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12/09/2012 - 18:04

Peça coloca atores correndo no palco do Teatro Eva Herz

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"Maratona de Nova York" - Foto de Desirée do Valle

SÃO PAULO – Após curta temporada em São Paulo, no Teatro Cacilda Becker, e passagem por São José dos Campos e Fortaleza, Maratona de Nova York entra em cartaz no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura.  A re-estreia é no próximo sábado (15), às 21h. A direção é de Bel Kutner. A trilha sonora é assinada por André Abujamra. A iluminação é de Paulo César Medeiros. A bailarina e coreógrafa Denise Stutz é a responsável pela direção de movimento.

A peça, escrita por Edoardo Erba, chama a atenção pelo fato dos atores Anderson Muller e Raoni Carneiro passarem os 75 minutos de apresentação correndo no palco.

Muller e Carneiro interpretam Mario e Steve, que estão treinando para a Maratona de Nova York e enquanto se preparam fisicamente para o evento, recordam momentos de suas vidas, falam sobre como surgiu o interesse pela corrida e colocam em questão os seus sonhos, qual o sentido da corrida e da superação em suas vidas.

Assuntos típicos do universo masculino, como mulher e futebol também estão presentes nos ágeis diálogos. Leia mais »

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06/07/2012 - 18:15

Atriz Bel Kutner dirige Maratona de Nova York

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Maratona de Nova York" - Foto de Desirée do Valle

SÃO PAULO – Texto inédito no Brasil, Maratona de Nova York às 21 horas de hoje, no Teatro Cacilda Becker. O autor é o italiano Edoardo Erba.  No elenco estão os atores Anderson Muller e Raoni Carneiro. A tradução é assinada por Beth Rabetti; a trilha sonora foi composta por André Abujamra; a iluminação é de Paulo César Medeiros.

Os protagonistas Mario (Muller) e Steve (Raoni) têm um objetivo, o qual é o centro da encenação: participar da Maratona de Nova York – a mais importante no mundo dos esportes. Durante os treinos relembram momentos de suas vidas e colocam em discussão questões como: Correr para quê? Superar quem?

O espetáculo é produzido por Anderson Muller, que já foi maratonista e sempre carregou o sonho de correr em cena. Quando conheceu essa peça, pelas mãos de Raoni Carneiro, o ator ficou encantado com o seu conteúdo e convidou Bel Kutner para dirigir a montagem, quem, além de assinar a direção, é parceira na produção. Leia mais »

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07/03/2012 - 22:38

Antonio Abujamra dirige texto inédito de Dib Carneiro Neto

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"Paraíso" - foto de Otávio Dantas

SÃO PAULO – O jornalista e dramaturgo Dib Carneiro Neto, apesar da curta carreira como autor teatral, tem em seu currículo trabalhos de relevo, seja pela competência, inclusive como tradutor (Calígula), ou pelos gabaritados profissionais com quem trabalhou (Gabriel Vilella, Paulo Autran  e Elias Andreato são alguns exemplos) e épelas mãos do veterano ator e diretor Antonio Abujamra que seu novo texto, Paraíso, chega ao Teatro do SESC Belenzinho nesta sexta-feira (9).

Miguel Hernandez e Nathália Corrêa dão vida ao casal  que, depois de longo período de relacionamento, decidem acertar as contas desse relacionamento já que se encontram num espaço indefinido em que devem viver para sempre e que pode ser um paraíso, ou uma prisão. O porquê dessa condição, não se sabe, pois entre eles só havia uma paixão não realizada. E há o filho dele, que não sabemos se foi morto ou não pelo próprio pai e nem os motivos que levam a essa questão.

Com direção de Antonio Abujamra, o texto original de Dib Carneiro Neto investiga questões existenciais. Esse casal, forçado ao convívio eterno, mostra-nos cruamente as crises, os delírios, as agressões e paixões possíveis nos grandes relacionamentos amorosos.

Segundo Abujamra, o teatro exige o coletivo e a carne. O coletivo se revela na atuação de dezenas de atores que interpretam o filho ausente.

“O que é bom em segredo, é melhor em público”, já dizia Pirandello e Leia mais »

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16/09/2011 - 15:24

Gabriel Villela mostra uma casa mineira que revela o que há por baixo dos panos

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

O romance de Lúcio Cardoso, Crônica da Casa Assassinada, considerado a obra-prima do autor mineiro, serve de base para que o diretor Gabriel Villela lance seu olhar sobre a hipocrisia família versus sociedade revelando o que há por debaixo dos panos em versão teatral homônima, com dramaturgia de Dib Carneiro Neto, que estreia hoje, 21h, no Teatro do SESC Vila Mariana.

“É um drama contemporâneo que tem dois pólos: o feudo familiar e o feudo externo – da sociedade”, sintetiza o encenador Gabriel Villela.

A trama gira em torno da família Menezes e dos que habitam o casarão da abastada família que vive do arrendamento do pasto de sua propriedade: três filhos, duas cunhadas e uma empregada. Como o livro de Lúcio Cardoso é composto por cartas de um personagem para o outro, o dramaturgo dividiu os personagens em dois nichos: o interno (aqueles que vivem no casarão) e o externo (as “vozes da sociedade”, formada por três narradores que representam diferentes, um Farmacêutico, um Padre e um Médico.

“O Dib (dramaturgo da peça) colocou uma lente de aumento na obra-prima de Lúcio Cardoso cuja casa é a protagonista. Ali, na casa, se escondem segredos, as loucuras e neuroses de uma família. Segredos que são comentados e narrados por três personagens de fora: um médico (que representa a ciência), um padre (que personaliza a religião) e um enfermeiro (o fofoqueiro que quer se aproveitar dessa família rica), e todos os fatos não seguem uma ordem cronológica. È como um quebra-cabeças que faz sentido aos poucos. Há uma polifonia – personagens situados em tempos diferentes da história falam em primeira pessoa e ao mesmo tempo, por exemplo”, explica Gabriel Villela. Leia mais »

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