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29/03/2012 - 23:25

Marcos Damigo leva Deus é um DJ ao Festival de Curitiba

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Maria Ribeiro e Marcos Damigo em "Deus é um DJ"

Com direção de Marcelo Rubens Paiva e a atriz Maria Ribeiro completando o elenco, o texto do alemão Falk Richter é atração até amanhã no Teatro da Reitoria

CURITIBA – Quando Annette Ramershoven, quem traduziu a peça ao lado de Marcelo Rubens Paiva, diretor da montagem, apresentou o texto Deus é um Dj, d alemão Falk Richter, para o ator Marcos Damigo, em 2002, ele leu, aprovou, mas teve de “engavetar” o projeto: ele se preparava para protagonizar Hamlet, sob direção de Francisco Medeiros,no Teatro Popular do SESI (SP).

“Em 2006 o Marcelo me chamou pra ler a peça no Letras em Cena, ciclo de leituras que acontece no auditório do MASP. Foi aí, na presença de uma plateia, que entendi realmente o poder desse texto. Ele tem um mecanismo de jogar com as expectativas do público que  não é possível perceber numa leitura solitária. E desde então, entre idas e vindas e outros projetos, sempre tentava montá-lo”, conta Damigo que, até amanhã apresenta Deus é um Dj fica até amanhã na 21ª edição do Festival de Curitiba, no Teatro da Reitoria, após temporada carioca de sucesso, ano passado. Leia mais »

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08/06/2011 - 22:17

Deus da Carnificina coloca a ideia do “politicamente correto” em cheque

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Deus da Carnificina" - foto Guga Melgar

Segundo o filósofo alemão Max Webber, somos éticos quando criamos uma expectativa e agimos de acordo com a mesma. Logo, podemos chamar os dois casais que compõem o quadro das personagens de Deus da Carnificina, em cartaz no Teatro Vivo, de seres desprovidos de quaisquer resquícios de ética, já que estão submersos num comportamento que vai da máscara da polidez social ao rasgo agressivo e primitivo.

Yasmina Reza, autora francesa de Arte, Um Homem Inesperado e Três Versões da Vida, entre outras, re-afirma sua extraordinária habilidade em urdir palavras que preenchem um enredo, aparentemente, singelo: dois casais se encontram para resolver um problema ocorrido na escola de ambos os filhos – uma agressão física que custou dois dentes de um dos garotos. Os pais da vítima recebem os pais do agressor para que juntos decidam a atitude que devem tomar.

Num primeiro momento, as tintas pasteis adequadas ao estilo “politicamente correto”, esperada pelos “cidadãos civilizados”, preenchem os pinceis desses pais. O documento que deverá registrar o ocorrido é lido e, feita apenas a alteração em uma palavra, é aprovada por todos. Leia mais »

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25/05/2011 - 16:38

Deus da Carnificina: comédia corrosiva com interpretações brilhantes

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Elenco de "Deus da Carnificina", texto de Yazmina Reza sob direção de Emílio de Mello

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti vivem os casais na peça de Yasmina Reza, com direção de Emílio Mello

Os paulistanos só têm os dois próximos finais de semana para assistir à peça Deus da Carnificina, Uma Comédia Sem Juízo, que fica no Teatro Vivo até o próximo dia 5. E não podem perder tempo: a procura por ingressos está intensa.

E tanta procura tem sua razão: a comédia da argelina radicada na França, Yasmina Reza (Arte, O Homem Inesperado, entre outros), é envolvente e disseca dois casais de classe média que marcam um encontro em razão da briga de seus filhos: um deles bateu com um pedaço de pau no outro, que teve dois dentes afetados. Leia mais »

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24/08/2010 - 17:58

Elenco promissor em texto de Yasmina Reza

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Emílio de Melo dirige texto de Yasmina Reza

Desde a montagem de Arte, sob a direção de Mauro Rasi, no ano de 1998, o Brasil felizmente descobriu a dramaturgia de Yasmina Reza. De lá para cá foram encenados aqui, 3 Versões da Vida e O Homem Inesperado, de autoria da escritora. Agora, a partir do dia 2 de setembro, o público carioca terá o privilégio de assistir Deus da Carnificina, peça de Yasmina que tem recebido rasgados elogios da crítica europeia.

A trama da peça é instigante. Dois casais se encontram porque o filho de um deles espancou o filho do outro casal. A reunião dos casais para a discussão do tema suscita os aspectos mais sórdidos do pensamento de cada personagem. E eles travam, então, um intenso duelo verbal. Leia mais »

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09/12/2009 - 21:55

Tenho uma dor chamada Portugal

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Jorge Louraço Figueira, de Estado do Crítico 

 

 

Peça de Gil Vicente está no Teatro Nacional São João, no Porto

Peça de Gil Vicente está no Teatro Nacional São João, no Porto

“Tenho uma dor chamada Portugal” é um verso de Ruy Belo, o mesmo poeta de quem se ouvem, perto do final deste espectáculo, as palavras “Aqui – mulher terra mar / Aqui só pode ser a casa de deus”. Belo é um dos “vencidos do catolicismo”, como disse noutro poema (que termina com as palavras de Cristo, por sua vez repetindo um salmo de David: “Meu deus meu deus porque me abandonaste?”). As citações e referências cruzadas dariam para várias edições do PÚBLICO, tal é a riqueza da obra vicentina e da mitologia judaico-cristã. E deve haver inúmeras maneiras de falar deste espectáculo. Mas a ideia mais importante parece ser essa: deus e Portugal são duas fontes de mágoa. Será?

CLIQUE AQUI para ler a crítica completa no Estado do Crítico, site parceiro.

 

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24/10/2009 - 02:08

Grupo Galpão volta às origens: o teatro de rua

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com

<i><b>Grupo Galpão</i></b> apresenta <i><b>Till, A Saga de Um Herói Torto</i></b>

Grupo Galpão apresenta Till, A Saga de Um Herói Torto

 

Depois de algumas experiências com o palco à italiana em montagens de clássicos como O Inspetor Geral, de Gogol, Um Homem é Um Homem, de Brecht, ambos dirigidos por Paulo José, entre outros, o Grupo Galpão

volta ao espaço que consagrou seu trabalho: a rua. E é ao ar-livre que esses talentosos mineiros de Belo Horizonte fazem meia-dúzia de apresentações de Till, A Saga de um Herói Torto, no Deck do SESC Pompéia até domingo (25), sábado (31) e domingo (1º), no Parque da Independência no Museu do Ipiranga.

O texto Till Eulenspiegel, do dramaturgo Luis Alberto de Abreu – mineiro radicado em São Paulo de quem a trupe, recentemente, encenou Um Trem Chamado Desejo -, escrito para e encenado pela Fraternal Cia. de Artes e Malas Artes há alguns anos, traz a história de Till, herói criado pela cultura popular da Idade Média na Alemanha que é gerado sem algumas peculiaridades inerentes à espécie humana, para cumprir uma aposta entre Deus e o Diabo.

 No coração de uma Alemanha miserável, cercada por personagens grotescos e espertalhões de toda espécie, Deus traz ao mundo a alma de Till que, de quebra, é abandonado meio ao frio e à fome num local em que descobre que, para sobreviver, precisa tornar-se mais e esperto e enganador que os outros. Será que o Demônio vence a aposta?

Seis únicas apresentações:

22 a 25 de outubro – SESC Pompéia, Deck da Unidade

31 de outubro e 1º. de novembro – Parque da Independência do Museu do Ipiranga

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