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03/08/2012 - 17:54

Amigas, Pero no Mucho está de volta

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Novo elenco de "Amigas, Pero no Mucho" - foto de Selma Morente

SÃO PAULO – Depois de três temporadas na capital paulista, apresentações no interior de São Paulo e Rio de Janeiro, a montagem de Amigas, Pero no Mucho volta com um novo elenco: Elias Andreato, Norival Rizzo, Nilton Bicudo, Alex Gruli. O texto é de Célia Regina Forte e a direção de José Possi Neto. Todas às terças feiras no Teatro Shopping Frei Caneca.  A re-estreia será na próxima terça-feira (7).

A peça apresenta a relação afetuosa e ao mesmo tempo conturbada de quatro amigas:  Debora(Norival Rizzo), Fram(Elias Andreato), Olívia (Nilton Bicudo) e Sara (Alex Gruli). Numa tarde as amigas se encontram e começam a colocar em questão todas as suas mágoas e neuroses.

Com humor e ironia, elas falam sobre as suas loucuras e expõem detalhes dos seus cotidianos. Não há julgamentos de suas atitudes. Leia mais »

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02/05/2012 - 17:09

Saudades da Grande Mãe Célia Helena

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

A atriz Célia Helena - foto acervo Lilian Herrerias

SÃO PAULO – Daqui a alguns dias celebraremos o Dia das Mães. Tenho a sorte de ter diversas mães: Sueli, Sonia, Noemia e por aí vai. Mães artísticas, também, tenho um sem número, mas certamente minha Grande Mãe das artes é Célia Helena. Abaixo segue o breve perfil que escrevi para o jornal da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo.

A Grande Mãe

Atriz, professora, amiga… Podemos definir essa Grande Mãe Artística com os  mais doces e inequívocos adjetivos superlativos, porque privilegiados, como eu, receberam dela o legado do amor ao teatro.

Pioneira em lançar uma escola de teatro dirigida aos adolescentes, Célia ousou abrir mão de uma carreira prodigiosa – atriz premiada, foi uma das fundadoras do Teatro Oficina – em favor da preocupação em formar atores mais preparados, ou como dizia, “pelo menos formar espectadores mais conscientes”. Leia mais »

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31/08/2011 - 18:06

Uma Relação Tão Delicada

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Ciranda é a confirmação de Célia Forte como um dos nomes mais expressivos da dramaturgia brasileira contemporânea. Em sua segunda obra teatral (Célia é autora do sucesso Amigas, Pero No Mucho) ela demonstra a capacidade de trabalhar muito bem com recursos sofisticados da escrita teatral.

O cerne da peça está na relação de Lena e Boina, mãe e filha que vivem um relacionamento às turras. Boina é uma executiva sóbria, que condena o comportamento da mãe, Lena,uma mulher libertária, tal qual uma hippie da década de 1970. A partir deste mote Célia, além de abordar os conflitos familiares, faz um belo inventário poético sobre os que lutaram contra a ditadura militar brasileira. Leia mais »

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29/07/2011 - 13:33

Célia Forte faz uma Ciranda na vida de mãe, filha e neta

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Com Tania Bondezan e Daniela Galli e direção de José Possi Neto, novo texto da jornalista e dramaturga mostra como o destino pode aprontar ciladas em nossas vidas

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Um retrato do universo feminino tendo como foco 15 anos na vida de três mulheres da mesma família, a mãe, sua filha e a neta. Esse o argumento da nova peça de Célia Forte, Ciranda, em cartaz no Teatro Eva Herz até 28 de agosto, com Tania Bondezan e Daniela Galli dando vida a essas três mulheres de gerações distintas.

Nesse segundo texto teatral, Célia Forte debruça-se novamente sobre o mundo feminino. Se em Amigas, pero no mucho a rivalidade entre quatro amigas (interpretadas por atores) era o mote central, dessa vez a essência da discussão fica para as diferenças de visão de mundo entre mãe e filha e como o destino provoca verdadeiras cirandas na vida das pessoas. Leia mais »

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25/07/2011 - 22:11

Ciranda nas voltas que a vida dá

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Daniela Galli, Célia Forte e Tânia Bondezan

Há um movimento singelo, perene e ambíguo nas voltas que a vida dá. Seguindo o trajeto da existência, Célia Regina Forte decalca emoção em doses cavalares, sem perder os recortes cômicos da vida-nossa-de-cada-dia, em seu segundo texto a ser encenado, Ciranda, dirigido por José Possi Neto, em cartaz de sexta a domingo no aconchegante Teatro Eva Herz.

Os figurinos, de beleza ímpar, assinados por Fábio Namatame (também o autor do cenário, a casa de Lena, formando um painel com colagens de fotos e cartazes de ídolos da juventude nos anos 1960/ 70, uma verdadeira obra de arte), deixa evidente a linha que norteia a concepção de Possi: as roupas de Lena (Tânia Bondezan), a mãe, dona de um restaurante vegetariano, remetem ao universo hippie, desapegado dos valores materiais, típicos de sua geração; já Boina (Daniela Galli), a filha que teve aos 17 anos, usa uma roupa sintética, uma espécie de tailleur preto, cabelos presos num coque, que definem bem sua personalidade oposta a da mãe. Ela é o produto de uma burguesia capitalista, ligada ao poder e aos benefícios obtidos com o dinheiro. Entretanto, o texto passa ao largo da discussão de ideologias opostas das personagens, sobrando espaço para situações cômicas que pontuam a vida entre gerações opostas.

Num segundo momento, Célia propõe um interessante jogo dramático: Leia mais »

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10/01/2011 - 14:49

Direção que vem da escola

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Célia Helena e Raul Cortez, mãe e pai de Lígia Cortez

Artigo de Michel Fernandes para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 09/01/2011

Em 1977, a atriz Célia Helena notou certa dificuldade em encontrar um curso especializado em teatro para jovens. Buscava um caminho para que Lígia Cortez, sua filha com o ator Raul Cortez, iniciasse sua trajetória investigativa nas Artes Cênicas. Nascia o embrião do Teatro-escola Célia Helena que alguns anos depois se tornaria curso profissionalizante pioneiro, responsável pela profissionalização de grande número de artistas do teatro brasileiro (Carolina Kasting, Jay Vaquer, Antonio Caloni, Eric Nowinski, Hugo Picchi, Fabiano Augusto, Jiddú Pinheiro, são alguns exemplos) ou, no mínimo, grandes apaixonados pelo teatro, conforme desejo da atriz.

A morte prematura de Célia, com seu sorriso maternal afagando os jovens ansiosos pelo futuro que é tão incerto, ao mesmo tempo exigente feito mãe zelosa a incitar seu filho na entrega vertical do conhecimento, para que ele domine os instrumentais que tornam mais eloquente seu desempenho

Lígia Cortez

profissional, permanecem inalterados graças a competência de Lígia Cortez, atriz de qualidade insuspeita, que tomou a missão da mãe na formação de novos artistas com tal zelo e competência, que obteve a nota máxima do MEC garantindo que a escola ampliasse seu espectro educacional.

Agora, além do curso técnico profissionalizante, há a Escola Superior de Artes Célia Helena que, agora, oferece um curso de pós-graduação, Lato Sensu, em direção, com profissionais do mais alto gabarito (Cida Moreira, Denise Weinberg, Flávio Desgranges, Marco Antonio Rodrigues, Ulisses Cohn, Antonio Araújo, Marcelo Lazzaratto, entre outros). As aulas são das 9h ao meio-dia e das 13 às 18 horas, sempre aos sábados, durante um ano e meio. As inscrições vão até o dia 13 de janeiro e são apenas 30 vagas. A aula inaugural, com o prof. Dr. Márcio Aurélio (Unicamp), será no dia 29 de janeiro de 2011.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, Lígia Cortez falou mais sobre o curso e projetos da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Leia mais »

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13/09/2010 - 13:58

Três anos de Teatro Eva Herz comemorados com programação especial e abertura de filiais

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Guilherme Leme apresenta adaptação de "O Estrangeiro", de Camus

Na última quarta-feira (8), o Teatro Eva Herz, com a estreia do monólogo Dos Escombros de Pagu, deu início às comemorações de seus três anos de atividade exemplar. Logo mais, com a leitura dramática de Ciranda, de Célia Forte, dirigida por José Possi Neto, começa uma semana de intensas atividades na unidade paulistana, culminando na inauguração de filiais do teatro em Brasília e Salvador.

Desde sua inauguração, dia 15 de setembro de 2007, que o Teatro Eva Herz, sob direção artística de Dan Stulbach, prima pela qualidade de sua programação, conforme declaração emocionada antes do início da estreia de Dos Escombros de Pagu, mais um espetáculo de inúmeras qualidades como a inspirada interpretação de Renata Zanetha e o belo texto de Tereza Silveira. Leia mais »

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20/08/2010 - 16:05

Maria Alcina revisita a obra do paulistano Arnaldo Antunes

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Eduardo Melo, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

A cantora Maria Alcina interpretou Arnaldo Antunes

Na noite da última terça-feira, subiu ao palco do Teatro Cleyde Yáconis a exuberante e espalhafatosa cantora Maria Alcina  revisitando as canções de Arnaldo Antunes, dentro da segunda edição do projeto Palavra de Paulista ,realizado todas as quartas-feiras ás 18h30 ,no teatro citado .

Dona de uma voz grave e de bastante personalidade, a cantora passeou por todas as fases da carreira de Arnaldo. Acompanhada de excelentes músicos, que deram excelentes soluções de arranjos, casando a bela voz de Maria Alcina com as ótimas criações de Arnaldo Antunes. A cantora conseguiu imprimir toda a sua versatilidade e seu estilo nas composições de Antunes. Leia mais »

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23/06/2010 - 16:12

A guerra como um manifesto

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"Guerra", espetáculo italiano funde dança e teatro

Espetáculo dirigido por Pippo Delbono traz momentos de crueza e poesia

Célia Musilli, da Imprensa FILO – Festival Internacional de Londrina 2010

Quando o espetáculo Guerra, dirigido por Pippo Delbono, chegou ao Brasil, muita gente se referiu a ele como uma adaptação livre d “Odisseia, de Homero. Em Londrina, participando do FILO 2010, o diretor italiano esclareceu que a referência ao texto de Homero é mínima, apenas uma frase, e que a montagem se refere sim aos mitos, “mas não aos grandes mitos, aos pequenos.”
Guerra, segundo o diretor, trata dos conflitos humanos, fazendo uma colagem de histórias autobiográficas ou que se relacionam às vidas de alguns atores da companhia. Mais do que tudo, ele disse que se trata de uma abordagem sobre “a esquizofrenia do mundo e as guerras que se processam dentro de cada um, individualmente.” Leia mais »

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11/05/2010 - 23:20

Célia Helena ganha biografia pela Coleção Aplauso

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Célia Helena com a filha Elisa Ohtake

“O essencial é identificar-me com a personagem, pois como atriz sou meio bicho, totalmente intuitiva, não adianta querer racionalizar as coisas. Senti, captei, e pronto, interpreto”. As palavras são da atriz Célia Helena, uma das mais importantes da história do teatro brasileiro, ao definir a forma como desenvolvia seu trabalho, reconhecido nos palcos e também no ensino das artes cênicas aos jovens. Na essência, ela era “Uma atriz visceral”, tal qual sugere o perfil descrito pela também atriz e escritora Nydia Licia na obra da Coleção Aplauso, produzida pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, com lançamento marcado para a próxima quinta-feira (13), na livraria Cultura do Conjunto Nacional. Na oportunidade também será lançada a revista Olhares, da Escola Superior de Artes Célia Helena, editada por Luiz Fernando Ramos, crítico de teatro e um dos editores da revista Sala Preta, da Universidade de São Paulo, onde é professor da Escola de Artes e Comunicação.

Uma das dez filhas do casal Octaviano Raymundo Silva e Lygia Camargo Silva, Célia Helena sempre procurou usar a intuição para nortear seus passos como artista. Aos 15 anos decidiu ser atriz, opção ousada para os padrões da época. O fato incomum de escolher o rumo de sua vida tão cedo denotava uma independência não usual em famílias burguesas nos idos dos anos 1950.

Celinha, como é denominada por Nydia, enfrentou críticas e conselhos contrários a sua escolha. Convicta, mesmo não podendo ser aceita na Escola de Arte Dramática (EAD) pela pouca idade, se inscreveu no Centro de Estudos Cinematográficos de São Paulo com o intuito de aprender a arte de representar.

Começa então a história de uma das mais elogiadas atrizes brasileiras, dona de uma beleza, talento e personalidade inquietantes. Seu legado ficou em suas mais de cem interpretações, que incluem 80 peças de teatro e produções de TV e cinema. Além, é claro, da criação de sua escola de ensino de artes cênicas, que hoje se tornou uma faculdade. Leia mais »

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