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31/05/2012 - 14:24

Bom retrato de família

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil  (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Véspera" - foto de Bob Sousa

SÃO PAULO – Camila Appel tem sua segunda peça, Véspera, encenada com ótima direção de Rudson Senna nos fins de semana no Teatro Itália. Tudo ocorre na véspera do natal, quando parte da família está se encontrando para resolver como fica a festa e coisas assim. Como em toda a reunião de pessoas tão íntimas, não faltam conflitos de todos os lados. Há entre pai, mãe e, mais ainda, entre filhos e pais, onde todos se comportam com a mais absoluta intimidade sem nenhuma cerimônia, como se cada um fosse dono da verdade e fim de papo.

Ambientado numa bela sala de casa bastante elegante, a peça apresenta ótimos diálogos e, apesar do tom sem conciliação, como ocorre na maioria das famílias, dá a impressão de que, no final das contas, tudo acabará bem.

Assim como o cenário, Márcio Vinícius assina os figurino de muito bom gosto e a iluminação fica à cargo do, sempre irretocável,  Paulo César Medeiros. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , ,
29/01/2012 - 19:44

Palácio do Fim: os horrores de uma guerra

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Vera Holtz emociona em "Palácio do Fim"

Baseada em fatos do conflito do Iraque, a peça de Judith Thompson mostra o drama de uma iraquiana vítima de tortura, o dilema de um cientista britânico que denunciou a farsa das armas de destruição em massa e o relato de uma recruta norte-americana acusada de abuso aos prisioneiros de Abu Ghraib. Direção de José Wilker, com Vera Holtz, Antonio Petrin e Camila Morgado

SÃO PAULO – Independe do período da história da humanidade: guerra é sempre indefensável. Os horrores que ela causa — seja para uma pessoa, para uma família, uma nação ou para todo o planeta — são sempre devastadores. A arte retrata, invariavelmente, os conflitos armados; na maioria das vezes, como forma de denúncia das atrocidades geradas por eles.

A dramaturga canadense Judith Thompson em Palácio do Fim, em cartaz no SESC Consolação até 11 de março, não fez diferente. Partiu de fatos reais da Guerra do Iraque e criou três monólogos, que na montagem dirigida por José Wilker, são intercalados nos 90 minutos de duração do espetáculo. As três histórias relatam experiências de personagens que, mesmo em campos opostos, tiveram suas vidas brutalmente alteradas com o advento da guerra. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
20/01/2012 - 17:29

Palácio do Fim chega a SP e traz história de sucesso na bagagem

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"Palácio do Fim" - foto de Guga Melgar

SÃO PAULO – Fenômeno da temporada teatral carioca de 2011, Palácio do Fim chega hoje ao Teatro Anchieta (SESC Consolação) para apenas oito semanas de apresentação. O espetáculo da autora canadense Judith Thompson, sob direção de José Wilker, traz em sua bagagem quatro indicações ao Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro, incluindo Melhor Direção para Wilker e Melhor  Atriz para Vera Holtz.

Thompson dividiu o texto em três monólogos – na encenação de José Wilker representados de maneira fragmentada e intercalada -, cujos personagens são inspirados em figuras reais, protagonistas de reportagens sobre um mesmo assunto. Leia mais »

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