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02/04/2012 - 22:59

Última semana para conferir O Filho Eterno

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Pai precisa aprender a lidar com a deficiência do filho

Charles Fricks, melhor ator do prêmio Shell/RJ, interpreta o pai que entra em crise com o nascimento do filho, portador de síndrome de down. Bruno Lara Resende assina a adaptação, do sucesso literário de Cristovão Tozza, e Daneil Herz, a direção

SÃO AULO – Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, os paulistanos só têm até o próximo domingo (8) para conferir no Teatro Anchieta (SESC Consolação) O Filho Eterno, adaptação teatral do premiado livro de Cristovão Tezza que retrata a difícil relação de um pai com o nascimento de seu primeiro filho, portador de síndrome de down.

A transposição de qualquer obra artística de um veículo para outro é sempre delicada. Quando se trata de um livro que venceu diversos prêmios nacionais e internacionais (inclusive o prêmio Jabuti em 2008) a tarefa é ainda mais árdua. No entanto Bruno Lara Resende foi feliz na adaptação da história de Cristovão Tezza para os palcos: optou por um monólogo, o que acentuou ainda mais o drama do pai que é obrigado a lidar com suas próprias limitações diante do nascimento do primogênito, portador de síndrome de down. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
27/01/2012 - 15:29

A tribo ‘mal educada’ do paz e amor retorna com tudo! É Hair 2012

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Hair" - foto de Gugba Melgar

SÃO PAULO – Era o fim da década de 60 do século passado. Uma onda de protestos tomava as ruas de cidades importantes dos Estados Unidos. A guerra do Vietnã mobilizava os jovens da classe média, já por si insatisfeitos com as regras das escolas, dos lares, das igrejas.  James Rado e Gerome Ragni, dois obscuros atores, músicos e dramaturgos da of-Broadway jogaram nesse caldeirão fervente, um fiapo de enredo acompanhando as perambulações desses inconformados  e “mal educados” jovens  rebeldes. Mas,  para deixar tudo muito realista, praticamente um documentário de uma época, adicionaram muito sexo (livre), drogas  e rock da pesada (com músicas de forte impacto,  no canto coletivo).

Não demorou muito tempo para as bilheterias tilintarem com frenesi. Da Broadway para a rua Conselheiro Ramalho (Teatro Bela Vista, hoje remodelado) foi um salto de conto de fadas sonante, não esquecendo as grandes capitais européias, até a japonesa. Foi, como se pode ver, um fenômeno atordoante, que balançou a cabeça de muita gente, de generais ao Papa. Até o adolescente cabeludo da zona leste aqui de São Paulo. Instalou-se a “Era  Hippie”, que após anos de “glória”, deu no que deu, ou seja, o sonho acabou e para nos sobrou a rua Helvetia.

A frase “O musical que mudou o mundo” estampada na capa do programa desta energética versão da dupla  Charles Möeller e Claudio Botelho, não contém, para quem já viu, nenhum exagero publicitário: é a tradução da mais pura sinceridade. Leia mais »

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05/01/2012 - 21:20

Möeller & Botelho abrem audições para O Mágico de Oz

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

RIO DE JANEIRO – Eles são incansáveis, colecionam sucessos, estão por trás dos principais espetáculos musicais do Brasil, não é à toa que Tânia Brandão, jornalista que os biografou para a Coleção Aplauso (da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo), batizou a dupla (Charles) Möeller & (Claudio) Botelho de Os Reis do Musical. Conforme programado, Botelho havia me afirmado na entrevista de As Bruxas de Eastwick que, dentre seus futuros projetos, estavam um musical biográfico sobre Judy Garland, a protagonista da versão cinematográfica de O Mágico de Oz, cujas inscrições para as audições do musical podem ser feitas conforme informações abaixo.


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14/08/2011 - 14:42

Assista a um número de As Bruxas de Eastwick

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"As Bruxas de Eastwick" - Renata Ricci, Maria Clara Gueiros, Fafy Siqueira, Eduardo Galvão e Sabrina Korgut - crédito Marcos Mesquita

Dançar com o Demônio, número musical da superprodução da T4FUN, As Bruxas de Eastwick, dirigido por Charles Möeller e versão brasileira de Claudio Botelho.

No número, Eduardo Galvão e elenco.

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Imagens de José Saraiva Júnior

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Vem aí mais uma superprodução musical da dupla Möeller & Botelho


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27/12/2010 - 10:25

Em breve: musical homenageia “Rei” Roberto

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Musical homenageia 50 anos de carreira de Roberto Carlos

Assim como em “Beatles Num Céu de Diamantes” assistimos a um musical que se preocupou em evidenciar as canções dos garotos de Liverpool, “Aquela Canção do Roberto” pretende evidenciar as músicas compostas e interpretadas pelo “Rei” Roberto Carlos.

Encomendado para os “Reis do Musical”, a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, como parte das comemorações dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, Möeller adianta que o musical não pretende narrar a trajetória do ídolo e, sim, suas “canções costuradas”.

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22/12/2010 - 16:35

Möeller & Botelho dirigem novo musical da T4Fun

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Musical baseado em filme de 1987 ganha versão brasileira

Cercada de mistérios, como é de praxe em todos os musicais produzidos pela empresa, a T4Fun (Time For  Fun) anunciou para 2011 mais um musical estrangeiro: “As Bruxas de Eastwick”, cuja estreia se deu no West End londrino, produzido por Camerin Mackintosh.

A versão brasileira do musical de John Dempsey e Dana P. Rowe será assinada pelos “Reis dos Musicais”, Charles Möeller e Claudio Botelho que já assinaram o espetáculo “Sweet Charity”, protagonizado por Claudia Raia e Marcelo Médice, para a empresa. Leia mais »

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22/08/2010 - 20:53

Falando do Universo Teatral

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Adriana Garambone é a stripper Gypsy Rose Lee em GYPSY

Gypsy, de Arthur Laurents, Stephen Sondheim e Jule Styne, é o novo musical da dupla Charles Moeller e Claudio Botelho em cartaz no Teatro Alfa. Não se trata, pois, de uma biografia da célebre stripper Gypsy Rose Lee, visto que ela na trama é uma personagem coadjuvante. O foco da trama reside na mãe de Gypsy, Rose, uma tresloucada mulher, cujo grande propósito é que sua filha brilhe nos palcos norte-americanos.
A obra data de 1959, no entanto, acredito que não há momento mais oportuno para esta encenação brasileira. O Brasil de hoje se assemelha muito ao retratado pelo Musical. A incessante busca pela fama a qualquer preço, as diversas “mães de misses” e os candidatos ao estrelato tornam a história de Gypsy totalmente encaixada na nossa realidade. E o pano de fundo do musical, que é a decadência do teatro de variedades para o teatro burlesco (com nudez em cena) foi algo vivenciado pelo Teatro de Revista Brasileiro, cujo declínio se deu, em parte, por conta do aumento da nudez em cena. Leia mais »

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09/06/2010 - 21:28

Promises, Promises: Deliciosa Comédia de Situações com Clima Vintage

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Por Charles Möeller.

Os diretores Charles Möeller & Claudio Botelho analisam os principais espetáculos em cartaz na Broadway no momento

FONTE: SITE MÖELLER & BOTELHO

"Promises, Promises", roteiro de Neil Simon e músicas de Burth Bacharah

Estava muito ansioso pra ver a primeira remontagem de Promises, Promises (o original é dos anos 1960), pois tem um time de criadores de peso! O texto é de um dos maiores comediógrafos de todos os tempos, Neil Simon, baseado no filme O Apartamento, de Billy Wider, com músicas de Burt Bacharach e Hal David. Direção e coreografia do tarimbado Rob Ashford e, ainda pra reforçar, Sean Hayes e Kristin Chenoweth como protagonistas! Claro que foi essa peça que eu escolhi pra ser a primeira da maratona!

Já entramos no clima no overture, com bailarinos dançando todos os temas!   A peça se passa em 1962 e tem aquele clima vintage que sempre acaba rondando as remontagens de musicais dessa época. O cenário: o bom e velho ambiente de escritório. Os americanos adoram enredos que envolvem personagens de grandes escritórios, há dezenas de musicais, filmes, séries de TV, todos ambientados e à volta de situações de secretárias, chefes, datilógrafas, telefonistas, até mesmo ascensoristas de grandes corporações. Leia mais »

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08/06/2010 - 21:50

Charles Möeller: Mais um Musical da Broadway!

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Artigo de Charles Möeller

FONTE: SITE MÖELLER & BOTELHO

Quem nos acompanha já sabe que sempre viajamos pra Nova York e Londres todos os anos pra assistir o que esta acontecendo no mundo dos musicais! E nos últimos anos temos publicado nossas impressões no Site M&B! Resolvi abrir meu diário de bordo desse ano de uma maneira diferente. Antes de falar de um espetáculo em si, queria abordar uma questão com a qual sempre me esbarro nos últimos anos:  A generalização da expressão “musical da Broadway!”

Em todos as maiores cidades do mundo se montam musicais: Do Japão aos antigos países da cortina de ferro. De Berlim a Buenos Aires, o gênero é cultuado e incorporado independentemente da cultura local, ou, às vezes, com adaptações à cultura local! Em quase toda grande metrópole há musicais autorais, réplicas, musicais originários da Broadway, de West End ou criações locais! O gênero atrai  milhões de pessoas, movimenta o turismo mundial e uma quantidade de dinheiro e empregos incalculáveis, e é  um fenômeno  que existe enquanto forma teatral há quase um século e meio.

Considera-se que  a primeira peça teatral adaptada ao moderno conceito de musical foi “The Black Crook” – de Charles M. Barras e Giuseppe Operti, de 1866. A partir de 1890  batizou-se de “comédia musical” o que acontecia dentro dos teatros da “Broadway“. Portanto, não estamos diante de um minuano, mas falando de um ancião com muito fôlego! Sua longevidade e sua força vêm especialmente de  sua capacidade de transformação, renovação, reinvenção e até auto-negação! Como, aliás, o teatro em si em todos os seus diversos gêneros e vertentes.

Escrevo esse preâmbulo para esclarecer o quanto ainda me incomoda  a classificação genérica que trata um musical da Broadway como um gênero, e não como um espetáculo que teve origem naquele centro de entretenimento. Leia mais »

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05/05/2010 - 13:01

Dois espetáculos prorrogam temporada no Rio de Janeiro

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

CHARLIE E LOLA, A PEÇA

Devido ao grande sucesso, a Aventura Entretenimento prorrogou por mais uma semana a temporada dos espetáculos Charlie e Lola, A Peça e Beatles num céu de diamantes que ficarão em cartaz até o dia 09 de maio (domingo) no Espaço Rio Sul de Cultura e Entretenimento, no Rio de Janeiro. O espetáculo infantil também oferecerá uma promoção especial para o Dia das Mães. Durante todo o fim de semana, as mães que forem assistir ao espetáculo ganham desconto de 50%.

Com mais de 160 mil espectadores em seus dois anos em cartaz, o musical Beatles num céu de diamantes é dirigido pela dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho. Juntos os dois se tornaram “Os Reis dos Musicais”, como aparece na recente biografia da dupla escrita por Tânia Carvalho para a Coleção Aplauso. Cláudio e Charles criaram um musical a partir da obra dos Beatles. Ganhador de dois prêmios Shell (arranjo musical e conjunto da obra), o espetáculo foi classificado como um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2008 e passou por cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo e Lyon, na França. È um caso raro na cena brasileira de um espetáculo musical que encantou tanto a crítica quanto o público.  Produzido pela Aventura Entretenimento, o musical tem no elenco Chris Penna, Fabrício Negri, Pedro Sol, Sabrina Korgut entre outros atores-cantores. Leia mais »

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