apartamento com  Hélio, um desconhecido, depois que é abandonada pelo namorado.

Paula (Gabriela Duarte) vive com a filha Luci (Julia Gomes), de dez anos, e não tem sorte nos seus relacionamentos. Como o título da peça sugere, ela é sempre deixada pelas pessoas que ama.

Num primeiro momento, Hélio e Paula não conseguem se entender devido às diferenças de personalidade, mas aos poucos os dois personagens vão se aproximando e o amor é inevitável. São duas pessoas sozinhas, em busca do sucesso profissional e que apesar das diferenças começam se encantar um pelo outro. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
29/06/2012 - 15:21

Camille e Rodin marca a re-abertura do Auditório MASP

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Camille e Rodin"

Em peça inédita de Franz Keppler, com direção de Elias Andreato, Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore encarnam os escultores franceses Auguste Rodin e Camille Claudel, que viveram um apaixonado e tumultuado romance no século 20

SÃO PAULO – A escolha da peça não poderia ter sido mais acertada: para re-abertura do Auditório MASP, nada melhor do que um espetáculo sobre a vida e obra de dois dos maiores escultores de todos os tempos, Auguste Rodin e Camille Claudel. Com texto inédito de Franz Keppler e direção de Elias Andreato, Camille e Rodin retrata o encontro do já maduro Rodin, interpretado por Leopoldo Pacheco, com a jovem Camille, vivida por Melissa Vettore.

Eles se conheceram quando Rodin acabara de receber a encomenda para fazer a escultura A Porta do Inferno: Camille que chegara a Paris há pouco procura o mestre a conselho de seu professor. Ambos não imaginariam que aquele encontro fosse modificar radicalmente suas vidas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , , ,
24/05/2012 - 13:05

Delicada, divertida e instigante, assim é A Garota do Adeus

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO – Reunir essas qualidades num mesmo texto teatral não é pra qualquer um, mas é simples para Neil Simon, o campeão dos sucessos na Broadway. Nascido em 1927 escreveu peças como Estranho Casal e Hairspray, seus sucessos mais recentemente montados por aqui. Agora chega A Garota do Adeus. Peça que merece, como quase todas as obras (Descalços no Parque e Jesus Cristo Superstar, entre outras da enorme coleção do autor, o título que escolhemos para esse artigo.

O enredo trata de uma senhora Paula, abandonada pelo marido, o qual simplesmente subloca a própria casa, onde ela e a filha moram. Fazer o que? Era ele quem tinha assinado o contrato!

O responsável pela ótima adaptação é Edson Fieschi quem, também, interpreta o novo locatário com brilho e tem que se acertar com a protagonista Paula, a cargo da maravilhosa Gabriela Duarte, cuja filha Júlia Gomes de tenra idade, promete ser uma futura Fernanda Montenegro. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , , ,
17/05/2012 - 18:06

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em interpretações vigorosas

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus"

SÃO PAULO – Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cegou cinco cavalos com estilete, sem um motivo plausível, e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada (Mara Carvalho) conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos desse médico que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo. Eis a base da trama do inglês Peter Schaffer em Equus, cartaz do Teatro Folha.

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão. A solução do caso que tem em mãos é como um quebra-cabeças.  Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e sua relação com os pais. Aparentemente,  sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas,  aos poucos, desvendamos seus traumas, suas paixões e fatos que demonstram um comportamento cotidiano a delinear perturbações psicológicas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
10/05/2012 - 20:49

Incrível como Equus continua atual

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil/ iG (aplaobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus", de Peter Schafer, direção de Alexandre Reinecke

SÃO PAULO – A peça Equus, de Peter Shaffer, estreou em São Paulo em 1975, sob direção de Celso Nunes, protagonizada por Paulo Autran e Ewerton de Castro. Ficou dois anos em cartaz por aqui, com mudança de elenco, e depois fez também grande sucesso no Rio. Posteriormente foi montada por outros diretores. O espanto é que mesmo depois de tantos anos é super atual. Não enfoca apenas o psicótico (Leonardo Miggiorin), mas os transtornos que ele causa em seu psiquiatra (Elias Andreato). Um texto imperdível e com excelentes atores, inclusive como coadjuvantes, há nomes de peso como Patrícia Gaspar e Mara Carvalho.

Dirigida por Alexandre Reinecke, além de caprichar na atuação do elenco, a montagem tem excelente cenário que se movimenta quando os envolvidos mudam, criado por André Cortez,  figurinos cem por cento adequados de Renata Young. Leia mais »

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03/04/2012 - 23:14

Equus faz sessão extra no Festival de Curitiba

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Da Assessoria de Imprensa do Festival de Curitiba

"Equus"

CURITIBA  – Com as duas sessões regulamentares lotadas, o espetáculo Equus terá uma apresentação extra nesta quarta (4), às 19h, no Teatro Sesc da Esquina. A outra apresentação ocorre às 21 horas.

O texto de Peter Shaffer é um dos clássicos do teatro mundial. A montagem dirigida porAlexandre Reinecke tem Leonardo Miggiorin e Elias Andreato no elenco. Miggiorin faz o jovem atormentado e retraído, fortemente marcado por influência religiosa. Andreato é o psiquiatra que tenta entender o rapaz – num momento delicado, ele cega seis cavalos pelos quais é fascinado.

A perturbadora história invade o campo da psicanálise, das relações familiares e da descoberta da sexualidade adolescente.

No meio disso tudo ainda há espaço para algum burburinho. O jovem astro Miggiorin aparece nu – cena que em 2007 gerou polêmica com o ator inglês Daniel Radcliffe (o Harry Potter da série), que protagonizou uma montagem inglesa da peça. O nudismo de Harry Potter, no entanto, logo perdeu espaço para a performance bastante elogiada do ator, que abriu ali um novo capítulo de sua carreira.

Ingressos

Os ingressos para sessão extra custam R$ 50 e R$ 25 e podem ser comprados nos quiosques dos shoppings Mueller, Palladium e ParkShoppingBarigui , pela internet ou na bilheteria do teatro (que abre uma hora antes da apresentação.

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , ,
12/03/2012 - 19:21

Reynaldo Gianecchini volta em Cruel

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

SÃO PAULO – Há pouco menos de um ano, o ator Reynaldo Gianecchini dividia a cena com a atriz Maria Manoella e o ator Erik Marmo na adaptação de Os Credores, de August Strindberg, que, sob direção e adaptação de Elias Andreato, inaugurou um horário alternativo no Teatro Faap com a peça rebatizada como Cruel. E nos bastidores de uma das sessões da peça que, sentindo fortes dores, Gianecchine procurou o médico e, após uma bateria de exames, recebeu o diagnóstico que o tirou do palco e das telas. Após cumprir a peregrinação do tratamento do linfoma, que acompanhamos pelo noticiário, ele volta de onde interrompeu sua trajetória artística: amanhã, 21h, re-inicia a temporada de Cruel.

Reynaldo Gianecchini. Maria Manoella e Erik Marmo em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz os atores Erik Marmo como Adolfo, atual marido de Tekla, interpretada por Maria Manoella, os dois dividem a cena com Gianecchini, que dá vida à Gustavo, ex-marido de Tekla.

O dramaturgo sueco coloca em cena Tekla, uma escritora, casada com Adolfo, artista plástico, que decidem passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, começa um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Para Gianecchini, sua busca como intérprete é o desafio. “Não sou acomodado, vivo em eterna busca, sempre quero dar um  novo passo”. Leia mais »

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25/10/2011 - 00:41

Oswald de Andrade inspira musical protagonizado por Renato Borghi

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Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Patrícia Gasppar e Renato Borghi em "Que Rei Sou Eu?"

Com roteiro e direção de Elias Andreato, o espetáculo Que Rei Sou Eu? traz músicas de diferentes épocas recheadas com textos do mestre do modernismo. Renato Borghi divide o palco com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold

De maneira despretensiosa, Elias Andreato criou o musical Que Rei Sou Eu? para reverenciar o teatro musical brasileiro, tão criativo e popular nos anos 30 e 40 do século passado. No roteiro, escrito especialmente para o ator Renato Borghi que está completando 53 anos de carreira, Elias mescla textos poéticos e irônicos inspirados na obra do modernista Oswald de Andrade com mais de 20 músicas de diversas épocas, todas tendo como foco o povo brasileiro e sua cultura. No palco aconchegante do Teatro Eva Herz, Renato com figurino estilizado de um monarca divide as canções com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold, que assina a direção musical e os arranjos.

Intitulado como musical antropofágico, o início é justamente com a canção Que Rei Sou Eu, de Francisco Alves, que dá nome ao espetáculo. Numa cadeira que tem a função de trono, rei Renato vai discorrendo textos irônicos e poéticos que retratam o povo brasileiro e nossa história. Leia mais »

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05/09/2011 - 17:47

Ria das Futilidades Públicas

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Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Comédia solo de Patrícia Gasppar

Ao completar 18 anos e depois de ter sido apresentada por diversas cidades, a peça de Patrícia Gasppar está de volta ao Teatro Folha, com direção de Elias Andreato. Temporada até 27 de setembro

Há algo mais encantador do que a pessoa, abalada pela perda de um ente querido, transformar essa tristeza em arte? E melhor ainda, num monólogo de extrema comicidade? É exatamente isso que fez a atriz Patrícia Gasppar, há 18 anos: incentivada pela amiga, a atriz Rosi Campos, buscou forças e, da crise existencial porque passava em razão da morte do pai, criou a comédia Futilidades Públicas — em cartaz somente às terças-feiras, no Teatro Folha —, em que uma mulher, presa num banheiro de uma agência bancária que estava sendo assaltada, reflete sobre sua vida, a inusitada situação em que se encontra e questiona as injustiças e ironias da vida. Para Patrícia, uma catarse, e para nós, os espectadores da peça, um deleite e uma comédia que provoca reflexões.

No escuro e somente com o som do que ocorria durante o assalto ao banco é que o público toma conhecimento do drama daquela mulher de meia-idade. Depois de se refugiar no pequeno e sujo banheiro do banco, ela começa seu devaneio. E desde os primeiros gestos e primeiras falas o espectador percebe que está diante de uma comédia rasgada. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , ,
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