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26/06/2012 - 17:37

Vivendo engarrafado – leitura dramatizada da peça O Túnel

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Jonas Mourilhe, especial para  o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Dias Gomes

RIO DE JANEIRO – Imagine o maior engarrafamento em que você já esteve. Provavelmente não foi uma situação das mais agradáveis. E se esse engarrafamento fosse dentro de um túnel e durasse quatro anos? Provavelmente, você seria um dos personagens da peça O Túnel, de Dias Gomes.  Escrita em 1968, a peça figura entre os textos menos conhecidos do autor consagrado por obras como O pagador de promessas; O santo inquéritoO Bem Amado.

O Túnel mostra  o convívio social de personagens de diferentes classes, enclausurados por conta de um engarrafamento que começa no fatídico ano de 1964, e que dura até 1968. O texto  reflete a visão de Dias Gomes  sobre os primeiros anos da ditadura militar no Brasil.

O evento é parte do projeto Ciclo de leituras dramatizadas conhecendo a obra – promovido pela Sol produções artísticas –   cujo objetivo é promover e difundir em solos  cariocas textos de renomados autores e jovens dramaturgos.

Serviço:

O TÚNEL

Texto: Dias Gomes

Direção: Ernandes Cardoso

Assistência de direção: Vera Monteiro

Pesquisa e produção:  Ernandes Cardoso, Vera Monteiro, Yuri Calandrino e Marco Moreira.

Elenco: Ronaldo Rabello, Ednaldo Eiras, Marco Moreira, Alana Zanol, Ernandes Cardoso e Yuri Calandrino.

Local: Espaço Cultural Correia Lima

Endereço: Rua Bento Lisboa, 58. Catete.

Horário: 19h

ENTRADA FRANCA

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, festivais, Notas e Oportunidades Tags: , , ,
01/03/2010 - 19:08

Espetáculo marca o retorno de Norma Bengell

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

diasfelizesEla é uma das mais importantes atrizes do cinema brasileiro. Norma Bengell marcou a nossa cinematografia em filmes como O Homem do Sputnik, de Carlos Manga e Os Cafajestes, de Ruy Guerra. Sua beleza e seu estilo de interpretação foram tão marcantes que ela foi considerada primeiro a nossa Brigitte Bardot e depois, nossa Jeanne Moureau. Já no teatro a carreira de Norma foi intervalada. No entanto, ela estrelou um grande acontecimento das nossas artes cênicas que foi a primeira encenação de Cordélia Brasil, texto de Antonio Bivar, que em 1968, foi protagonizado pela atriz, sob a direção de Emilio Di Biasi.

E é, justamente, Emilio o responsável pela volta da atriz ao teatro com a montagem de Dias Felizes, de Samuel Beckett, que traz de volta, também, aos palcos brasileiros o instigante texto escrito em 1960 pelo grande escritor irlandês. Na concepção de Emilio Di Biasi a peça será um tributo ao trabalho de Norma Bengell, pois a história de Winnie, a personagem que interpreta, se fundirá à obra cinematográfica da atriz através de cenas que serão projetadas no espaço cênico do Teatro do SESC Ipiranga, onde a peça estreia sexta-feira (5), 21h.

Dias Felizes tem ainda no elenco a participação especial de Ariel Moshe, como Willie. A tradução do texto é de Barbara Heliodora, direção musical de Demian Pinto, cenografia de Cesar Rezende, desenho de luz de Erike Busoni, figurino e visagismo de Kleber Montanheiro, trilha sonora e música original de Rodolfo Valente. A direção geral é de Emílio Di Biasi e a direção geral de produção de Alexandre Brazil, ambos responsáveis pela idealização do projeto. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , ,
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