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02/08/2012 - 18:27

Ifigênia de volta, no Espaço do Elevador

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Ifigênia", foto de João Caldas

SÃO PAULO – Devido ao reconhecimento da qualidade de Ifigênia, a Cia. Elevador inicia nova temporada do espetáculo, indicado ao Prêmio Shell 2012 de melhor iluminação e ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2012, na categoria dramaturgia. A direção é de Marcelo Lazzaratto e a dramaturgia de Cássio Pires.  A re-estreia sábado (4), às 21 horas, no Espaço Elevador.

A montagem faz parte do Projeto Cia. Elevador e o Trágico, pesquisa que a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico realiza sobre o homem contemporâneo e a sociedade.

A encenação é baseada na tragédia Ifigênia em Áulis, de Eurípedes e conta a fábula, Agamêmnon, comandante das forças gregas que se preparam para atacar Tróia, que é levado a sacrificar sua filha Ifigênia. Leia mais »

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17/07/2012 - 20:47

Peça de Walcyr Carrasco ganha leitura dirigida por Cássio Scapin

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Letras em Cena apresenta a leitura de "Jonas e a Baleia"

SÃO PAULO – Na próxima segunda-feira (23), o MASP sedia a leitura dramática de Jonas e a Baleia, de Walcyr Carrasco, autor da mini-novela Gabriela, da  TV  Globo, sob direção de Cássio Scapin.

Ficha Técnica:

No dia 23 de julho ocorrerá no MASP, como parte do projeto Letras em Cena, a leitura do texto Jonas e a Baleia de Walcyr Carrasco com direção de Cassio Scapin, dentro  do Letras em Cena.

Tiago Martelli dá voz a

Jonas, um garoto moderno que mora na rua Augusta e tem como amante o pai de sua ex-namorada, o executivo Amadeu que será lido por Joca Andreazza.
Em uma tarde em seu pequeno apartamento, ele vive uma intensa história de paixão, sexo e vingança.

Serviço:


Dia: 23 de julho de 2012
Horário: 19h30
Local: Grande Auditório do MASP
Endereço: Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista
*Entrada gratuita
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28/03/2012 - 23:52

Os Monólogos da Vagina estreia no Teatro Brigadeiro com novo elenco

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Imara Reis dirige nova montagem da peça de Eve Ensler

SÃO PAULO – Para comemorar o sucesso da comédia Os Monólogos da Vagina, a capital paulista sedia a estreia de mais uma temporada do espetáculo, que entra em cartaz no Teatro Brigadeiro, em São Paulo, a partir desta sexta-feira (30). A ocasião também marca o lançamento no Brasil do movimento feminista V-DAY.

Integram o elenco dessa nova temporada as atrizes Fafy Siqueira, Chris Couto e Adriana Lessa, sob direção de Imara Reis. Das três, apenas Fafy já fez parte do elenco anterior, que já contou com nomes como Zezé Polessa, Tânia Alves, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Lucia Veríssimo, Elizângela e Maximiliana Reis.

Os Monólogos da Vagina, de autoria da escritora e ativista americana Eve Ensler, já foi encenado em mais de 150 países e em mais de 50 idiomas diferentes.

A autora coletou depoimentos verídicos tentando entender o porquê de ser tão problemático falar sobre vagina. Seu objetivo era celebrar esse órgão feminino que está diretamente relacionado à sexualidade da mulher. O texto se desdobrou em diversas problemáticas como a violência contra a mulher. A mídia começou a prestar atenção e a peça se transformou num grande sucesso mundial.

Cássio Reis, produtor responsável pela montagem de Os Monólogos da Vagina no Brasil, assistiu ao espetáculo nos Estados Unidos e o que mais lhe chamou atenção é o cunho social da obra, na medida em que alerta a sociedade para a necessidade de se combater o preconceito e atos que colocam a integridade das mulheres em risco. Leia mais »

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01/11/2011 - 14:17

Jô Soares dirige comédia maiúscula

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Luiza Lemmertz e Cassio Scapin em "O Libertino"

SÃO PAULO – A comédia aqui em São Paulo é uma evolução do teatro de revista, praticado a partir das farsas. Por essa razão, grande parte dos atores conhecem, desde o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), bem as técnicas do teatro ridículo e ignoram as interpretações que não sejam satíricas. Quem me explicou isso foi Wolney de Assis (ator, diretor e professor de teatro) lá pela década de 1980. Mas as coisas continuam iguais na maioria das vezes. Não é o caso das encenadas pelo grupo TAPA e nem de O Libertino, de Eric-Emmanuel Shimitt, dirigida com extrema competência por Jô Soares, em cartaz no Cultura Artística Itaim, de quinta a domingo, o que a torna simplesmente imperdível.

O elenco, composto por dois atores e quatro atrizes está com tudo em cima, principalmente Luiza Lemmertz (filha da Júlia e neta da Lilian) e Luciana Carnieli.

Mas quem está arrasando é Cássio Scapin, quem protagoniza a peça. Ele é Diderot, um dos filósofos da ilustração francesa que alterna frases filosóficas e orgias divertidas, tudo isso ficcional. Parece que ele foi um conquistador, mas a peça foi escrita sem se ater a fatos reais. Leia mais »

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23/10/2011 - 17:02

Cassio Scapin vive o filósofo Diderot em peça dirigida por Jô Soares

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

Luiza Lemmertz, Cassio Scapin e Luciana Carnielle em "O Libertino"

De Eric-Emmanuel Schmitt, O Libertino se passa no século 18 e é uma comédia inteligente que trata de temas como moral, ética, amor, sexo, traição e relações de poder de maneira divertida e alegre

Num momento em que se questiona o amor romântico idealizado e conceitos de fidelidade e traição na relação a dois, a peça O Libertino, de Eric- Emmanuel Schmitt, em cartaz no Teatro Cultura Artística Itaim, que traz o filósofo francês Denis Diderot (1713/1784) em pleno século 18 discutindo essas e outras questões tão próximas do nosso cotidiano, vem muito a calhar. Com adaptação e direção de Jô Soares, a montagem traz Cassio Scapin na pele do filósofo, considerado, ao lado de Voltaire, precursor da Revolução Francesa.

Antes do início do espetáculo, o público já é conduzido à trama por meio de um depoimento bem descontraído do ator Juca de Oliveira; no telão, ele relata a importância de Diderot para o pensamento filosófico da humanidade, já que foi o autor da Enciclopédia ou Dicionário Lógico das Ciências, Artes e Ofício, obra que influenciou a Revolução Francesa. Diderot foi também um crítico feroz ao clero e à nobreza, tanto que é o autor da frase ferina: “O Homem só será livre quando o último rei for estrangulado com as entranhas do último padre”. Leia mais »

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