Publicidade

Publicidade

23/05/2012 - 18:23

Monólogo retrata o universo de Jorge Luis Borges

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória"Em Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, João Paulo Lorenzon criou e protagoniza o espetáculo baseado na obra e vida do escritor argentino

SÃO PAULO – João Paulo Lorenzon acaba de estrear no SESC Consolação, Espaço Beta, o monólogo Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, seu segundo trabalho que tem como cerne o universo do escritor argentino Jorge Luis Borges. Em 2008 o ator encenou Memória do Mundo, que focava a solidão como fonte de prazer e criatividade. Desta vez, Lorenzon se dedicou durante dois anos à pesquisa sobre a vida e a obra de Borges e no monólogo, baseado em imagens de contos, poemas e dados biográficos do escritor argentino, ele propõe uma reflexão sobre a memória e o esquecimento, a luz e a cegueira, o sonho e a realidade, sobre as perdas e, principalmente, sobre a vida e a morte, temas bem comuns ao universo borgeano.

Ao entrar na sala de espetáculos, o espectador é conduzido a experimentar sensações; na penumbra, as pessoas precisam caminhar entre blocos de concreto até chegar às cadeiras. A pouca iluminação, em seguida, é apagada para que o ator inicie sua fala. O breu coloca o espectador na mesma condição da cegueira, que Borges vivenciou durante anos, até sua morte. Fiz questão de fechar os olhos para intensificar a experiência proposta pela montagem: a poesia e o clima de introspecção do autor calam fundo graças à voz potente e expressiva de Lorenzon. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
21/05/2012 - 17:37

Monólogo pretende dialogar com a obra de Jorge Luis Borges

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu vi o sol brilhar em toda sua Glória"

SÃO PAULO O monólogo Eu vi o Sol brilhar em toda a sua Glória estreia hoje no SESC Consolação, em que o ator João Paulo Lorenzon volta a dialogar com a obra do escritor argentino, Jorge Luis Borges. Lorenzon assina o texto que tem supervisão do crítico literário e tradutor Davi Arrigucci Jr.

O texto, baseado nas criações literárias e na trajetória pessoal de Borges, questiona as perdas a que os seres humanos podem sofrer no decorrer da vida.  O objetivo é provocar no espectador reflexões sobre memória e esquecimento, luz e cegueira, sonho e realidade, finitude e imortalidade. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , ,
06/05/2012 - 20:42

Paulo Santoro veio pra ficar

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

César Augusto assina a direção de "Plinio Contra as Estrelas"

SÃO PAULO – Tudo indica que vai ficar. Esse é o quarto texto dele encenado. O primeiro, O Canto de Gregório, foi dirigido por Antunes Filho , logo em seguida do autor ter cursado dramaturgia no CPT. O segundo, O Fim de Todos os Milagres foi editado em livro junto com o primeiro. Entre suas produções dramatúrgicas, a terceira obra encenada foi A Mulher Que Ri, sob direção de Yara Novaes. Agora é a vez de Plínio Contra as Estrelas, dirigida por César Augusto, que fica em cartaz até sexta-feira (11), na sala Beta do SESC Consolação.

No texto, Santoro consegue contrapor duas visões do mundo atual. A dos adultos que atribuem a ele estado de profunda depressão por viver trancado no quarto com seu computador quase todo o tempo, e a dele, ou dos jovens atuais que consideram a situação perfeitamente normal e aparentam grande satisfação de viver. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
04/05/2012 - 18:52

A Mecânica das Borboletas retrata conflito entre irmãos

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Mecânica das Borboletas" - foto de Guga Melgar

Eriberto Leão e Otto Júnior são os gêmeos Rômulo e Remo que assumem posturas opostas na vida e 20 anos depois precisam fazer um acerto de contas. Suzana Faíni e Ana Kutner completam o elenco da peça de Walter Daguerre dirigida por Paulo de Moraes


SÃO PAULO – O argumento de A Mecânica das Borboletas, em cartaz no Teatro Anchieta (SESC Consolação), nasceu depois que o dramaturgo Walter Daguerre passou uma temporada numa fazenda gaúcha em que os afazeres eram somente os rurais e campestres, nada da vida urbana e tecnológica. estes opostos (urbano/rural, digital/analógico) motivaram o autor a criar os gêmeos Rômulo e Remo, interpretados respectivamente por Eriberto Leão e Otto Júnior, que encarnam ideais de vida opostos e ao mesmo tempo muito próximos e inconciliáveis: a liberdade que o mundo oferece e a responsabilidade em cuidar da família.

Rômulo deixa o lar e se aventura pelo mundo, tornando-se um escritor de sucesso; já Remo assume a oficina mecânica deixada pelo pai após sua morte, casa-se e cuida da mãe, que ficou perturbada com tantas perdas. A volta do filho pródigo provoca atritos e uma reviravolta no destino de toda a família. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
12/04/2012 - 18:25

Eriberto Leão é destaque em A Mecânica das Borboletas

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Mecânica das Borboletas" - foto de Guga Melgar

SÃO PAULO – Depois de temporada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, A Mecânica das Borboletas faz temporada na capital paulista. A estreia será amanhã no Teatro Anchieta (SESC Consolação). No elenco, Ana Kutner, Eriberto Leão, Otto Jr e Suzana Faíni. A direção é de Paulo Moraes, da Cia Armazém de Teatro.

A Mecânica das Borboletas é um texto inédito do dramaturgo Walter Daguerre e faz uma reflexão sobre a vida contemporânea ao abordar as escolhas da vida e as consequências que elas ocasionam. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , ,
09/04/2012 - 18:54

Nova peça dirigida por Darson Ribeiro estreia no SESC Consolação

Compartilhe: Twitter

Henrique Ponzi em "Abrigo" - foto de Eliana Souza

Abrigo, texto do estreante Raphael Ramos, inicia temporada, dentro do Projeto Primeiro Sinal, logo mais no Espaço Beta do SESC Consolação

SÃO PAULO – O ator pernambucano Henrique Ponzi recebeu o convite para protagonizar o solo Abrigo, texto do jovem autor Raphael Ramos sob direção de Darson Ribeiro, cuja estreia será às 21h de hoje, no Espaço Beta do SESC Consolação, dentro do Projeto Terceiro Sinal (que objetiva apresentar artista ainda com pouca experiência).

Abrigo é o espaço onde se deflagra o embate das personagens (Velho, Moço e Ela), com suas memórias, emitidas por um único interlocutor. Este ator em cena emerge da sombra para a revelação de tensões numa busca incessante do humano – do ter alguém para “abrigar-se” ou do simples e eficaz dar “abrigo”. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , ,
02/04/2012 - 22:59

Última semana para conferir O Filho Eterno

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Pai precisa aprender a lidar com a deficiência do filho

Charles Fricks, melhor ator do prêmio Shell/RJ, interpreta o pai que entra em crise com o nascimento do filho, portador de síndrome de down. Bruno Lara Resende assina a adaptação, do sucesso literário de Cristovão Tozza, e Daneil Herz, a direção

SÃO AULO – Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, os paulistanos só têm até o próximo domingo (8) para conferir no Teatro Anchieta (SESC Consolação) O Filho Eterno, adaptação teatral do premiado livro de Cristovão Tezza que retrata a difícil relação de um pai com o nascimento de seu primeiro filho, portador de síndrome de down.

A transposição de qualquer obra artística de um veículo para outro é sempre delicada. Quando se trata de um livro que venceu diversos prêmios nacionais e internacionais (inclusive o prêmio Jabuti em 2008) a tarefa é ainda mais árdua. No entanto Bruno Lara Resende foi feliz na adaptação da história de Cristovão Tezza para os palcos: optou por um monólogo, o que acentuou ainda mais o drama do pai que é obrigado a lidar com suas próprias limitações diante do nascimento do primogênito, portador de síndrome de down. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
09/08/2011 - 15:11

Peça premiada de autor argentino ganha os palcos pelas mãos de Luiz Valcazaras

Compartilhe: Twitter

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"A Idade da Ameixa", de Aristides Vargas, ganha tradução de Mário Viana

Uma discussão poética sobre o tempo. Em A Idade da Ameixa, do premiado autor argentino Aristides Vargas, três gerações de mulheres pertencentes a uma mesma família, e que envelheceram confinadas em um casarão, habitam as lembranças de duas irmãs que se correspondem por cartas e, assim, acabam por abrir frestas do passado e a evocar momentos que marcaram suas existências. O espetáculo, que estreia quinta-feira (11) no Espaço Beta do SESC Consolação, tem tradução de Mario Viana e direção de Luiz Valcazaras.

O texto de Aristides já foi montado no Brasil, pelos atores Ìlvio Amaral e Mauricio Canguçu, sob a direção de Guilherme Leme.

A concepção cênica do texto dramatúrgico trabalha com dois planos que oscilam entre os depoimentos reais e as lembranças das duas irmãs. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , ,
26/10/2010 - 17:28

Peça traz duelos poéticos em encenação despojada

Compartilhe: Twitter

Crítica de “Nada de Dois – Seis Duelos Verbais” por Michel Fernandes, especial para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 25/ 10/2010

"Nada de Dois", de Pedro Mexia e direção de Freed Mesquita

“Nada de Dois – Seis Duelos Verbais” conjuga duas interessantes figuras estreantes em palcos paulistanos: o autor português Pedro Mexia (inédito no país) e o diretor Freed Mesquita (este participou, como ator, de peças dirigidas por Antunes Filho). A peça faz temporada até 9 de novembro na sala Beta do SESC Consolação, às segundas e terças-feiras, 21h.

A cada sessão são sorteadas três cenas que compõem a representação da noite, estabelecendo-se um jogo. Atores, diretores e público selam o pacto da teatralidade, do sim e do não, do real que se afirma convenção e abre espaço para a poesia. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , ,
18/05/2010 - 14:28

Conto de Clarice Lispector ganha a cena

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Angélica di Paula protagoniza monólogo

Estreia hoje, às 21h, no Espaço Beta do SESC Consolação, o monólogo O Ovo e a Galinha, encenação do conto homônimo de Clarice Lispector, sob direção de Vanessa Bruno.

Angélica di Paula (a excelente Moema de Senhora dos Afogados, dirigida por Antunes Filho) dá vida a essa personagem, no palco tornada insone – mesmo que isso não signifique qualquer alteração no conto -, em que sonho, memória e vigília são estímulos alternantes.

O Ovo e a Galinha

Direção: Vanessa Bruno
Com: Angélica di Paula
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos
Texto: Clarice Lispector

Sesc Consolação Espaço beta – 3º andar

R. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – Centro. Telefone: 3234-3000.
Ingresso: R$ 2,50 a R$ 10.

Quando: Terças, 21h.

LEIA TAMBÉM

Beth Goulart interpreta Clarice Lispector

Clarice, Ainda uma Pergunta

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , , ,
Voltar ao topo