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02/06/2010 - 20:00

José Renato dirige Brecht no CPC – UMES

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Produção do CPC - UMES, "Santa Joana dos Matadouros" estreia no Teatro Denoy de Oliveira

O fundador do antológico Teatro de Arena, José Renato, volta a dirigir um espetáculo produzido pelo Centro Popular de Cultura da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (CPC-UMES). Desta vez trata-se de Santa Joana dos Matadouros, do alemão Bertolt Brecht, cuja estreia será nesta quinta-feira (4), 21h, no Teatro Denoy Oliveira.

Com 15 jovens atores e três músicos em cena, Santa Joana dos Matadouros se passa em Chicago, no início do século 20, no auge da “grande depressão” – um caos econômico no universo capitalista – e, por meio da ficção criada por Brecht – um dono de uma rede frigorífica que, para livrar-se da crise, desfaz-se da empresa e,assim, prolonga as aflições do desemprego e falta de dinheiro à classe proletária – para discutir as fricções criadas num plano que favorece os donos do capital, enquanto extingue quaisquer direitos dos trabalhadores. Leia mais »

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16/10/2009 - 23:40

Na Selva das Cidades re-estreia no Teatro Aliança Francesa

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

<I>Na Selva das Cidades</I>, um dos primeiros textos de Brecht

Na Selva das Cidades, um dos primeiros textos de Brecht

 

Depois de um mês de bem-sucedida temporada na Funarte, o espetáculo Na Selva das Cidades, de Bertold Brecht, chega ao Teatro Aliança Francesa neste sábado (17), 21h.

A direção é de Marcelo Marcus Fonseca e conta a história de dois homens e a destruição que provocam, sem motivo a não ser o desejo de possuir um a alma do outro, na sociedade em que fazem parte.

Em cena, 13 atores da companhia Teatro do Incêndio apresentam sua terceira incursão na obra do  dramaturgo alemão B. Brecht – as outras foram Baal – O Mito da Carne e A Boa Alma de Setsuan – propondo uma releitura que dialogue com o momento atual da realidade social.

“Convidei o Mario Vitor Santos pra meu debatedor em ensaios. Não pra essa coisa careta de a peça está boa ou não, mas no sentido de se está falando ou não sobre nós hoje. E levantamos questões relevantes com o elenco sobre isso. Por exemplo, por que colocar uma peça em cartaz e pra quê?”, conta o diretor Marcelo Marcus Fonseca, também integrante do elenco.

Um dos desejos do diretor, que inseriu um poema do próprio Brecht na montagem (Lenda de um Soldado Morto), é levar o público a reflexão.

“Acho pertinente se falar em “pensar”, mas mais importante é estar. Quem está pensa. Por isso a arte tem que ser superior ao social. Ela fica, o discurso passa”, conclui.

Com músicas especialmente compostas, melodias roqueiras inspiradas na Floresta do Amazonas, de Heitor Villa-Lobos e a voz em off de José Celso Martinez Corrêa, diretor da antológica versão de Na Selva das Cidades, de Brecht, há 40 anos, Marcelo Marcus Fonseca, diretor da nova montagem da peça, falou a Michel Fernandes sobre o processo de montagem. Leia mais »

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28/09/2009 - 06:01

Novatos bem-sucedidos

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 Crítica de Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)

Silvanah Garcia dirige <i>Safo</i>, novo texto de Ivam Cabral

Silvanah Garcia dirige Safo, novo texto de Ivam Cabral

 

Quem costuma ir ao Espaço dos Satyros, certamente já viu Silvanah Santos em cena e agora poderá ver como encenadora. Sua estréia como diretora dá indícios de que tem jeito para essa atividade. Um aquário e um recepiente com areia branca são suficientes para alguns efeitos mágicos conseguidos também pela atriz Patrícia Vilela que apresenta excelente interpretação corporal.

É um espetáculo de 45 minutos (vapt vupt) apresentando texto de Ivam Cabral (a partir de Virginia Woolf e Marguerite Duras), com o título de Safo, que se apresenta às quintas-feiras, 21h30. Tem lá suas qualidades.

Mas o novato mais bem sucedido em cartaz é sem discussão Bertolt Brecht. Na Selva das Cidades foi uma de suas primeiras peças, escrita antes de sua conversão ao marxismo e, por isso mesmo, até desconsiderada pelo autor.

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16/09/2009 - 15:47

Denise Fraga em temporada popular com um dos melhores espetáculos de 2008

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Denise Fraga como Chen Tê em <i>A Alma Boa de Setsuan</i>

Denise Fraga como Chen Tê em A Alma Boa de Setsuan

A ALMA BOA DE SETSUAN

 

Está de volta, em temporada popular, um dos melhores espetáculos do ano passado. Um Bertold Brecht divertido e responsável. O diretor Marco Antonio Rodrigues conduz com criatividade e humor o espetáculo, sem esquecer-se do dever de propor a reflexão dos espectadores, assim como era o desejo brechtiano. Encabeçado pela iluminada interpretação da atriz Denise Fraga, a Chen Tê e o primo imaginário Chui Tá, toda a qualidade o elenco responde porque a peça é sucesso de crítica e público.

A ALMA BOA DE SETSUAN de Bertolt Brecht. Dir. Marco Antônio Braz. (110min). Tuca. Sex e sab, 21h30; dom, 19h. R$20 (sex) e R$30 (sab e dom). 12 anos.

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