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30/01/2011 - 23:16

Diversão inteligente é a proposta da encenação de “Cândida”

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Comédia de Bernard Shaw, com Bia Seidl no papel título,

Sérgio Mastropasqua e Bia Seidl em "Cândida"

permanece em cartaz até final de março, no Teatro Augusta

Montagem do Núcleo Experimental, Cândida, comédia clássica do irlandês Bernard Shaw, está de volta ao Teatro Augusta depois de quatro temporadas na capital e de turnê pelo país. A peça já viajou por 19 cidades, com mais de 200 sessões e um público estimado de 50 mil espectadores; permanece em cartaz até o dia 27 de março.

Sob direção de Zé Henrique de Paula, que também assina figurino e cenografia, Cândida foi escrita em 1895 e discute o casamento, insinuando inclusive um triângulo amoroso. Tudo acontece num único dia, quando o reverendo Morell, interpretado por Sergio Mastropasqua, está à espera de sua esposa Cândida (Bia Seidl) que estava de viagem. Ela chega, mas traz consigo Eugenio Marchbanks (Thiago Carreira), um poeta sensível, de apenas 18 anos.

O marido é apaixonado pela esposa e o garoto também se revela um admirador da bela senhora, que por sua vez sente-se atraída por ambos. Leia mais »

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10/09/2010 - 16:45

Roberto Zucco em cena panorâmica

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Peça de Koltès retrata últimos dias de Zucco

Que Rodolfo Garcia Vázques está entre os melhores encenadores brasileiros não há quem duvide. Mas, desta vez, ele consegue surpreender mesmo o público assíduo de suas montagens. Coloca em cena o texto de Bernard-Marie Koltès, Roberto Zucco, sobre o criminoso Roberto Zucco (que esteve em cartaz há alguns anos, dirigido por Beatriz Azevedo, com tradução de Fernando Peixoto).

Só que desta vez foi adaptado com brilho pelo próprio diretor, que não contente com isso, faz dos Satyros, um teatro inusitado: As cenas transcorrem ao redor de toda a sala sucessivamente, dando ao espectador a sensação de que se encontra rodeado pela violência, como está na vida real atualmente, mesmo que nem sempre esteja consciente. Leia mais »

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25/06/2010 - 17:25

O lirismo da solidão crua em texto de Koltès

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Célia Musilli, da Imprensa do FILO – Festival Internacional de Londrina 2010

O argentino Mike Amigorena vive personagem de Koltès em monólogo que desnuda emoções

O ator argentino Mike Amigorena

“Um personagem que tem características com as quais todos se identificam”, assim o ator argentino Mike Amigorena define seu papel no espetáculo La Noche Antes de Los Bosques, que estréia nesta sexta (25), com reapresentação amanhã (26), no Teatro Ouro Verde, às 20h30.

O personagem vive angústias existencialistas no monólogo criado pelo francês Bernard-Marie Koltès (1948-989), considerado um dos dramaturgos contemporâneos mais encenados em todo mundo e que só foi ao teatro, pela primeira vez, quando tinha 21 anos e saiu impactado com um versão de Medeia. Leia mais »

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