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23/08/2012 - 18:22

Um Verão Familiar: novo trabalho da Cia. dos Inquietos

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Ed Moraes em "Um Verão Familiar"

Com texto de João Fábio Cabral e direção de Eric Lenate, o grupo esmiúça a estrutura de uma família por meio do olhar e da memória de Júlio, o filho, vivido por Ed Moraes

SÃO PAULO – Num cenário de poucos elementos,  apenas uma mesa de jantar com cadeiras e um grande tonel de água, Um Verão Familiar, trama de João Fábio Cabral em cartaz no SESC Belenzinho até o dia 9 de setembro, procura analisar em minúcias os bastidores de uma família, constituída de quatro membros: o pai ausente e ao mesmo tempo opressor, a mãe submissa e superprotetora dos rebentos, a filha ingênua, vítima do progenitor, e o primogênito: um garoto sensível, amante das artes e por ser o oposto do pai é sistematicamente oprimido no seio familiar.

No entanto, o público vai descobrindo, aos poucos, como funciona aquela família por meio do relato de Júlio, que retorna ao lar anos depois e relembra o que viveu na infância e adolescência ao lado da família. Como tudo é fruto da memória do rapaz, fica a dúvida do que realmente aconteceu naquele lar, o que é realidade e o que é fantasia dele.

Depois de um grande silêncio, Júlio — numa interpretação tocante de Ed Moraes —, até então submerso no tonel de água, vem à tona e começa seu relato. Inicia sua apresentação dizendo-se ser um jardineiro, amante das flores e das artes. Aos poucos diz que sua paixão pela música vem da infância e suas reminiscências afloram.

Paralelamente ao relato do personagem, Leia mais »

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20/08/2012 - 00:31

Lilia Cabral traz a São Paulo o sucesso Maria do Caritó

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó"

De Newton Moreno e direção de João Fonseca, a comédia mostra a atriz como uma solteirona virgem que quer se casar. Com Lilia no elenco estão Eduardo Reyes, Dani Barros, Fernando Neves e Silvia Poggetti

SÃO PAULO – Diversos prêmios, indicações a outros e uma temporada de nove meses de sucesso no Rio de Janeiro, a comédia de Newton Moreno Maria do Caritó acaba de estrear no Teatro FAAP. Lilia Cabral não só vive a protagonista como solicitou a peça ao autor e é uma das produtoras. Envolvimento e entrega totais a um projeto, marca registgrada da atriz, assim como já fez com Divã, sucesso teatral que saltou para as telonas e depois virou série de TV.

Depois de interpretar mulheres densas e sofridas nas telenovelas, desta vez Lilia volta para a comédia, mas com uma personagem que vive um drama. Maria nasceu de um parto difícil, em que a mãe não sobreviveu e seu pai a prometeu a São Djalminha se ela vingasse. Moral da história: a moça permanece virgem até os 50 anos, tem fama de fazer milagres, porém sonha em se casar e faz de tudo para encontrar seu príncipe.

“É cômico para quem vê e trágico para quem vive! A Maria do Caritó sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A personagem não deixa de acreditar”, explica a atriz. Leia mais »

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09/08/2012 - 02:12

Lília Cabral celebra grande encontro em sua terra natal

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

SÃO PAULO – Não é apenas a estreia de Maria do Caritó, escrita por Newton Moreno e dirigida por João Fonseca, que chega ao Teatro Faap na próxima sexta-feira (10), depois de quase dois anos de distancia de sua estreia e temporada carioca, que é motivo de festa para Lília Cabral, personagem título da peça. Nascida na Lapa, capital paulista, ela re-encontra no palco “dois grandes amigos”: os atores Fernando Neves e Sílvia Poggetti.

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

Além dos dois atores, J.C. Serroni (quem assina os figurinos do espetáculo) também integra a trupe de Maria do Caritó. Eles se conheceram no final dos anos 1970, no campus da USP. Lília iniciava carreira cursando a Escola de Artes Dramáticas (EAD). Trabalharam juntos em um grupo e depois cada um deu diferente rumo a sua carreira, “apesar de manterem a amizade, sempre nos comunicando”, segundo Lília Cabral, não voltaram a trabalhar juntos, até que a atriz “encomendou” um texto a Newton Moreno:

“Encomendei uma peça ao Newton e o único pedido que fiz foi que ele criasse um personagem para a Sílvia e o Fernando. Ele me entregou o texto e assim que acabei de ler liguei para a Maria (Siman, produtora de Maria do Caritó) e disse que tínhamos um pequeno tesouro nas mãos”, conta a atriz.

Newton Moreno, pernambucano, um dos fundadores do grupo Os Fofos Encenam – do qual Neves, Poggetti e Eduardo Reyes fazem parte –, escreveu, com enorme sucesso, Agreste e As Centenárias, além de adaptar e dirigir Assombrações do Recife Velho e Memória da Cana que, também localizam seus personagens no sertão nordestino e o texto de Maria do Caritó, localizada  no interior do nordeste, traz a mesma poesia da simplicidade focada pelas talentosas lentes do autor.

À beira de completar seu 50ª aniversário, Maria deseja cair nos braços de um amor e se livrar do Caritó – segundo explicação de Newton, “Caritó é uma das prateleiras do mobiliário nordestino que fica escondida o suficiente para que as mães escondam remédios, tesoura, entre outros, de seus filhos. No interior do nordeste, Caritó é o apelido dado às solteironas” –, mas enfrenta a sina de cumprir a promessa de seu pai – a entregar virgem a São Djalminha pela graça de tê-la salvo da morte em seu parto, que custou a vida da mãe – e a “fama” de santa, concedida pelo povo de sua cidade. Até que chega à cidade um circo e seu picadeiro reserva múltiplas surpresas que revelam verdades guardadas em umCaritó que revira a vida de Maria. Leia mais »

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23/09/2011 - 19:47

Cabaré Stravaganza tem estreia virtual nesta terça

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

Radicalizando a pesquisa sobre o que nomeiam de Teatro Expandido, inaugurado com o espetáculo Hipóteses Sobre o Amor e a Verdade (2009), a cia. de teatro Os Satyros faz a estreia digital do espetáculo Cabaret Stravaganza, dirigido por Rodolfo García Vázquez. O evento começa às 19h30 no Restaurante Rose Velt e a distribuição de ingressos começa uma hora antes, com debate, coletiva de imprensa e a presença dos atores.

A pesquisa do denominado Teatro Expandido busca promover a interação entre os corpos físicos e as diversas próteses cibernéticas, de celulares a operações cirúrgicas, de identidades físicas a digitais. Na noite de lançamento, uma das cenas da peça será exibida pelo hotsite e o público poderá interagir com o elenco por meio das redes sociais, já ativadas com informações, fotos e curiosidades postadas pelo elenco.

“O ator do novo teatro se expandirá em apetrechos tecnológicos que completarão sua performance cênica. O conceito de atuação se ampliará. O corpo físico do ator será sua realidade carnal original e suas próteses incorporadas, tornando-se plataforma a partir da qual o ator expandido realizará suas investigações reais e virtuais”, afirma o grupo.

O espetáculo físico  Cabaret Stravaganza entra em cartaz, dia Leia mais »

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25/01/2011 - 20:26

Um Tennessee excelente!

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

Ricardo Gelli e Tales Penteado em "Rosa de Vidro"

A releitura de João Fábio Cabral para a peça Zoológico de Vidro – traduzida por aqui como À Margem da Vida – sintetiza a obra com extrema competência e inclui, ao final, memórias do autor sobre visita feita à irmã alguns anos depois. Rosa de Vidro está em cartaz no SESC Consolação, terceiro piso.

Tennessee teve inúmeros textos montados com enorme sucesso na Broadway e depois transformados em filmes assistidos por milhões de espectadores em todo o mundo.

Os jovens possivelmente não o conheçam, pois morreu em 1986 e talvez tenha sido menos remontado do que merece. A obra que serviu de modelo para a releitura foi seu primeiro grande sucesso. Leia mais »

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01/05/2010 - 06:28

Transexuais, “Teatro Expandido” e “Teatros do Real” em Hipóteses Para o Amor e a Verdade n’ Os Satyros

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Phedra D' Córdoba e Esther Antunes em HIPÓTESES PARA O AMOR E A VERDADE

Estreia logo mais um instigante trabalho da Cia. de Teatro Os Satyros com propostas que prometem abalar a forma tradicional em que o teatro se apresenta. Hipóteses Para o Amor e a Verdade, texto de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que também assina a direção, busca investigar a linguagem que batizaram de “Teatro Expandido”.

No elenco atores, não atores e três transexuais: uma delas a diva da companhia, a deliciosa e dona de talento ímpar, Phedra D’ Córdoba. A trama e personagens surgiram nas entrevistas realizadas com a população que circunda a Praça Roosevelt. E posso garantir que a fauna de tipos humanos é bastante diversificada.

Antes de entrar no enredo da peça, peço licença ao senhor leitor para observar um dos motivos que mais me instiga a assistir a peça: no artigo “Teatros do Real”, um dos brilhantes textos de Teatralidades Contemporâneas, escrito por Sílvia Fernandes – uma de nossas mais competentes teóricas de teatro –, é apontado como característica da linguagem teatral contemporânea essa mescla de ficção e verdade, apoiada numa representação que rejeita o naturalismo, bem como o engajamento político didático, o foco da ação no indivíduo e como ele dialoga com seu meio social. E essa parece ser a proposta de Hipóteses Para o Amor e a Verdade que tem como mote a vida de pessoas anônimas do centro de São Paulo, suas crenças e seus afetos diante da Nova Humanidade. Leia mais »

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05/03/2010 - 14:20

Newton Moreno, um poeta dos palcos escreve texto para Lília Cabral

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

Lília Cabral viverá MARIA DO CARITÓ, sob direção de João das NevesNewton Moreno, ator e diretor, ganhou reconhecimento por sua excelente dramaturgia da crítica especializada e do público. E não é só: atrizes de qualidade e sedentas em encenar textos da dramaturgia contemporânea nacional, “encomendam” textos ao autor. Duas de suas peças, lançadas no dia 5 de dezembro do ano passado, pela editora Terceiro Nome, são pérolas poéticas encomendadas por Andréa Beltrão e Marieta Severo, As Centenárias, e a inédita Maria do Caritó por Lília Cabral, com estreia prevista para o começo deste ano.

Um traço interessante na dramaturgia desses dois textos “encomendados” é o livre trânsito pelos costumes do interior nordestino – as carpideiras, a virgem prometida como esposa a um santo – para tratar de temas universais como a morte, a fé e o amor, numa linguagem que segue tradições populares como o circo-teatro.

Newton conta que se formou nesse “caminho entre o litoral e o interior nordestino”, e que esses temas acorrem em seu repertório por isso. Afirma, ainda, que a preocupação em retratar o folclore do povo nordestino é secundário, pois sabe que “o que interessa ao público são boas histórias, não importa se o cenário é o Cariri nordestino ou a periferia de São Paulo”. Leia mais »

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25/01/2010 - 15:24

Cia. Estrangeira de Teatro Brasileiro seleciona atores

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O autor João Fábio Cabral

O autor João Fábio Cabral

Atores e Atrizes para seu novo espetáculo:

Tempo Não Para Minha Flor de João Fábio Cabral e Direção de Tiago Moraes.

Perfil: Ator/Atriz com DRT e idade aparente de até 25 anos.

Ensaios: De 01 de Fevereiro à 30 de março de 2010 – de segunda à quinta sempre das 19h às 23h.

O espetáculo ficará em cartaz de abril à junho de 2010 no Espaço dos Satyros e a remuneração será através da porcentagem da bilheteria, projeto ainda em fase de captação de recursos.

Os interessados deverão enviar currículo com foto (atual) até 29/01 para o e-mail:

teatrofilosproducoes@gmail.com

Os pré-selecionados serão convidados para uma leitura no dia 30/01(sabado)

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25/11/2009 - 07:14

SP Escola de Teatro abre as portas nesta quinta-feira

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

Ivam Cabral, diretor-artístico da <i>SP Escola de Teatro</i>

Ivam Cabral, diretor-artístico da SP Escola de Teatro

 

O relógio anda pelo avesso e as expectativas avançam a passos largos. Nesse ritmo escorre o tempo dos envolvidos com a SP Escola de Teatro, pertencente ao governo de São Paulo,  que abre suas portas para o público paulista, nesta quinta-feira (26), com um ciclo de conferências, cujo objetivo é apresentar cada um dos cursos regulares que serão oferecidos: Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Humor, Dramaturgia e Técnicas de palco CLIQUE AQUI para saber mais sobre as disciplinas que têm direção pedagógica de Alberto Guzik).

 “Temos dois tipos de formação: regulares e de difusão. Os cursos regulares têm 2 anos de duração; os de difusão, 64 horas por semestre (aulas uma vez por semana, durante 4 meses). Estes cursos são apoiados nas mais contemporâneas tendências da pedagogia, estruturados em módulos e unidades de formação que visam investigar, refletir e permitir aos alunos a conquista do processo criativo de saber-fazer, que resulta no processo de saber-ser”, explica o ator, dramaturgo e roteirista, um dos fundadores da companhia teatral Os Satyros, Ivam Cabral, diretor artístico da escola (CLIQUE AQUI para ver a equipe completa da SP Escola de Teatro). 

Hoje um coquetel para convidados pretende abrir, em clima festivo, para a classe teatral, amigos e demais formadores de opinião. A SP Escola de Teatro, mas as aulas devem começar apenas em fevereiro, quando as pequenas arestas da reforma do prédio do Brás, onde funcionou por diversos  anos a Oficina Cultural Amacio Mazzaroppi. A Mazzaroppi não encerrou suas atividades para ceder espaço a Escola, mas a abriga enquanto a sede – que será num prédio na Praça Roosevelt – está em obras. Leia mais »

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30/10/2009 - 16:53

Satyrianas começa hoje e está no Calendário Oficial do Estado de São Paulo

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SATYROSAnunciei, erroneamente, dias atrás, que as Satyrianas: Uma Sagração à Primavera começaria ontem (quinta feira, 29), mas a Festa Teatral que, em suas 78 horas ininterruptas de atividades, e que, a partir desta edição entra para o Calendário Oficial do Estado de São Paulo (o que, aliás, é mais que merecido  essa verdadeira rave artística que, em 2007, recebeu o Prêmio Especial da APCAAssociação Paulista de Críticos de Arte), começa nesta sexta-feira, a partir das 18h, e vai até segunda-feira (2).

Comemorando os 20 anos d’ Os Satyros, o evento amplia as áreas culturais para além do teatro. Nessa edição ganham evidência as artes plásticas, literatura e música.

Destaque esse ano para a tenda CineMix, com exibições de curtas-metragens, e a tenda DramaMix, com peças curtas, muitas delas de novos autores do núcleo de dramaturgia do SESI/ Britsh Council, coordenado pela dramaturga e jornalista Marici Salomão.

VEJA AQUI a programação completa.

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