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09/10/2011 - 17:28

No aniversariante Espaço dos Parlapatões duas comédias com tutano

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Hugo Possolo atua e dirige "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – É tempo de festa. Esqueçamos, pois, as passagens de recentes montagens  de cunho   “folclórico estético” de diretor da região do Baixo Augusta, um, e de um autor-carrapicho (aquele  que clona os famosos e assina embaixo), outro. Porque a redenção está aí em cartaz com duas comédias de alto gabarito, duas verdadeiras jóias de “humor com tutano”  Ridículos Ainda e Sempre (sábados e domingos) e E O Vento Não Levou (terças e quartas-feiras), ambas no Espaço dos Parlapatões. São comédias para equipes sintonizadas com a inteligência criativa.

Ir ao teatro é um costume de tradição cultural, na qual nós brasileiros ainda engatinhamos, em comparação com a milenar Europa. Daí a oportunidade de recebermos dois espetáculos com os pés fincados no maluco, mas, refinado humor do russo Daniil Kharmas  e no divertidamente comprometido  empenho ético-social do norte-americano Ron Hutchinson. Ambos os autores têm o condão de nos projetar para mundos civilizados  em poucos instantes, provando que para ser “culto” não são indispensáveis maneirismos e provocações  estéticas “folclóricas”. Basta ser sincero, no sentido amplo de pátria, de origem.

LEIAS AS CRÍTICAS DE

RIDÍCULOS AINDA E SEMPRE – HUGO E EQUIPE OUSAM AINDA E SEMPRE

E O VENTO NÃO LEVOU Uma surpresa trazida por ventos agitados

SERVIÇO:

Ridículos Ainda e Sempre. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /. Sábados, 21h, e domingos, 20h / R$ 40 (inteira) / até 23/Outubro

E o Vento Não Levou. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /.  Terças e quartas. 21 horas / R$ 30,00 (inteira) / até 14-Dezembro

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09/10/2011 - 17:14

Uma surpresa trazida por ventos agitados

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Isser Korik

SÃO PAULO – Lida, a sinopse da história de E o Vento  Não Levou soa curiosa. E só. Mas, focalizando os bastidores super isolados e super secretos da famosa filmagem do romance de Margareth Mitchel, E O Vento Levou, o dramaturgo norte-americano Ron Hutchinson  acrescentou toneladas  de reflexões (divertidas) e de observação (aguda)  sobre a Hollywood daquela época (década de 30 do século passado), envolvendo um produtor lendário – David O. Selznick – e sua dedicadíssima e anônima secretária –  um diretor em ascensão – Victor Fleming – e um renomado roteirista, Ben Hecht.

Uma reunião tão agitada quanto explosiva!  Com isso Moonlight  and Magnolias, no original, soa como sempre oportuna homenagem  ao humor anárquico dos Irmãos Marx, insuperáveis até os dias de hoje, pobres desses piadistas da, Stand-up Comedy brasileiros que assolam os palcos paulistas… Leia mais »

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09/10/2011 - 16:58

Hugo e equipe ousam ainda e sempre

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Parlapatões comemora aniversáriode seu Espaço com "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – O nonsense do russo Kharmas ganha perfeita sintonia com o surrealismo  que tem sido, desde seu começo, marca maior do jogo circense do grupo Parlapatões . Uma sucessão hilária de esquetes com personagens em situações inusitadas, remete-nos ao mundo dúbio do confronto entre real e o onírico, como em nossas cotidianas vidas. Porque a vida é sonho, já assim disse mais de um autor, além de Calderón de La Barca.

No elenco, pequeno, porém de vigorosa múltipla participação temos um Hugo Possolo incorrigível – e corrigir o quê e por quê? –não dando margem para momentos mortos, improváveis de invadirem um palco onde esteja o excepcional comediante. Raul Barreto faz, de forma personalíssima, o gênero clown estóico, que fez a imortalidade do comediante do cinema mudo de Hollywood,  Buster Keaton. A versátil Jacqueline  Obrigon mostra-nos , sem desnecessários esforços, como se consegue ser versátil sem cair no estereótipo. A jovem atriz Abhiyana e Hélio  Portes, figura costumeira nos momentos de anárquica sátira, completam   o elenco. Leia mais »

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06/05/2011 - 21:18

Cia. Fé Cênica estreia Perfídia Quase Perfeita no Espaço dos Satyros 2

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Perfídia Quase Perfeita" traz de volta Cia. de Fé Cênica

Perfídia Quase Perfeita, texto de Carlos Correia Santos, premiado pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro (2006), ganha montagem da Cia. Fé Cênica, com estreia às 23h59 de hoje.

Com direção de Claudio Marinho, a peça narra a história de Cezinha e Dagmar, 0personagens da radionovela Perfídia Quase Perfeita, com script de rádio típico dos anos 1950. Mistério: após revelar uma “traição” conjugal, a mulher anuncia que um deles está morto e o outro está alucinando. Num jogo cruel e dissimulado, resta saber quem está morto.

A proposta da trama é jogar com os conceitos de verdade e mentira, ilusão e realidade para abordar a questão ética e o poder de manipulação. Leia mais »

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10/01/2011 - 18:24

Henrique Stroeter e Fábio Espósito juntos em peça de Bortolotto

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Os atores Henrique Stroeter e Fábio Espósito dividem a cena

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"À Meia-noite um Solo de Sax na Minha Cabeça", escrita e dirigida por Mário Bortolotto estreia no Espaço dos Parlapatões

Henrique Stroeter começa o ano acumulando papéis no teatro. Atualmente em cartaz na peça Os 39 Degraus, ele estreia ao lado do ator Fábio Espósito, o palhaço brasileiro do espetáculo Quidam do Cirque Du Soleil, o espetáculo À Meia-Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça, nesta terça-feira (11), no Espaço Parlapatões.

Os dois atores são amigos de longa data e por anos compartilharam o desejo de encenar o texto de Mário Bortolotto, que também é o diretor da montagem.

“É um sonho antigo, mas nossas agendas não coincidiam. Agora deu certo”, sorri Henrique. Leia mais »

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03/11/2010 - 18:49

“Dos Escombros de Pagu” celebra centenário de Patrícia Galvão

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Renata Zanetha é Pagu

Para comemorar os 100 anos de Patrícia Galvão, peça de Tereza Freire faz um passeio pela carreira da jornalista, escritora e ativista política

Teatro é mesmo uma arte coletiva. Mesmo que seja um monólogo, como “Dos Escombros de Pagu”, em cartaz no Teatro Eva Herz, a montagem atual é o resultado do sonho inicial de três pessoas, Tereza Freire, Roberto Lage e Renata Zhaneta, autora, diretor e atriz do espetáculo.

No entanto, esse sonho inicial, o de fazer uma homenagem aos 100 anos de nascimento de Patrícia Rehder Galvão, a Pagu, escritora, jornalista e principalmente a humanista, que lutou durante toda a vida contra a opressão e a desigualdade, se transformou nesse espetáculo delicado e emocionante, que reúne uma equipe brilhante como Wagner Freire (iluminação), Heron Medeiros (cenário), Gilda Bandeira de Mello (figurino) e Aline Meyer, que une a poesia de Caetano Veloso e a emoção de Edith Piaf na trilha sonora!
Mais do que o mito ou a musa do movimento antropofágico de Oswald de Andrade, a Pagu que se vê no palco pela tocante composição de Renata Zhaneta é uma mulher de 52 anos (a idade em que a homenageada morreu, em 1962) que revisita sua existência e escancara suas fragilidades, fraquezas, opções e escolhas diante da vida. Da garotinha que já se sentia diferente e alheia às brincadeiras infantis, à adolescente transgressora e ao mesmo tempo inocente; da militante comunista à presa política. Leia mais »

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24/09/2010 - 22:37

Espetáculo de autor escocês coloca espectador dentro da adrenalina explosiva das personagens

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville

Impossível desviar a atenção do flamejante jogo de atores que o espetáculo Blackbird, do autor escocês David Harrower, coloca no centro do palco do Espaço dos Parlapatões. As duas personagens, magistralmente interpretadas por Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville, tem potencia explosiva e, graças à vigorosa direção de Alexandre Tenório, dinâmica pulsante, capaz de se infiltrar no  espectador.

Não é possível revelar muito do enredo, pois é preciso preservar as incontáveis surpresas que Blackbird nos apresenta no curso de seu desenvolvimento.

À grosso modo, podemos dizer que o enredo da peça é o acerto de contas entre um casal que viveu um amor proibido no passado. Entretanto a trama fica bem distante dos clichês comuns das peças que se valem da discussão da relação de um casal.

Aberta a fenda purulenta do passado, o embate entre as personagens exige a entrega visceral em suas atuações. Com bisturi preciso, Alexandre Tenório conduziu os atores pela senda do hiperrealismo, caminho exigido pelo texto. Leia mais »

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24/09/2010 - 18:22

Lulu Pavarin faz rir e chorar em solo que escancara a solidão

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Atriz celebra 25 anos em excelente espetáculo solo

Classificar o excelente solo de Lulu Pavarin, Como Ser Uma Pessoa Pior, de comédia que satiriza o universo da auto-ajuda é reduzir um trabalho que ultrapassa os limites singelos da generalização. O solo, primorosamente dirigido por Mário Bortolotto, ridiculariza e emociona ao escancarar a única verdade absoluta da humanidade: sim, nascemos e morremos sós.

Germano Melo, ótimo ator, e Michelle Ferreira revelam-se autores de grande competência e antenados aos modismos contemporâneos como a crença ingênua na dissolução de problemas de auto-estima, por exemplo, com a simples repetição de mantras-frases-de-efeito que só funcionam realmente se a fé cega nas palavras colocar a razão em segundo plano. E não é o que ocorre com Amabile, a personagem interpretada com esmero técnico e sensibilidade por Lulu Pavarin, que a permite passear tranquilamente entre as vias da comédia e do drama. Leia mais »

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18/09/2010 - 15:21

Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville apresentam autor escocês inédito no país

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Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville

Dirigida por Alexandre Tenório, Blackbird– cuja estreia será às 21h de hoje, no Espaço dos Parlapatões –, traz o autor escocês David  Harrower, com os atores Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville.

Numa sala abarrotada de lixo, usada como refeitório pelos funcionários de uma empresa, um homem e uma mulher se re-encontram. A última vez que se viram foi há vinte anos, num quarto de hotel. Desde então tentam se reerguer, em vão.

Blackbird trata de como as atitudes do passado afetam o presente de forma irreversível, e questiona tudo o que sabemos sobre amor, culpa e moral. Leia mais »

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14/09/2010 - 20:59

Peça convida público a dar sua sentença

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Veredicto: peça suspeita" estreia sexta no Espaço dos Parlapatões

Uma aposta entre cinco jogadores é o ponto de partida para a criação de uma trama de suspense. Em Veredicto: peça suspeita – que estreia na próxima sexta-feira (17), às 21h, no Espaço Parlapatões – cada espectador é responsável por organizar as peças de um jogo, onde aparecem blefes e falsas pistas, para que, ao final, possa dar sua própria sentença.

Inspirado nas obras dos cineastas Alfred Hitchcock e David Lynch, o espetáculo convida o público a participar de um jogo de mistério no qual não é possível indicar um único desfecho. A plateia acompanha o desenrolar de um enigma através de cenas fragmentadas, tais como pistas que constituem peças de um jogo de quebra-cabeças, nas tramas de crime, chantagem e corrupção que envolvem os seus personagens. Leia mais »

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