Publicidade

Publicidade

29/07/2012 - 14:08

Alinne Moraes é Dorotéia

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Teatro Raul Cortez recebe peça escrita por Nelson Rodrigues

SÃO PAULO – Depois de temporada no Teatro Poeira, no Rio de Janeiro, Dorotéia chega a São Paulo. A atriz Alinne Moraes é a protagonista da montagem que conta a história de Dorotéia, prostituta que abandona a profissão após a perda de seu filho e procura a família em busca de salvação. No elenco estão: Gilberto Gawronski, Alexandre Pinheiro, Keli Freitas, Marcus Majella e Paulo Verlings. Dirigida por João Fonseca, a peça fica em cartaz no Teatro Raul Cortez até 14 de outubro.

Em Dorotéia, considerada por muitos uma obra maldita, Nelson coloca em questão como a sociedade condena as pessoas por sua beleza. Doroteia vai à casa de suas primas Dona Flávia, Carmelita e Maura, que são viúvas e muito feias. As três a repudiam devido à sua beleza.

São personagens que reprimem os seus desejos sexuais e para evitar que o pecado tome conta de sua residência, Dona Flávia impõe uma condição para aceitar a presença de Doroteia: que ela fique feia.

Alinne Moraes entrou em contato com o texto há dois anos e se identificou com a trajetória da prostituta que precisa se enfeiarpara assim não chamar mais a atenção de ninguém e ser aceita pelas parentes.  A atriz contou que muitas vezes quis se tornar feia para passar despercebida entre as pessoas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , ,
02/05/2012 - 17:09

Saudades da Grande Mãe Célia Helena

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

A atriz Célia Helena - foto acervo Lilian Herrerias

SÃO PAULO – Daqui a alguns dias celebraremos o Dia das Mães. Tenho a sorte de ter diversas mães: Sueli, Sonia, Noemia e por aí vai. Mães artísticas, também, tenho um sem número, mas certamente minha Grande Mãe das artes é Célia Helena. Abaixo segue o breve perfil que escrevi para o jornal da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo.

A Grande Mãe

Atriz, professora, amiga… Podemos definir essa Grande Mãe Artística com os  mais doces e inequívocos adjetivos superlativos, porque privilegiados, como eu, receberam dela o legado do amor ao teatro.

Pioneira em lançar uma escola de teatro dirigida aos adolescentes, Célia ousou abrir mão de uma carreira prodigiosa – atriz premiada, foi uma das fundadoras do Teatro Oficina – em favor da preocupação em formar atores mais preparados, ou como dizia, “pelo menos formar espectadores mais conscientes”. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , ,
10/04/2012 - 20:27

Rodrigo Lombardi vive no palco o mito de Dom Juan

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

O ator Rodrigo Lombardi protagoniza clássico de Molière

Montagem do clássico de Moliére é assinada por William Pereira, responsável também pela cenografia e trilha sonora. No elenco, ao lado de Rodrigo estão Eduardo Estrela, Clarissa Kiste e Roberto Arduim entre outros

SÃO PAULO – Moliére há mais de 400 anos debruçou-se sobre o mito do sedutor e galanteador Dom Juan e não é por acaso que seu texto é um clássico até os nossos dias. Em tempos de conquistas pela internet e relações fugazes e descartáveis, nunca as artimanhas da conquista de um personagem tão elegante e sedutor como Dom Juan calam tão fundo nas plateias atuais.

No espetáculo Dom Juan, em cartaz no Teatro Raul Cortez, o ator Rodrigo Lombardi faz o personagem título, William Pereira assina a direção e o professor Jorge Coli foi o responsável pela tradução do texto de Moliére.

“Não vamos nos preocupar com o mal que pode nos acontecer, vamos nos preocupar com o que pode nos dar prazer.” Esta frase é a síntese do sedutor Dom Juan, mas poderia ser atribuída a qualquer conquistador de hoje, que utiliza os meios virtuais para seus galanteios e amores fortuitos. O diretor vê no texto clássico de Moliére uma atualidade e mais do que comédia, a peça é uma “quase tragédia”: Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
22/03/2012 - 00:44

Núcleo de Dramaturgia SESI estreia o espetáculo Coração na Bolsa

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Coração na Bolsa"

SÃO PAULO – Coração na Bolsa é dirigida pelo premiado Ruy Cortez e escrita por Marcus Leoni, autor do Núcleo de Dramaturgia Sesi – British Council. A peça entra em cartaz hoje, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

A peça traz ao palco artistas revelados pelo Núcleo de Dramaturgia SESI –
British Council e o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP, comemorando quatro anos de atividades. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
14/10/2011 - 17:29

Fernanda Montenegro reverencia Simone de Beauvoir

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

"Viver Sem Tempos Mortos", agora no Teatro Raul Cortez

Em Viver Sem Tempos Mortos a grande atriz brasileira faz uma homenagem e resgata para as novas gerações a personalidade marcante da escritora, pensadora e ensaísta francesa, que ao lado de Jean-Paul Sartre criou o Existencialismo no século passado

Plateia do Teatro Raul Cortez lotada (com cadeiras extras). Informes iniciais quase sussurados. Silêncio respeitoso. Pronto, o rito do teatro estabelecido. Ouvem-se somente passos. Uma cadeira, focos de luz das duas extremidades do palco e outro na cadeira. Fernanda Montenegro entra, senta-se. Viver Sem Tempos Mortos começa.

São 60 minutos, mas o bastante para Fernanda de Beauvoir ou Simone Montenegro discorrer uma vida. E não uma vida qualquer. A trajetória da vida de uma mulher intensa. Da criança de uma família burguesa da França que, com a dificuldade financeira dos pais, tinha como distração somente os livros.  Estes, companheiros inseparáveis, que contribuíram para a formação de Simone de Beauvoir, uma professora, escritora, ensaísta que revolucionou o pensamento da Humanidade em meados do século 20. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , ,
30/08/2011 - 17:02

Internet e Stand-Up em questão

Compartilhe: Twitter

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Paulinho Serra - foto Bruno Polengo

Sem sombra de dúvidas, a Internet permite que novos humoristas, ou os Stand-Up Comedy, ganhem notoriedade. O Twitter de Paulinho Serra (@paulinhoserra10), por exemplo, com mais de 287 mil seguidores, exemplifica como as mídias sociais são poderosos aliados na formação das atuais celebridades. Abrindo a programação do segundo semestre do projeto Humor & Companhia – O Humor na Mídia e nas Artes, do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo, às 19h30 de hoje, será realizado o debate Internet: A Disseminação da Stand-Up.

Com a participação dos humoristas Rafael Cortez e Paulinho Serra, o debate será mediado pelo jornalista, cronista e escritor Xico Sá. Durante a discussão, Rafael Cortez e Paulinho Serra farão apresentações pockets de comédia stand-up.

O programa Humor & Companhia acontece mensalmente até novembro e tem por objetivo apresentar e discutir o humor que se faz hoje na mídia impressa, TV e internet e nas artes – cinema, teatro, circo, MPB, artes plásticas, literatura. Entre os artistas e intelectuais que ainda vão participar do ciclo estão Amir Haddad, Antonio Prata, Leda Catunda, Luís Alberto de Abreu, Tadeu Chiarelli e Tutty Vasques.

As senhas para o debate Internet: A Disseminação da Stand-Up devem ser retiradas com uma hora de antecedência, na bilheteria. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , ,
25/01/2011 - 20:26

Um Tennessee excelente!

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

Ricardo Gelli e Tales Penteado em "Rosa de Vidro"

A releitura de João Fábio Cabral para a peça Zoológico de Vidro – traduzida por aqui como À Margem da Vida – sintetiza a obra com extrema competência e inclui, ao final, memórias do autor sobre visita feita à irmã alguns anos depois. Rosa de Vidro está em cartaz no SESC Consolação, terceiro piso.

Tennessee teve inúmeros textos montados com enorme sucesso na Broadway e depois transformados em filmes assistidos por milhões de espectadores em todo o mundo.

Os jovens possivelmente não o conheçam, pois morreu em 1986 e talvez tenha sido menos remontado do que merece. A obra que serviu de modelo para a releitura foi seu primeiro grande sucesso. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , ,
10/01/2011 - 14:49

Direção que vem da escola

Compartilhe: Twitter

Célia Helena e Raul Cortez, mãe e pai de Lígia Cortez

Artigo de Michel Fernandes para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 09/01/2011

Em 1977, a atriz Célia Helena notou certa dificuldade em encontrar um curso especializado em teatro para jovens. Buscava um caminho para que Lígia Cortez, sua filha com o ator Raul Cortez, iniciasse sua trajetória investigativa nas Artes Cênicas. Nascia o embrião do Teatro-escola Célia Helena que alguns anos depois se tornaria curso profissionalizante pioneiro, responsável pela profissionalização de grande número de artistas do teatro brasileiro (Carolina Kasting, Jay Vaquer, Antonio Caloni, Eric Nowinski, Hugo Picchi, Fabiano Augusto, Jiddú Pinheiro, são alguns exemplos) ou, no mínimo, grandes apaixonados pelo teatro, conforme desejo da atriz.

A morte prematura de Célia, com seu sorriso maternal afagando os jovens ansiosos pelo futuro que é tão incerto, ao mesmo tempo exigente feito mãe zelosa a incitar seu filho na entrega vertical do conhecimento, para que ele domine os instrumentais que tornam mais eloquente seu desempenho

Lígia Cortez

profissional, permanecem inalterados graças a competência de Lígia Cortez, atriz de qualidade insuspeita, que tomou a missão da mãe na formação de novos artistas com tal zelo e competência, que obteve a nota máxima do MEC garantindo que a escola ampliasse seu espectro educacional.

Agora, além do curso técnico profissionalizante, há a Escola Superior de Artes Célia Helena que, agora, oferece um curso de pós-graduação, Lato Sensu, em direção, com profissionais do mais alto gabarito (Cida Moreira, Denise Weinberg, Flávio Desgranges, Marco Antonio Rodrigues, Ulisses Cohn, Antonio Araújo, Marcelo Lazzaratto, entre outros). As aulas são das 9h ao meio-dia e das 13 às 18 horas, sempre aos sábados, durante um ano e meio. As inscrições vão até o dia 13 de janeiro e são apenas 30 vagas. A aula inaugural, com o prof. Dr. Márcio Aurélio (Unicamp), será no dia 29 de janeiro de 2011.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, Lígia Cortez falou mais sobre o curso e projetos da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , ,
01/12/2010 - 02:33

Autor de “Rua do Medo” faz jus a antecessores ilustres da comédia

Compartilhe: Twitter

Afonso Gentil, especial para Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Comédia de Leonardo Cortes tem direção de Marcelo Lazzaratto

Temos bons dramaturgos habitando regularmente os teatros dos circuitos alternativos ou dos mais compromissados comercialmente.  Um exemplo disso é a presença maciça de 10 autores conhecidos ( e reconhecidos) num espetáculo sugestivo já a partir do título, “Te Amo, São Paulo”, cartaz dos fins de semana no Teatro Folha. Este espaço conta com o apoio publicitário da empresa que lhe dá o nome. Resultado: a sala vive lotada e as temporadas são, com freqüência, prolongadas.  Mas este caso é exceção: a maioria absoluta dos grupos e cias. costuma ter dificuldade em divulgar na grande imprensa, falada ou escrita.

Assim, recentemente, bons espetáculos de autores novos (Camila Appel de “A Pantera”) ou um bissexto Hugo Possolo com “A Meia Hora de Abelardo” tiveram temporadas semi-anônimas, muito aquém do resultado artístico, pela mais absoluta impossibilidade de investimento publicitário. Resultado: autores talentosos, que no tempo dos “tijolinhos” dos jornais eram logo consagrados, ficam patinando indefinidamente (salvo raros deles) no limbo dos  “sem sem” (sem anúncio e sem chance).

Entenda, assim, por que tal circunstância nos faz apresentar a vocês, como novíssimo, um talento em plena maturação há mais de 10 anos: LEONARDO CORTEZ,  que tem seus adeptos entre programadores culturais (SESI, SESC, CCSP), na classe teatral e continua injustamente preterido por setores da crítica teatral. Porém, pelo que se depreende do seu currículo, amado por onde passa com seus espetáculos. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , ,
30/08/2010 - 17:33

Lígia Cortez dirige peça mexicana inédita no Brasil

Compartilhe: Twitter

Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Depois de "Estrelas do Orinoco", Lígia Cortez dirige mais um texto latino-americano: "Mulheres Que Bebe, Vodka"

Empenhada em aproximar a dramaturgia latino-americana do público brasileiro, a atriz Lígia Cortez dirige Mulheres Que Bebem Vodka, do autor mexicano Victor Hugo Ráscon Banda, cuja estreia será nesta terça-feira (31), 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Mulheres Que Bebem Vodka, pertencente ao grupo de autores nomeados Nova Dramaturgia Mexicana, conta, de maneira bem-humorada, a história de mulheres que emigraram da Polônia para o México atrás da própria sobrevivência, fugindo da guerra política ou, simplesmente, em busca de uma nova vida. Ewa (Selma Egrei) é produtora de casting para cinema e está escolhendo o elenco para o longa Estação Varsóvia, adaptação do romance de Joanna (Patrícia Gasppar) numa co-produção com o México e Estados Unidos. Ambas são amigas antigas que se perderam de vista na Europa e estão se reencontrando, após muitos anos, neste projeto. Aniela (Maria Manoella) e Bárbara (Martha Nowill) são atrizes candidatas ao papel de protagonista do filme. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , ,
Voltar ao topo