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11/03/2012 - 20:37

Claudio Botelho: O Soberano das versões brasileiras

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

"Um Violinista no Telhado" - foto Robert Schwenck

SÃO PAULO – Ele não é o único a assinar as versões brasileiras dos musicais em língua inglesa que ganharam os palcos nacionais em bom português, mas, sem sombra de dúvidas nem medo de injustiça, Claudio Botelho é o Soberano, em quantidade e em qualidade, das tais versões. Três trabalhos de sua nobre safra estão em cartaz na capital paulista: A Família Addams, no Teatro Abril, Hair, no Teatro Frei Caneca, e Um Violinista no Telhado, que, na próxima sexta-feira (16), abre a temporada 2012 do Teatro Alfa.

Claudio Botelho


A primeira delas a entrar em cartaz, Hair, pelo menos ao que confere sua participação, alcança resultado satisfatório; Um Violinista no Telhado fez apenas apresentações para convidados, às quais não pude conferir, mas em entrevista coletiva assistimos a um belo trecho e, também, Botelho revelou o verdadeiro mergulho nas tradições judaicas – no espetáculo, que, entre outros assuntos, aborda a perseguição dos judeus na Rússia czarista -, a manutenção delas tornam-se condição fundamental para a unidade desse povo sem nação definida.

“Eu me considero tão judeu quanto o Isser (Koric, produtor associado do musical e de origem judaica). O apoio dado por ele nos revelando aspectos particulares da simbologia judaica foi fundamental para o trabalho”, contou.

A Família Addams atinge o alvo cômico proposto pelo espetáculo, não apenas pelo excelente desempenho de atores-cantores do naipe de Daniel Boaventura, Laura Lobo, Sara Sarres e Cláudio Galvan,  entre outros, mas da inspirada versão de Botelho.

A Família Addams Quintas e sextas-feiras, 21h. Sábados, 17 e 21h. Domingos, 16 e 20h. Teatro Abril. Av. Brigadeiro Luis Antônio, 411. Mais informações: www.afamiliaaddams.com.br

Hair Quinta-feira, 21h. Sexta-feira, 21h30.Sábados 18h e 21h30. Domingos 18h. Teatro Shopping Frei Caneca,  rua Frei Caneca, 569, 6. Andar, Consolação / fone 3472-2229 /600 lugares Ingressos R$ 130, (quinta e sexta) e R$ 160,( Sab. e dom.) / 130 minutos com intervalo de 15 minutos/ 14 anos/ até 29 de abril.

Um Violinista no Telhado Quintas, às 21h. Sextas, às 21h30. Sábados, às 17h (a partir de abril) e 21h. Domingos, às 17h. Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Santo Amaro. Tel. (11) 5693-4000. R$ 40 a R$ 200. Até 15 de julho.

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28/02/2012 - 12:58

PRA QUEM É ADDAMS – número musical de A Família Addams

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Vídeo Divulgação

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27/01/2012 - 15:29

A tribo ‘mal educada’ do paz e amor retorna com tudo! É Hair 2012

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Hair" - foto de Gugba Melgar

SÃO PAULO – Era o fim da década de 60 do século passado. Uma onda de protestos tomava as ruas de cidades importantes dos Estados Unidos. A guerra do Vietnã mobilizava os jovens da classe média, já por si insatisfeitos com as regras das escolas, dos lares, das igrejas.  James Rado e Gerome Ragni, dois obscuros atores, músicos e dramaturgos da of-Broadway jogaram nesse caldeirão fervente, um fiapo de enredo acompanhando as perambulações desses inconformados  e “mal educados” jovens  rebeldes. Mas,  para deixar tudo muito realista, praticamente um documentário de uma época, adicionaram muito sexo (livre), drogas  e rock da pesada (com músicas de forte impacto,  no canto coletivo).

Não demorou muito tempo para as bilheterias tilintarem com frenesi. Da Broadway para a rua Conselheiro Ramalho (Teatro Bela Vista, hoje remodelado) foi um salto de conto de fadas sonante, não esquecendo as grandes capitais européias, até a japonesa. Foi, como se pode ver, um fenômeno atordoante, que balançou a cabeça de muita gente, de generais ao Papa. Até o adolescente cabeludo da zona leste aqui de São Paulo. Instalou-se a “Era  Hippie”, que após anos de “glória”, deu no que deu, ou seja, o sonho acabou e para nos sobrou a rua Helvetia.

A frase “O musical que mudou o mundo” estampada na capa do programa desta energética versão da dupla  Charles Möeller e Claudio Botelho, não contém, para quem já viu, nenhum exagero publicitário: é a tradução da mais pura sinceridade. Leia mais »

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24/01/2012 - 23:20

Musical protagonizado por José Mayer chega a SP em março

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

José Mayer dá vida ao leiteiro judeu, Tevye

SÃO PAULO – Este ano Jorge Takla não dirigirá um musical que, geralmente, ocupa a sala principal do Teatro Alfa na capital paulista durante o primeiro semestre e, sim, a dupla Charles Möeller & Claudio Botelho com Um Violinista no Telhado, cuja estreia será dia 22 de março.

Protagonizado por José Mayer, ele concorre ao Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro na categoria Melhor Ator pelo trabalho, trata-se da versão brasileira do musical que estreou na Broadway nos anos 1950 .

José Mayer dá vida ao leiteiro Tevye, judeu, pai de cinco filhas, que enfrenta a perseguição da Rússia czarista contra os judeus.
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05/01/2012 - 21:20

Möeller & Botelho abrem audições para O Mágico de Oz

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

RIO DE JANEIRO – Eles são incansáveis, colecionam sucessos, estão por trás dos principais espetáculos musicais do Brasil, não é à toa que Tânia Brandão, jornalista que os biografou para a Coleção Aplauso (da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo), batizou a dupla (Charles) Möeller & (Claudio) Botelho de Os Reis do Musical. Conforme programado, Botelho havia me afirmado na entrevista de As Bruxas de Eastwick que, dentre seus futuros projetos, estavam um musical biográfico sobre Judy Garland, a protagonista da versão cinematográfica de O Mágico de Oz, cujas inscrições para as audições do musical podem ser feitas conforme informações abaixo.


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30/08/2011 - 22:32

Confira galeria de fotos de As Bruxas de Eastwick

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Maria Clara Gueiros e Sabrina Korgut em "As Bruxas de Eastwick"

Um musical cheio de números coreografados magnificamente por Alonso Barros, figurinos deslumbrantes de Marcelo Pies e atuações vigorosas de Sabrina Korgut e Eduardo Galvão são ingredientes que, juntamente com os efeitos especiais, fazem explodir a nova produção da Time For Fun, As Bruxas de Eastwick, que leva a assinatura de Charles Möeller e Cláudio Botelho, em cartaz no Teatro Bradesco.

CONFIRA AS FOTOS

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Sabrina Korgut é uma d’ As Bruxas de Eastwick

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16/08/2011 - 15:36

Sabrina Korgut é uma d’ As Bruxas de Eastwick

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Sabrina Korgut, Maria Clara Gueiros e Renata Ricci em "As Bruxas de Eastwick"

Veterana em musicais da dupla Möeller & Botelho, Sabrina Korgut que já alcançou destaque e respeito em espetáculos como Sassaricando, Ópera do Malandro e Avenida Q (que, entre outros, lhe valeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz do Rio de Janeiro) dá vida à Jane Smart, uma das protagonistas de As Bruxas de Eastwick, cuja estreia para convidados será nesta quinta-feira (18), 21h, no Teatro Bradesco.

Três mulheres – Alexandra (Maria Clara Gueiros), Jane (Sabrina Korgut) e Sukie (Renata Ricci) – que vivem na pacata Eastwick se reúnem semanalmente para tomar um drink na casa de uma delas e conversar sobre a vida tediosa que levam. Mesmo que, entre si, concordem que um homem, mesmo que ideal, não solucione os problemas de sua vida elas acabam por evocar a sinistra presença de Darryl Van Horne (Eduardo Galvão), ninguém menos que o demônio.

A partir daí uma série de episódios que modificam a vida das pessoas de Eastwick, como uma incontrolável explosão da sensualidade, faz com que as amigas decidam extinguir aquilo que provocaram.

Sabrina Korgut concedeu entrevista exclusiva ao Aplauso Brasil, em vídeo (Imagens de José Saraiva Júnior), em que fala sobre a transformação de Jane, sobre seu trabalho e seus desejos como trazer Fascinante Gershwim – Uma Revista Musical a São Paulo e integrar o elenco de O Mágico de Oz que a dupla Möeller & Botelho apresentará em 2012.

Assista a Entrevista
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14/08/2011 - 14:42

Assista a um número de As Bruxas de Eastwick

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"As Bruxas de Eastwick" - Renata Ricci, Maria Clara Gueiros, Fafy Siqueira, Eduardo Galvão e Sabrina Korgut - crédito Marcos Mesquita

Dançar com o Demônio, número musical da superprodução da T4FUN, As Bruxas de Eastwick, dirigido por Charles Möeller e versão brasileira de Claudio Botelho.

No número, Eduardo Galvão e elenco.

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Imagens de José Saraiva Júnior

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Vem aí mais uma superprodução musical da dupla Möeller & Botelho


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20/02/2011 - 20:17

Uma bela continuação de “Sassaricando”

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Cena de "É com esse que eu vou"

Sassaricando – E O Rio Inventou a Marchinha

é um dos grandes fenômenos da recente história teatral brasileira. Mantém-se em cartaz ininterruptamente há cinco anos. Seu êxito é tamanho que os roteiristas do espetáculo, Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral criaram uma continuação, o encantador musical É com esse que eu vou, desta vez recuperando a história do samba. E houve a feliz ideia de se manter praticamente a mesma equipe original de Sassaricando com a direção musical assinada por Luís Filipe de Lima e a concepção cênica feita pelos Reis dos Musicais Claudio Botelho e Charles Möeller.

A proposta de se criar uma “receita de sucesso” de um musical que recupera joias da canção popular brasileira, está presente também na dramaturgia da encenação, com o roteiro que divide os sambas em eixos temáticos, da mesma maneira que havia no primeiro espetáculo. Leia mais »

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27/12/2010 - 10:25

Em breve: musical homenageia “Rei” Roberto

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Musical homenageia 50 anos de carreira de Roberto Carlos

Assim como em “Beatles Num Céu de Diamantes” assistimos a um musical que se preocupou em evidenciar as canções dos garotos de Liverpool, “Aquela Canção do Roberto” pretende evidenciar as músicas compostas e interpretadas pelo “Rei” Roberto Carlos.

Encomendado para os “Reis do Musical”, a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, como parte das comemorações dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, Möeller adianta que o musical não pretende narrar a trajetória do ídolo e, sim, suas “canções costuradas”.

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