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13/09/2012 - 20:17

Bibi Ferreira festeja seus 90 anos e o público é o agraciado

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Bibi Ferreira: SÓ ATÉ DIA 30!

Bibi, Histórias e Canções é um passeio pela carreira da atriz. Com o maestro Flávio Mendes e 20 músicos, Bibi canta samba, tango, fado e números de musicais famosos. O repertório de Edith Piaf é o destaque

SÃO PAULO – As comemorações são pelos 90 anos de vida e 71 de carreira de Bibi Ferreira, mas o presente quem ganha é o público. Em Bibi, Histórias e Canções a atriz, cantora, diretora desfila por 80 minutos seus grandes sucessos — detalhe, com um lindo vestido negro e um sapato de salto alto, Bibi se apresenta de pé o tempo todo! Como ela mesma brinca durante o show, parece que tem uns 13 ou 14 anos! Depois de imenso sucesso no Rio, o espetáculo fica em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca até o final de setembro; depois em novembro vai abrir os eventos do Ano do Brasil em Portugal e em seguida irá a Nova York para um concerto no Lincoln Center.

Com roteiro assinado por ela, pelo maestro Flávio Mendes e Nilson Raman, Bibi apresenta um breve resumo de sua carreira. Com a ajuda do maestro que faz um contraponto, alinhavando fatos, histórias e marcos da carreira, Bibi começa com os números dos musicais norte-americanos que ela trouxe para o país, como Minha querida Lady (adaptação de 1962 do musical My fair lady) e Alô Dolly ( adaptação de Hello, Dolly, de 1965). O Homem de La Mancha de 1972 (que Bibi estrelou ao lado de Paulo Autran) e Gota d’Água, espetáculo de 1975 assinado pelo marido Paulo Pontes e Chico Buarque também são relembrados. Leia mais »

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20/08/2012 - 00:31

Lilia Cabral traz a São Paulo o sucesso Maria do Caritó

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó"

De Newton Moreno e direção de João Fonseca, a comédia mostra a atriz como uma solteirona virgem que quer se casar. Com Lilia no elenco estão Eduardo Reyes, Dani Barros, Fernando Neves e Silvia Poggetti

SÃO PAULO – Diversos prêmios, indicações a outros e uma temporada de nove meses de sucesso no Rio de Janeiro, a comédia de Newton Moreno Maria do Caritó acaba de estrear no Teatro FAAP. Lilia Cabral não só vive a protagonista como solicitou a peça ao autor e é uma das produtoras. Envolvimento e entrega totais a um projeto, marca registgrada da atriz, assim como já fez com Divã, sucesso teatral que saltou para as telonas e depois virou série de TV.

Depois de interpretar mulheres densas e sofridas nas telenovelas, desta vez Lilia volta para a comédia, mas com uma personagem que vive um drama. Maria nasceu de um parto difícil, em que a mãe não sobreviveu e seu pai a prometeu a São Djalminha se ela vingasse. Moral da história: a moça permanece virgem até os 50 anos, tem fama de fazer milagres, porém sonha em se casar e faz de tudo para encontrar seu príncipe.

“É cômico para quem vê e trágico para quem vive! A Maria do Caritó sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A personagem não deixa de acreditar”, explica a atriz. Leia mais »

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09/08/2012 - 02:12

Lília Cabral celebra grande encontro em sua terra natal

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

SÃO PAULO – Não é apenas a estreia de Maria do Caritó, escrita por Newton Moreno e dirigida por João Fonseca, que chega ao Teatro Faap na próxima sexta-feira (10), depois de quase dois anos de distancia de sua estreia e temporada carioca, que é motivo de festa para Lília Cabral, personagem título da peça. Nascida na Lapa, capital paulista, ela re-encontra no palco “dois grandes amigos”: os atores Fernando Neves e Sílvia Poggetti.

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

Além dos dois atores, J.C. Serroni (quem assina os figurinos do espetáculo) também integra a trupe de Maria do Caritó. Eles se conheceram no final dos anos 1970, no campus da USP. Lília iniciava carreira cursando a Escola de Artes Dramáticas (EAD). Trabalharam juntos em um grupo e depois cada um deu diferente rumo a sua carreira, “apesar de manterem a amizade, sempre nos comunicando”, segundo Lília Cabral, não voltaram a trabalhar juntos, até que a atriz “encomendou” um texto a Newton Moreno:

“Encomendei uma peça ao Newton e o único pedido que fiz foi que ele criasse um personagem para a Sílvia e o Fernando. Ele me entregou o texto e assim que acabei de ler liguei para a Maria (Siman, produtora de Maria do Caritó) e disse que tínhamos um pequeno tesouro nas mãos”, conta a atriz.

Newton Moreno, pernambucano, um dos fundadores do grupo Os Fofos Encenam – do qual Neves, Poggetti e Eduardo Reyes fazem parte –, escreveu, com enorme sucesso, Agreste e As Centenárias, além de adaptar e dirigir Assombrações do Recife Velho e Memória da Cana que, também localizam seus personagens no sertão nordestino e o texto de Maria do Caritó, localizada  no interior do nordeste, traz a mesma poesia da simplicidade focada pelas talentosas lentes do autor.

À beira de completar seu 50ª aniversário, Maria deseja cair nos braços de um amor e se livrar do Caritó – segundo explicação de Newton, “Caritó é uma das prateleiras do mobiliário nordestino que fica escondida o suficiente para que as mães escondam remédios, tesoura, entre outros, de seus filhos. No interior do nordeste, Caritó é o apelido dado às solteironas” –, mas enfrenta a sina de cumprir a promessa de seu pai – a entregar virgem a São Djalminha pela graça de tê-la salvo da morte em seu parto, que custou a vida da mãe – e a “fama” de santa, concedida pelo povo de sua cidade. Até que chega à cidade um circo e seu picadeiro reserva múltiplas surpresas que revelam verdades guardadas em umCaritó que revira a vida de Maria. Leia mais »

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07/08/2012 - 13:24

As Polacas – As Flores do Lodo estreia em São Paulo

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"As Polacas - Flores do Lodo", texto e direção de João das Neves

SÃO PAULO – A montagem As Polacas – As Flores do Lodo cumpriu temporada carioca no CCBB do Rio de Janeiro e entra em cartaz no SESC Ipiranga, em São Paulo. A estreia é neste sábado (11), às 21 horas. João das Neves assina o texto e a direção.

No palco, 13 atores contam a história de prostitutas judias e negras do Leste Europeu (polacas) que chegam ao Brasil fugindo da fome e da perseguição religiosa.  Em sua maioria, são aliciadas pela rede Zwi Migdal, de tráfico de mulheres e são obrigadas a se prostituirem.

Aqui no Brasil enfrentam o preconceito da comunidade judaica e das prostitutas locais. Para lutar contra a discriminação e promover a cultura e a religião judaica em nosso país, as polacas fundam uma associação e constroem um cemitério. Leia mais »

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30/07/2012 - 17:22

SESC Vila Mariana promove Encontro Internacional em Gestão Cultural

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Teatro do SESC Vila Mariana

SÃO PAULO – Entre quarta (1º) e sexta-feira (3), no Teatro do SESC Vila Mariana, um evento que reúne representantes de universidades e instituições de diversos países latino-americanos e europeus, marca a criação do Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP.

Com o objetivo de promover discussões sobre a gestão cultural na atualidade e impulsionar ações nessa área, o Centro é composto por três núcleos:  Núcleo de Formação, Núcleo de Pesquisas e Núcleo de Publicações e Difusão – com processos e atividades próprios, mas com conteúdos interligados.

Núcleo de Formação – Encontros, cursos regulares e livres para a formação no campo da cultura e das artes. Leia mais »

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19/07/2012 - 07:05

Comédia romântica revela o talento da jovem atriz Julia Gomes

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO   – A Garota do Adeus apresenta o dia-a-dia de uma bailarina que é obrigada a dividir o seu apartamento com  Hélio, um desconhecido, depois que é abandonada pelo namorado.

Paula (Gabriela Duarte) vive com a filha Luci (Julia Gomes), de dez anos, e não tem sorte nos seus relacionamentos. Como o título da peça sugere, ela é sempre deixada pelas pessoas que ama.

Num primeiro momento, Hélio e Paula não conseguem se entender devido às diferenças de personalidade, mas aos poucos os dois personagens vão se aproximando e o amor é inevitável. São duas pessoas sozinhas, em busca do sucesso profissional e que apesar das diferenças começam se encantar um pelo outro. Leia mais »

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11/07/2012 - 20:38

A delicadeza do ser singelo seduz em Facas nas Galinhas

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

"Facas nas Galinhas" no Espaço da Companhia do Feijão

SÃO PAULO – Num primeiro momento ela sabe pouco. Sua trajetória desconhece a metáfora, a poesia que se atinge ao moldar as palavras. Para ela, o que se diz é o que se diz e ponto, sem a virgula que pode esculpir as ideias. Aos poucos, a Mulher do Lavrador descobre que também tem  nome e poesia dentro de si e, essa trajetória seduz o público que lota o aconchegante Espaço do Feijão para assistir Facas nas Galinhas, do escocês David Harrover (Blackbird), em cartaz apenas até domingo (15).

A atriz Eloísa Elena dá vida à personagem que, aos poucos, descobre o sentido das coisas e o prazer em ser. Casada com um rústico Lavrador (Cláudio Queiroz), mais atencioso com seus cavalos do que com a esposa, daí ser chamado de potro, é incumbida de levar os pesados fardos de grãos para sua moenda, no Moleiro (Thiago Andreuccetti) da cidade, figura mitificada pelas pessoas como feiticeiro e assassino da mulher e filho.

A Mulher, instruída pelo marido que ficara cuidando de uma égua prenha, chega absolutamente hostil. Quando, finalmente aceita esperar seus grãos serem moídos na porta da casa do Moleiro, descobre que há mais que se pode apreender das coisas da vida do que sua limitada edu Leia mais »

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01/07/2012 - 16:11

Um Ibsen inédito na cidade

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Dama do Mar"

Sob direção de Sérgio Ferrara, A Dama do Mar, peça simbolista  do dramaturgo norueguês narra o drama de uma mulher que se casou com um médico viúvo mas está presa ao passado, quando se envolveu com um marinheiro que prometeu voltar para se casarem

SÃO PAULO – Pela primeira vez montada em na capital paulista, estreou nesta semana, no Teatro Nair Bello, a peça A Dama do Mar, de Henrik Ibsen, projeto que o premiado diretor Sérgio Ferrara acalenta há mais de quatro anos. Com um elenco de oito atores, a trama gira em torno de Élida Wangel, interpretada por Ondina Clais Castilho, uma mulher madura, casada com um médico viúvo e pai de duas moças, mas que não consegue se entregar ao relacionamento em função de seu envolvimento na juventude com um marinheiro desconhecido (Renato Cruz).

Eles tiveram um romance passageiro, mas intenso, e como símbolo deste encontro enlaçaram seus anéis e jogaram ao mar. O rapaz partiu, mas prometeu voltar para se casarem; trocaram correspondência e Élida cansou da espera; escreveu dizendo que o trato estava rompido e casou-se com Dr. Wangel (vivido por Luiz Damasceno). Leia mais »

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27/06/2012 - 07:47

A Dama do Mar, de Henrik Ibsen, estreia em São Paulo

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Dama do Mar" é a terceira montagem de um texto do norueguês Henrik Ibsen dirigido por Sérgio Ferrara

SÃO PAULO – O Projeto Vivo EnCena, sob a curadoria artística de Expedito Araújo, lança mais uma produção teatral, A Dama do Mar, direção de Sérgio Ferrara, que entra em cartaz nesta sexta-feira (29), no Teatro Nair Bello. J.C. Serroni é o responsável pelo cenário e figurino.

O texto do norueguês Henrik Ibsen, no século 19, tem como protagonista Élida Wangel (Ondina Clais Castilho), uma mulher casada com um médico que mora numa pequena cidade e vive das lembranças de um marinheiro que lhe prometeu casamento, quando ainda ela era jovem, mas nunca mais apareceu. Élida está aprisionada a uma vida burguesa e o seu cotidiano só ganha sentido nos momentos em que mergulha no mar, símbolo da liberdade e do prazer. Leia mais »

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26/06/2012 - 23:00

Priscilla, A Rainha do Deserto, um grande momento do Teatro Musical

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Luís Francisco Wasilewski- Especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Priscilla, A Rainha do Deserto" é musical que contagia

SÃO PAULO – Quando Priscilla, A Rainha do Deserto chegou aos cinemas no ano de 1994, sua exibição foi responsável por uma bela revolução nos costumes.O filme de Stephan Elliott soube como nenhuma obra artística até hoje conseguiu, retratar as dores e as delícias da vida das drags queens que, na época, surgiam com grande impacto em uma sociedade sempre refratária à homossexualidade.

O filme Priscilla tornou-se um clássico. Venceu o Oscar de Melhor Figurino e sua trilha sonora tomou de assalto qualquer boa festa da época. Não tardou para que a Broadway descobrisse na obra uma boa trama para a criação de um musical.

Agora, por aqui, temos o privilégio de assistir a Priscilla, Rainha do Deserto, o Musical, em cartaz no Teatro Bradesco. Leia mais »

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