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05/06/2012 - 14:53

Fernanda Montenegro apresenta Simone de Beauvoir em CEUs

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Fernanda Montenegro dá vida à Simone de Beauvoir

SÃO PAULO – Uma artista maiúscula vai onde o povo está, assim o é Fernanda Montenegro, a grande dama do teatro brasileiro. Com ingressos esgotados desde o princípio do anúncio da primeira temporada paulistana, no SESC Consolação; ano passado retornou no Teatro Raul Cortez com preços menos acessíveis e, de hoje ao dia 22 de junho, leva aos CEUs (Centro Educacional Unificado) o solo Viver Sem Tempos Mortos em que vive a primeira-dama do existencialismo, Simone de Beauvoir.

Sob direção de Felipe Hirsch e com ambientação cenográfica de Daniela Thomas, ela narra fatos da vida de Beauvoir, revolucionária que modificou os parâmetros do universo feminino. Romancista premiada, teve um casamento aberto com Jean-Paul Sartre.

A estreia dentro do projeto CEU é Show se deu na unidade Rosa da China,zona leste de São Paulo, e, a cada noite, a atriz estará em um CEU diferente. São eles: Meninos, Aricanduva, Parque São Carlos, Parque Veredas, Vila Curuça, Butantã, Campo Limpo, Casa Blanca e Paz. As apresentações são sempre às 19h30. Leia mais »

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31/08/2011 - 18:06

Uma Relação Tão Delicada

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Ciranda é a confirmação de Célia Forte como um dos nomes mais expressivos da dramaturgia brasileira contemporânea. Em sua segunda obra teatral (Célia é autora do sucesso Amigas, Pero No Mucho) ela demonstra a capacidade de trabalhar muito bem com recursos sofisticados da escrita teatral.

O cerne da peça está na relação de Lena e Boina, mãe e filha que vivem um relacionamento às turras. Boina é uma executiva sóbria, que condena o comportamento da mãe, Lena,uma mulher libertária, tal qual uma hippie da década de 1970. A partir deste mote Célia, além de abordar os conflitos familiares, faz um belo inventário poético sobre os que lutaram contra a ditadura militar brasileira. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , ,
29/07/2011 - 13:33

Célia Forte faz uma Ciranda na vida de mãe, filha e neta

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Com Tania Bondezan e Daniela Galli e direção de José Possi Neto, novo texto da jornalista e dramaturga mostra como o destino pode aprontar ciladas em nossas vidas

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Um retrato do universo feminino tendo como foco 15 anos na vida de três mulheres da mesma família, a mãe, sua filha e a neta. Esse o argumento da nova peça de Célia Forte, Ciranda, em cartaz no Teatro Eva Herz até 28 de agosto, com Tania Bondezan e Daniela Galli dando vida a essas três mulheres de gerações distintas.

Nesse segundo texto teatral, Célia Forte debruça-se novamente sobre o mundo feminino. Se em Amigas, pero no mucho a rivalidade entre quatro amigas (interpretadas por atores) era o mote central, dessa vez a essência da discussão fica para as diferenças de visão de mundo entre mãe e filha e como o destino provoca verdadeiras cirandas na vida das pessoas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , ,
18/03/2011 - 16:30

Marco Nanini dá vida a pai e filha em peça dirigida por Felipe Hirsch

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

CarolSachs__Pterodáctilos

"Pterodáctilos" foto de Carol Sachs

Chega hoje à São Paulo, no Teatro Faap, a temporada de Pterodátilos, de Nick Silver, dirigida por Felipe Hirsch, espetáculo que traz o ator Marco Nanini vivendo o papel da adolescente Ema e de seu pai Artur.

A família de Artur, um presidente de banco, e Grace, uma dona de casa alcoólatra, é chacoalhada pelo retorno do filho mais velho (Todd), o eminente casamento da caçula Ema com o namorado transformado em empregada (Tom), o desemprego do pai e a descoberta de ossos no subsolo da casa em que moram.

Comédia violenta e provocadora, a peça trata de uma família rica e disfuncional rumo à extinção, e, por extensão, à extinção da espécie. Alcoolismo, depravação sexual, violência, abandono e outros temas tabus ganham uma entonação coloquial através do humor dilacerante e dos diálogos curtos e diretos de Nicky Silver. Leia mais »

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