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22/12/2010 - 16:35

Möeller & Botelho dirigem novo musical da T4Fun

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Musical baseado em filme de 1987 ganha versão brasileira

Cercada de mistérios, como é de praxe em todos os musicais produzidos pela empresa, a T4Fun (Time For  Fun) anunciou para 2011 mais um musical estrangeiro: “As Bruxas de Eastwick”, cuja estreia se deu no West End londrino, produzido por Camerin Mackintosh.

A versão brasileira do musical de John Dempsey e Dana P. Rowe será assinada pelos “Reis dos Musicais”, Charles Möeller e Claudio Botelho que já assinaram o espetáculo “Sweet Charity”, protagonizado por Claudia Raia e Marcelo Médice, para a empresa. Leia mais »

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22/08/2010 - 20:53

Falando do Universo Teatral

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Adriana Garambone é a stripper Gypsy Rose Lee em GYPSY

Gypsy, de Arthur Laurents, Stephen Sondheim e Jule Styne, é o novo musical da dupla Charles Moeller e Claudio Botelho em cartaz no Teatro Alfa. Não se trata, pois, de uma biografia da célebre stripper Gypsy Rose Lee, visto que ela na trama é uma personagem coadjuvante. O foco da trama reside na mãe de Gypsy, Rose, uma tresloucada mulher, cujo grande propósito é que sua filha brilhe nos palcos norte-americanos.
A obra data de 1959, no entanto, acredito que não há momento mais oportuno para esta encenação brasileira. O Brasil de hoje se assemelha muito ao retratado pelo Musical. A incessante busca pela fama a qualquer preço, as diversas “mães de misses” e os candidatos ao estrelato tornam a história de Gypsy totalmente encaixada na nossa realidade. E o pano de fundo do musical, que é a decadência do teatro de variedades para o teatro burlesco (com nudez em cena) foi algo vivenciado pelo Teatro de Revista Brasileiro, cujo declínio se deu, em parte, por conta do aumento da nudez em cena. Leia mais »

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20/07/2010 - 16:06

Gypsy chega a São Paulo

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Totia Meirelles vive Mamma Rose de GYPSY, considerado o mais complexo personagem de musicais

Trazendo na bagagem sucesso de crítica, público e três indicações para o Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro, o musical Gypsy, assinado pela dupla Möeller e Botelho, chega à capital de São Paulo, no Teatro Alfa, nesta sexta-feira (23).

Clássico da Broadway, escrito por Arthur Laurents, o espetáculo narra a história de Louise (Adriana Garambone) desde sua infância até tornar-se a stripper Gypsy Rose Lee.

Mamma Rose (Totia Meirelles, indicada como Melhor Atriz no Prêmio Shell pelo trabalho) é a típica mãe que deseja fazer das filhas estrelas do show business. Viaja com as filhas para apresentações aos shows de variedades em busca do sucesso. O problema é que o gênero está em franca decadência. Nas suas andanças, Mamma conhece Herbie (Eduardo Galvão) que, além de seu amante, torna-se uma espécie de empresário que, também, não consegue emplacar a dupla. Leia mais »

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20/07/2010 - 15:18

Assista vídeo de Gypsy

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Vedetes em Gypsy
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Estreia dia 23 de julho

Temporada de 23 de julho a 17 de outubro

Quintas, às 21h
Sextas, às 21h30
Sábados, às 20h
Domingos, às 17h

Teatro Alfa
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro

Ingressos

Quintas e sextas:

Setor Vip: R$ 120

Setor I: R$ 100

Setor II: R$ 80

Setor III: 60

Sábados e domingos:

Setor Vip: R$ 140

Setor I: R$ 120

Setor II: R$ 100

Setor III: 80

Ingressos à venda:

Diretamente na bilheteria:

De domingo a quarta, de 11h às 19h. Quinta, de 11h às 21h. Sextas, de 11h às 21h30. Sábados, de 11h às 20h. 0

Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club.

Pelo telefone da bilheteria:

(11) 5693-4000 ou 0300 789 3377

Obs: Em dias de espetáculos, a venda é realizada até uma hora antes do início dos mesmos. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo.

* Cobrança de taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido por esse telefone.

Em domicílio:

www.ingressorapido.com ou pelo telefone: 4003-1212

Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club, Aura, HiperCard.

Sujeito à taxa de conveniência e de entrega.

Duração: 150 minutos (com intervalo)
Classificação etária: 10 anos

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14/07/2010 - 21:05

O Despertar da Primavera – O Musical está de volta a SP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Pierre Baitelli e Malú Rodrigues protagonizam musical adaptado de peça de Wedekind

A excelência do teatro musical realizado no país, a cada nova estreia, sobretudo as assinadas por Charles Möeller e Cláudio Botelho (segundo biografia de Tânia Carvalho, Os Reis do Musical), avança incontáveis degraus de aperfeiçoamento reconhecido até pelos menos simpáticos ao gênero. Em O Despertar da Primavera – O Musical, criação de Steven Sater e Duncan Sheik com base na peça homônima do final do século 19, do alemão Frank Wedekind, o que se vê em cena é uma requintada de discussões, propostas por Wedekind, dos tabus que cercam o rito de passagem.

A canção que abre o musical, Mama who bore me (Mamãe me explica), traz num dos significados da palavra bore, (atravessar) a chave do que o espetáculo, atualmente cumprindo curta temporada em São Paulo – a segunda, atendendo pedidos – no Teatro do Shopping Frei Caneca, mesmo que se pense que alguns tabus que ele apresenta já estejam superados nesse século 21, ainda sejam totalmente presentes numa pseudo-evolução de nossa sociedade que continua a protelar discussões mais aprofundadas, ficando apenas à beira dos tabus e fingindo os romper seriamente, do que guiar os mais jovens nessa travessia de sua primavera, o ritual de passagem entre a infância e a adolescência, período em que tantos são os instintos despertados. E a incapacidade da mãe de Wendla, protagonista da trama, em falar franca e profundamente sobre sexo repercute no final da trajetória da personagem. Leia mais »

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08/06/2010 - 20:17

Claudio Botelho: “Delícia de Família Addams”

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Crítica de Claudio Botelho do musical Addam’s Family escrita para o site Möeller&Botelho no fia 1º de junho de 2010

Direto de Nova York, Charles Möeller & Claudio Botelho analisam os principais espetáculos em cartaz na Broadway no momento

"Addam's Family"

Vou começar este texto lembrando a todos que não sou crítico de teatro. Vou ao teatro para ver o que pode me divertir, emocionar ou, no mínimo, me tirar de mim mesmo por umas boas duas horas… O fato de estar na profissão não me dá nenhum crédito para falar dos espetáculos alheios algo mais do que “gosto” ou “não gosto”.  Isso é para os críticos.

Dito isto, vamos lá: A-DO-REI a FAMÍLIA ADDAMS, o musical!!!

Pra começar, não sou íntimo daqueles personagens, conheço o pouco que vi na televisão e nem é o tipo de seriado que eu goste, já que minha fixação são definitivamente os seriados policiais, de júri, sequestros, gente sendo assassinada, e o que mais Se puder imaginar nesta área…  Portanto, ”The Addams Family” na TV nunca foi meu prato favorito. Leia mais »

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05/05/2010 - 13:01

Dois espetáculos prorrogam temporada no Rio de Janeiro

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

CHARLIE E LOLA, A PEÇA

Devido ao grande sucesso, a Aventura Entretenimento prorrogou por mais uma semana a temporada dos espetáculos Charlie e Lola, A Peça e Beatles num céu de diamantes que ficarão em cartaz até o dia 09 de maio (domingo) no Espaço Rio Sul de Cultura e Entretenimento, no Rio de Janeiro. O espetáculo infantil também oferecerá uma promoção especial para o Dia das Mães. Durante todo o fim de semana, as mães que forem assistir ao espetáculo ganham desconto de 50%.

Com mais de 160 mil espectadores em seus dois anos em cartaz, o musical Beatles num céu de diamantes é dirigido pela dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho. Juntos os dois se tornaram “Os Reis dos Musicais”, como aparece na recente biografia da dupla escrita por Tânia Carvalho para a Coleção Aplauso. Cláudio e Charles criaram um musical a partir da obra dos Beatles. Ganhador de dois prêmios Shell (arranjo musical e conjunto da obra), o espetáculo foi classificado como um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2008 e passou por cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo e Lyon, na França. È um caso raro na cena brasileira de um espetáculo musical que encantou tanto a crítica quanto o público.  Produzido pela Aventura Entretenimento, o musical tem no elenco Chris Penna, Fabrício Negri, Pedro Sol, Sabrina Korgut entre outros atores-cantores. Leia mais »

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19/04/2010 - 13:49

Requintado ritual de passagem

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

Rodrigo Pandolfo e Pierre Baitteli em O DESPERTAR DA PRIMAVERA - O MUSICAL

A excelência do teatro musical realizado no país, a cada nova estreia, sobretudo as assinadas por Charles Möeller e Cláudio Botelho (segundo biografia de Tânia Carvalho, Os Reis do Musical), avança incontáveis degraus de aperfeiçoamento reconhecido até pelos menos simpáticos ao gênero. Em O Despertar da Primavera – O Musical, criação de Steven Sater e Duncan Sheik com base na peça homônima do final do século 19, do alemão Frank Wedekind, o que se vê em cena é uma requintada de discussões, propostas por Wedekind, dos tabus que cercam o rito de passagem.

A canção que abre o musical, Mama who bore me (Mamãe me explica), traz num dos significados da palavra bore, atravessar, a chave do que o espetáculo, mesmo que se pense que alguns tabus que ele apresenta já estejam superados nesse século 21, ainda sejam totalmente presentes numa pseudo-evolução de nossa sociedade que continua a protelar discussões mais aprofundadas, ficando apenas à beira dos tabus e fingindo os romper seriamente, do que guiar os mais jovens nessa travessia de sua primavera, o ritual de passagem entre a infância e a adolescência, período em que tantos são os instintos despertados. E a incapacidade da mãe de Wendla, protagonista da trama, em falar franca e profundamente sobre sexo repercute no final da trajetória da personagem.

Frank Wedekind, autor do original (final do século 19) não teve o prazer de assistir sua primeira montagem, pois, publicado em 1891 imediatamente o texto teve seus direitos de encenação cassados pelas autoridades alemãs.

Não é de se admirar que numa sociedade que prefere varrer assuntos indigestos para baixo do tapete hipócrita do moralismo exacerbado, uma peça que desvela tantos tabus como O Despertar da Primavera, incomodasse. Assuntos como o despertar da sexualidade, aborto, suicídio, falta de diálogo entre pais e filhos, incesto, pedofilia, abuso sexual, entre outros, estão em carne viva para um sistema que não deseja sequer se aproximar da ferida.

Embora pensemos que alguns tabus estejam superados, infelizmente, em pleno século 21, o diálogo entre pais e filhos, mesmo que a pauta das conversas entre ambos tenha se alargado, continua deficitário na resposta ao apelo do adolescente para guia-lo nesse período de travessia. Leia mais »

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17/04/2010 - 01:30

Veja uma galeria de fotos de O Despertar da Primavera – O Musical

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Crédito das fotos Marcos Mesquita

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05/03/2010 - 16:44

O Despertar da Primavera chega a São Paulo

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Luís Francisco Wasilewski , especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

O DESPERTAR DA PRIMAVERA em versão musicalSucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, com cinco indicações ao Prêmio Shell O Despertar da Primavera é o novo musical dos midas do Teatro Musical Brasileiro, Charles Möeller e Claudio Botelho a chegar aos palcos paulistas. Com produção da Aventura Entretenimento, o espetáculo estreia em São Paulo na próxima sexta-feira, dia 12 de março, no Teatro Sergio Cardoso.

A versão musical do espetáculo, criada com base no texto original do alemão Frank Wedekind, estreou em 2006 no circuito Off-Broadway e, no mesmo ano, chegou aos palcos da Broadway.

“A união do rock com um texto de 1891 foi um escândalo. É diferente de tudo o que vinha rolando lá nos últimos anos, absolutamente vanguardista”, empolga-se Claudio.

Para Charles Möeller, “a grande sacada é colocar a música de hoje relacionada aos jovens daquela época. Seus gritos e buscas permanecem os mesmos. Em 2009, podemos usufruir da liberdade total, mas continuamos sofrendo das mesmas doenças e inseguranças. O tempo passou, mas a essência do homem se mantém oprimida muitas vezes, especialmente diante da Família, da Igreja e do Estado”. Leia mais »

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