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03/06/2012 - 20:58

Samba Suor Brasileiro mergulha no samba

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Samba Suor Brasileiro"

SÃO PAULO – O espetáculo traz ao palco do Teatro Municipal de São Paulo, nas próximas terça-feira (5) e quarta-feira (6), o Studio3 Cia. de Dança, sob a direção de José Possi Neto. A coreografia de Anselmo Zolla e as canções são interpretadas ao vivo por Zizi Possi, Paula Lima e Felipe Venâncio.

Samba Suor Brasileiro une música e dança com o objetivo de recuperar o ritmo dos batuques, das senzalas e das rodas de samba, sem deixar de lado o fascínio das escolas de samba da atualidade, a sensualidade e a sexualidade que os movimentos exploram. Leia mais »

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06/04/2012 - 15:00

Pernambucanos do Coletivo Angu em busca de uma poética da cena

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Coletivo angu de Teatro apresenta "Essa febre que não passa"

CURITIBA – De volta ao Festival de Curitiba, dessa vez na Mostra Oficial, o grupo pernambucano Coletivo Angu de Teatro busca nos contos da jornalista conterrânea Luce  Pereira, que estão no livro Essa febre que não passa, homônimo ao espetáculo, o material para a peça que aborda o universo feminino. Com o espetáculo, a trupe deseja estabelecer uma poética da cena: processo colaborativo a partir de uma matriz literária.

Nos espetáculos Ópera e Angu de Sangue, o ponto de partida “eram textos que não foram escritos para o teatro. Em Ópera partimos de textos de Newton Moreno (renomado dramaturgo, autor de Agreste, As Centenárias e Maria do Caritó), e em Angu, a base eram contos de Marcelino Freire.” , conta André Brasileiro, um dos diretores do espetáculo. Leia mais »

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11/02/2012 - 12:32

Volksbühne e o teatro brasileiro

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Manoel Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Volksbühne

SÃO PAULO – Neste brilhante artigo de Manoel Candeias, escrito pós temporada em Lisboa (Portugal) em estudos para sua tese de doutorado ele, ao assistir a um monólogo do grupo alemão Volksbühne, traça pertinente reflexão acerca da temática e modus operandi entre a companhia alemã e o teatro brasileiro, utilizando, inclusive, fatos recentes como a ocupação da Funarte e posições de grupos como o Oficina Uzyna Uzona para estimular a reflexão dos leitores.

Volksbühne e o teatro brasileiro

Em 2011 morei por oito meses em Lisboa, em decorrência de estudos que tive de fazer para meu doutoramento. Nesse período, assisti a montagens teatrais bastante diversificadas. Desde revistas feitas à moda tradicional, a trabalhos de grupo, dos quais destacaria o coletivo O Bando, cuja linguagem evidencia um longo trabalho de apuramento. No entanto, chamou-me atenção especial a apresentação que o grupo teatral alemão Volksbühne fez na capital portuguesa. Porque era artisticamente interessante, claro, mas, sobretudo, porque levantou questões que ganharam relevância para mim após alguns acontecimentos na cultura do Brasil, conforme comentaremos.

Comecemos pela montagem do Volksbühne

Ich schau dir in die Augen, gesellschaftlicher Verblendungszusammenhang! (traduzido como Olho-te nos olhos, contexto de ofuscação social!) é um espetáculo solo, escrito e dirigido por René Pollesch, protagonizado por Fabian Hinrichs, ator que esteve no elenco de algumas das montagens apresentadas pelo grupo no Brasil. Essas assinadas por Frank Castorf, diretor da companhia. Leia mais »

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