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01/07/2012 - 16:11

Um Ibsen inédito na cidade

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Dama do Mar"

Sob direção de Sérgio Ferrara, A Dama do Mar, peça simbolista  do dramaturgo norueguês narra o drama de uma mulher que se casou com um médico viúvo mas está presa ao passado, quando se envolveu com um marinheiro que prometeu voltar para se casarem

SÃO PAULO – Pela primeira vez montada em na capital paulista, estreou nesta semana, no Teatro Nair Bello, a peça A Dama do Mar, de Henrik Ibsen, projeto que o premiado diretor Sérgio Ferrara acalenta há mais de quatro anos. Com um elenco de oito atores, a trama gira em torno de Élida Wangel, interpretada por Ondina Clais Castilho, uma mulher madura, casada com um médico viúvo e pai de duas moças, mas que não consegue se entregar ao relacionamento em função de seu envolvimento na juventude com um marinheiro desconhecido (Renato Cruz).

Eles tiveram um romance passageiro, mas intenso, e como símbolo deste encontro enlaçaram seus anéis e jogaram ao mar. O rapaz partiu, mas prometeu voltar para se casarem; trocaram correspondência e Élida cansou da espera; escreveu dizendo que o trato estava rompido e casou-se com Dr. Wangel (vivido por Luiz Damasceno). Leia mais »

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27/06/2012 - 07:47

A Dama do Mar, de Henrik Ibsen, estreia em São Paulo

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Dama do Mar" é a terceira montagem de um texto do norueguês Henrik Ibsen dirigido por Sérgio Ferrara

SÃO PAULO – O Projeto Vivo EnCena, sob a curadoria artística de Expedito Araújo, lança mais uma produção teatral, A Dama do Mar, direção de Sérgio Ferrara, que entra em cartaz nesta sexta-feira (29), no Teatro Nair Bello. J.C. Serroni é o responsável pelo cenário e figurino.

O texto do norueguês Henrik Ibsen, no século 19, tem como protagonista Élida Wangel (Ondina Clais Castilho), uma mulher casada com um médico que mora numa pequena cidade e vive das lembranças de um marinheiro que lhe prometeu casamento, quando ainda ela era jovem, mas nunca mais apareceu. Élida está aprisionada a uma vida burguesa e o seu cotidiano só ganha sentido nos momentos em que mergulha no mar, símbolo da liberdade e do prazer. Leia mais »

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