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26/05/2012 - 00:38

Escritório das Artes anuncia montagem de Ricardo III protagonizada por Leonardo Brício

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Marco Antonio Rodrigues dirige texto de Shakespeare

SÃO PAULO – Sob direção de Marco Antonio Rodrigues , diretor da aclamada montagem de Otelo, com o grupo Folias D’ Arte, o Escritório das Artes – que, recentemente, produziu Casting, A Tempestade e Romeu e Julieta – soltou hoje o flyer de divulgação de sua nova empreitada, seu terceiro Shakespeare: Ricardo III que será protagonizado pelo ator Leonardo Brício.

Paulo Goulart Filho, Nicolas Trevijano, Heitor Goldflus e Fernando Nitsch também estão no elenco; Davi de Brito e Vânia Jaconis assinam a iluminação; o cenário fica à cago de Ulisses Cohn e os figurinos são de Beth Filipeck e Renaldo Machado. É esperar para conferir.

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14/05/2012 - 23:55

SESI promove Nelson Rodrigues 100 anos

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Nelson Rodrigues (1912-1980)

SÃO PAULO – Em Comemoração ao centenário de nascimento do dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues, o SESI São Paulo está promovendo encontros, espetáculos teatrais, exposições, filmes  e leituras dramáticas.

Durante todo o ano, a programação, que tem a curadoria de Ruy Castro (autor da excelente biografia, O Anjo Pornográfico, sobre o autor), será levada às unidades do Sesi do da Grande São Paulo e interior. As leituras e espetáculos têm a direção de Marco Antonio Braz,especialista na obra rodrigueana (segundo ele, “o Bardo carioca”). Leia mais »

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20/04/2012 - 15:20

Antonio Fagundes vive pintor Mark Rothko em Vermelho

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Vermelho" - Foto Ivan Abujamra

Ao lado do filho Bruno, o ator protagoniza um duelo de gerações entre o artista consagrado e seu assistente. Montagem dirigida por Jorge Takla inaugura o teatro GEO, no Instituto Tomie Ohtake

SÃO PAULO  – Numa coprodução do ator Antonio Fagundes e do diretor Jorge Takla, a montagem de Vermelho, texto do roteirista e dramaturgo norte-americano John Logan, além de inaugurar o belíssimo teatro GEO, com 627 lugares, dentro do Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, é encenada pela primeira vez no Brasil. A peça estreou em 2009 em Londres e no ano seguinte arrebatou diversos prêmios na Broadway/Nova York, inclusive o de melhor espetáculo.

A trama (traduzida por Rachel Ripani) gira em torno do duelo de gerações entre o consagrado pintor russo (naturalizado norte-americano) Mark Rothko e seu assistente Ken. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , ,
18/04/2012 - 01:44

Antonio e Bruno Fagundes juntos no teatro

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Jorge Takla assina a direção e cenografia do espetáculo em que pai e filho dividem a cena - foto de João Caldas

SÃO PAULO – Vermelho, de John Logan, sob direção de Jorge Takla, em cartaz no recém-inaugurado Teatro Geo, apresenta o relacionamento profissional de um pintor de talento reconhecido e o seu aprendiz. Em seu ateliê, em Nova York, em 1958, Mark Rothko recebe o seu assistente, Ken. É a primeira cena da peça e, a partir daí, o público é brindado com diálogos inteligentes que colocam em questão as atitudes humanas e a arte.

A peça nos coloca diante de um homem que questiona os próprios valores. Um criador que vê a arte como um meio de levar o espectador ao deslumbre e à reflexão, mas que acaba aceitando uma encomenda de telas para um restaurante, para satisfazer o seu ego e atraído pelo alto valor do cachê.

Rothko é um homem rude e o relacionamento com Ken se restringe ao ambiente de trabalho. Não se sabe se isso acontece por egocentrismo ou medo de se mostrar ao outro, com suas falhas e qualidades.

O relacionamento pintor/aprendiz apresenta, portanto, uma aparente superficialidade, mas a vida dessas pessoas se transforma com a convivência.

Ken obviamente tem a oportunidade de conhecer um dos grandes nomes da pintura e Rothko entra em contato com um espírito crítico, cheio de esperança. É aí que consegue mostrar a sua conduta errônea no caso dos painéis para o restaurante, um lugar que certamente é frequentado por pessoas que não saberão dar às obras o seu verdadeiro valor. Leia mais »

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04/04/2012 - 17:43

Homenagem a Goethe do Festival de Curitiba ao Auditório Ibirapuera

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Wagner Antonio, Caetano Vilela e Germano Melo em coletiva de "Licht+Licht"

Com o núcleo paulistano da Cia. De Ópera Seca, o espetáculo Licht+Licht se apresenta, hoje e amanhã, na capital paranaense e dias 11 e 11 de abril, quarta e quinta-feira, em São Paulo

CURITIBA – Com direção de Caetano Vilela, o novo espetáculo do núcleo paulista da Cia. De Ópera Seca, Licht+Licht (Luz, Mais Luz), tem estreia nacional hoje na 21ª edição do Festival de Curitiba e nas próximas quarta (11) e quinta-feira (12) se apresenta no Auditório Ibirapuera que, devido à parceria entre o Itaú Cultural e o Festival, apresentará algumas produções que participaram da Mostra Oficial deste ano.

Em 2012, 180 anos após a morte do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, o diretor Caetano Vilela concebeu um espetáculo que traz à cena, após o autor suas últimas palavras antes de morrer: “Licht mehr Licht” (Luz, mais Luz), um delírio em que vê seus personagens (Fausto/Mephisto, Werther/Willelm Meister e Margarida/Charlotte) em relações bem diferentes das imaginadas por ele.

O diretor conta que se baseou no ‘romance de formação’ do autor de Fausto, obra-prima de Goethe, pouco lido no Brasil Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister para montar o texto e, também, se inspirou no universo operístico que lhe é familiar – além de assinar a iluminação de diversas óperas, ano passado dirigiu La Bohème, de Puccini. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
29/03/2012 - 00:59

Antonio Fagundes e seu filho, Bruno Fagundes, estão juntos em Vermelho

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Vermelho" - Foto de Ivan Abujamra

Protagonizada por Antonio Fagundes e por seu filho, Bruno Fagundes, Vermelho tem tradução de Rachel Ripani, figurinos de Fabio Namatame, produção de Antonio Fagundes e Jorge Takla

SÃO PAULO – Marcando a inauguração do Teatro Geo, Vermelho apresenta o encontro com o consagrado artista Mark Rothko e o seu jovem assistente Ken. Dirigida por Jorge Takla, Vermelho, de John Logan (roteirista de A Invenção de Hugo Cabret), estreia na próxima sexta-feira (30), 21h30.

O desejo de montar a peça ocorreu de for ma bastante interessante: Antonio e Bruno se encantaram pelo texto, que conheceram através de amigos e, numa conversa, ao comentarem sobre esse encantamento, descobriram que estavam falando da mesma obra, Vermelho.

A peça se passa entre 1958 e 1959, momento em que o pintor russo naturalizado norte-americano, Mark Rothko, está criando paineis para o restaurante Four Seasons, em Nova York.

Famoso por encabeçar o Expressionismo Abstrato, o artista aceitou a encomenda porque o pagamento oferecido era de grande valor. Para ajudá-lo no trabalho, necessita de um novo assistente. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
26/03/2012 - 23:48

Antonio e Bruno Fagundes juntos em Vermelho

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"Vermelho" - Foto Ivan Abujamra

SÃO PAULO – Neste trecho da entrevista coletiva de Vermelho, texto de John Logan sob direção de Jorge Takla, Antonio e Bruno Fagundes falam da coincidência falam da coincidência que levou aos dois interessar-se pelo texto de John Logan e sobre a tradução assinada por Rachel Ripani.

Equipe técnica:

Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Direção: Jorge Takla
Texto: John Logan
Tradução: Rachel Ripani
Figurinos: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
Cenário: Jorge Takla

Serviço

Vermelho
Estreia: 30 de março, às 21h30
Local: Teatro GEO – Rua Coropés, 88 – tel. 3728.4930 – (próximo ao metro Faria Lima) – www.teatrogeo.com.br
Horários: quinta e sábado, às 21h; Sexta, às 21h30 e Domingos, às 18h.
Preços: Plateia R$ 120,00 e Balcão R$ 100,00
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Estacionamento: Valet c/ manobrista = R$ 25,00
Horário de funcionamento da bilheteria: terça, quarta e domingo das 12 às 20h; quinta, sexta e sábado, das 12 às 21h. As vendas para o espetáculo do dia serão encerradas 15 minutos antes do início do espetáculo.
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26/03/2012 - 23:20

Confira galeria de fotos de Vermelho

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Equipe técnica:

Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Direção: Jorge Takla
Texto: John Logan
Tradução: Rachel Ripani
Figurinos: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
Cenário: Jorge Takla

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fotos de Ivan Abujamra e João Caldas

Serviço
Vermelho
Estreia: 30 de março, às 21h30
Local: Teatro GEO – Rua Coropés, 88 – tel. 3728.4930 – (próximo ao metro Faria Lima) – www.teatrogeo.com.br
Horários: quinta e sábado, às 21h; Sexta, às 21h30 e Domingos, às 18h.
Preços: Plateia R$ 120,00 e Balcão R$ 100,00
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Estacionamento: Valet c/ manobrista = R$ 25,00
Horário de funcionamento da bilheteria: terça, quarta e domingo das 12 às 20h; quinta, sexta e sábado, das 12 às 21h. As vendas para o espetáculo do dia serão encerradas 15 minutos antes do início do espetáculo.

Autor: - Categoria(s): GALERIA DE FOTOS Tags: , , , , , , , , , , ,
09/03/2012 - 20:37

Excesso e superficialidade marcam Os Sete Gatinhos

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas são convidados especiais do Círculo dos Canastrões

SÃO PAULO – Ao mesmo tempo que um grande êxito, caso de Luís Antonio Gabriela, representa um prazer indizível a seus criadores, as exigências de um novo trabalho da equipe – ou, no caso de Os Sete Gatinhos, do diretor, Nelson Baskerville – responsável pelo êxito é mais rigorosa. Portanto, a concepção de Baskerville, está bastante aquém de outros trabalhos assinados pelo autor (como os espetáculos exemplarmente dirigidos por Antunes Filho), pecando pelo excesso de referências que afogam o espetáculo na superfície.

Os textos escritos pelo “bardo carioca” não precisam de re-escrituras cênicas para expressarem os intrínsecos valores arquetípicos que se escondem nas camadas mais subterrâneas do texto, ao contrário,  excessos plásticos, referências desnecessárias, entre outros, acabam por ocultar o sumo da peça: o desmoronamento de uma família que apostou tudo – dinheiro inclusive – na pureza da filha/ irmã mais jovem para redimir essa degradada instituição familiar. Leia mais »

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07/03/2012 - 22:38

Antonio Abujamra dirige texto inédito de Dib Carneiro Neto

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"Paraíso" - foto de Otávio Dantas

SÃO PAULO – O jornalista e dramaturgo Dib Carneiro Neto, apesar da curta carreira como autor teatral, tem em seu currículo trabalhos de relevo, seja pela competência, inclusive como tradutor (Calígula), ou pelos gabaritados profissionais com quem trabalhou (Gabriel Vilella, Paulo Autran  e Elias Andreato são alguns exemplos) e épelas mãos do veterano ator e diretor Antonio Abujamra que seu novo texto, Paraíso, chega ao Teatro do SESC Belenzinho nesta sexta-feira (9).

Miguel Hernandez e Nathália Corrêa dão vida ao casal  que, depois de longo período de relacionamento, decidem acertar as contas desse relacionamento já que se encontram num espaço indefinido em que devem viver para sempre e que pode ser um paraíso, ou uma prisão. O porquê dessa condição, não se sabe, pois entre eles só havia uma paixão não realizada. E há o filho dele, que não sabemos se foi morto ou não pelo próprio pai e nem os motivos que levam a essa questão.

Com direção de Antonio Abujamra, o texto original de Dib Carneiro Neto investiga questões existenciais. Esse casal, forçado ao convívio eterno, mostra-nos cruamente as crises, os delírios, as agressões e paixões possíveis nos grandes relacionamentos amorosos.

Segundo Abujamra, o teatro exige o coletivo e a carne. O coletivo se revela na atuação de dezenas de atores que interpretam o filho ausente.

“O que é bom em segredo, é melhor em público”, já dizia Pirandello e Leia mais »

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