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09/04/2012 - 20:47

Parlapatões abrem o 54º Festival Santista de Teatro

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Parlapatões apresentam "Ridículos Ainda e Sempre"

SANTOS – Entre os dias 13 e 21 de abril, acontece na cidade de Santos, litoral paulista, o Festa 54 (Festival Santista de Teatro). Durante os nove dias de programação, a cidade terá sessões de teatro adulto, teatro infantil, teatro de rua, Mostra Paralela, oficinas, debates, shows e saraus. A abertura será na próxima sexta-feira (13), 20h, no Teatro Municipal Braz Cubas com o espetáculo Ridículos Ainda e Sempre, dos Parlapatões.

Patrícia Galvão, mais conhecida como Pagu, realizou a primeira edição do Festa em 1958 com o objetivo de estimular a cultura na cidade e colocá-la no mapa das artes cênicas do país. O Festa é considerado o festival de teatro mais antigo em atividade do Brasil. Leia mais »

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02/04/2012 - 14:57

Mais um espetáculo brilhante protagonizado por Denise Weimberg

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Elenco de "Isso é o Que Ela Pensa", dirigido por Alexandre Tenório

Além de elenco de altíssimo nível, arrasando,  texto de Isso é o que ela pensa bem como sua direção são surpreendentes

SÃO PAULO – A protagonista é simplesmente Denise Weinberg que envolve todo o mundo o tempo todo.  Clara Carvalho, mais chique do que a patroa, faz sua empregada. Contracenam também muitos atores conhecidos como Francisco Brêtas, José Roberto Jardim e, ainda, Eduardo Muniz, Mário Borges, Mário Cesar Camargo e Clarissa Rockenbach. Todos dirigidos com a firmeza e competência de sempre de Alexandre Tenório.

Isso e o que ela pensa, do britânico Alan Ayckbourn (A Serpente no Jardim), tem de original o fato de tratar um surto como doença, mas como única saída (exceto o suicídio) para quem vive uma decepção profunda com algo muito importante para si, e que, como não tem poder para mudar sozinho, cria uma fantasia (que não percebe como tal) para poder aguentar a situação. Leia mais »

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29/03/2012 - 23:25

Marcos Damigo leva Deus é um DJ ao Festival de Curitiba

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Maria Ribeiro e Marcos Damigo em "Deus é um DJ"

Com direção de Marcelo Rubens Paiva e a atriz Maria Ribeiro completando o elenco, o texto do alemão Falk Richter é atração até amanhã no Teatro da Reitoria

CURITIBA – Quando Annette Ramershoven, quem traduziu a peça ao lado de Marcelo Rubens Paiva, diretor da montagem, apresentou o texto Deus é um Dj, d alemão Falk Richter, para o ator Marcos Damigo, em 2002, ele leu, aprovou, mas teve de “engavetar” o projeto: ele se preparava para protagonizar Hamlet, sob direção de Francisco Medeiros,no Teatro Popular do SESI (SP).

“Em 2006 o Marcelo me chamou pra ler a peça no Letras em Cena, ciclo de leituras que acontece no auditório do MASP. Foi aí, na presença de uma plateia, que entendi realmente o poder desse texto. Ele tem um mecanismo de jogar com as expectativas do público que  não é possível perceber numa leitura solitária. E desde então, entre idas e vindas e outros projetos, sempre tentava montá-lo”, conta Damigo que, até amanhã apresenta Deus é um Dj fica até amanhã na 21ª edição do Festival de Curitiba, no Teatro da Reitoria, após temporada carioca de sucesso, ano passado. Leia mais »

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20/03/2012 - 12:58

Denise Weinberg faz mergulho na mente feminina

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Denise Weinberg protagoniza "Isso é o Que Ela Pensa"

Isso é o Que Ela Pensa, peça do britânico Alan Ayckbourn, dirigida por Alexandre Tenório traz Denise Weinberg na pele de Susan, uma mulher de meia-idade que após uma queda passa a viver entre a fantasia e a realidade

SÃO PAULO – Ao entrar no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Sao Paulo, o público já é surpreendido: parte das pessoas é encaminhada para o palco e o restante é conduzido ao balcão superior. Tive o prazer de sentar-me na pequena arquibancada montada no palco, como se fizesse parte do cenário do espetáculo. Tudo isto tem uma razão de ser: o público por quase dividir a cena com os atores, torna-se cúmplice do drama vivido por Susan, a personagem central de Isso É o que Ela Pensa, peça escrita em 1985 pelo dramaturgo britântico Alan Ayckbourn e pela primeira vez montada no país.

Após uma pequena queda no jardim de sua casa, Susan — brilhantemente interpretada por Denise Weinberg — começa a conviver entre a fantasia, em que ela cria uma família ideal e harmoniosa, e a realidade, em que os familiares são distantes, frios e egoístas. Leia mais »

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08/03/2012 - 00:05

Confira cena de Manter em Local Seco e Arejado

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17/02/2012 - 15:48

12 Homens e Uma Sentença comemora 200 apresentações e faz sessão extra

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Peça faz sessão segunda

SÃO PAULO – Não é qualquer espetáculo que completa 200 apresentações com um histórico de prêmios, elogios da crítica e bem-sucedidas temporadas como 12 Homens e Uma Sentença, sob a enxuta e inteligente direção de Eduardo Tolentino de Araújo, que se apresenta hoje, 21h, no Tucarena, comemorando sua ducentésima apresentação. Na segunda-feira (20) de carnaval terá sessão extra, às 21h.

Em 1957, pelas mãos de Sidney Lumet, 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, chegava às telas para perpertuar-se como clássico cinematográfico. Mais de 50 anos se passaram e, espantosamente, a crise ética impulsionada pelo texto de Rose parece ecoar velhas crises em novos tempos.

“É possível”, essa singela frase disparada por um dos personagens da peça, dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo (notório diretor do Grupo TAPA), detona a ambiguidade do veredicto.

Doze componentes do corpo de jurados de um parricídio estão numa sala para efetivar a sentença. Num primeiro momento, pelo menos onze deles estão convictos de que o filho que havia discutido com o pai minutos antes do assassinato era o culpado pelo crime.

Mas para a condenação à morte é preciso unanimidade dos votos e eis que um dos jurados coloca a culpabilidade do réu em cheque. Esse é o estopim para que a semente da dúvida germine e revele os pré-julgamentos embutidos nas decisões anteriores. Leia mais »

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02/02/2012 - 15:58

Romeu e Julieta em montagem ao ar livre

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Cia. M.A.T.H.I.L.D.E. apresenta clássico de Shakespeare

SÃO PAULO – Para Shakespeare, a fonte imediata de inspiração para tragédia Romeu e Julieta foi o poema homônimo de Arthur Booke, além de uma versão da mesma história num dos contos do livro Palace of Pleasure, de Paynter. A partir deste sábado (4), no SESC Ipiranga, 18h, o público poderá conferir a nova montagem de Romeu e Julieta, a maior história de amor de todos os tempos, com a Cia. da M.A.T.I.L.D.E..

Dentre seus aspectos inéditos está o fato da montagem ser exibida ao ar livre no belo jardim da unidade, denominado PRAÇA VERMELHA. O espetáculo é uma realização do SESC SP com projeto artístico de Alexandre Brazil e Erike Busoni, fundadores da Cia. da M.A.T.I.L.D.E. a idealizadora do projeto, realizadores da grandiosa montagem de A Tempestade em 2011 (direção de Marcelo Lazzaratto, indicada ao prêmio da Cooperativa Paulista de Teat0ro).

A história tem como cenário a cidade de Verona. Duas famílias poderosas são inimigas mortais: a família Montéquio e a família Capuleto. Vivem em constantes conflitos, os quais perturbam a ordem e a paz da cidade. Tais acontecimentos provocam a ira do Príncipe, que determina severa punição aos envolvidos nos conflitos: caso as brigas e provocações não cessassem, seriam punidos com a morte. Leia mais »

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18/01/2012 - 21:33

Os Ridículos dos Parlapatões estão de volta

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Ridículos, Ainda e Sempre" - Abhiyana, Raul Barretto, Jacqueline Obrigon,Hugo Possolo e Hélio Pottes - Créditos para Lucas Arantes (1)

O espetáculo que estreou em setembro de 2011, no dia do aniversário de 5 anos do Espaço Parlapatões, está de volta para apresentações todas as  sextas-feiras, à meia-noite.

SÃO PAULO – Para Hugo Possolo, Ridículos Ainda e Sempre é uma peça que procura representar a alegria da existência do grupo há 20 anos sendo tão bem recebido pelo público.

“O sucesso imediato é uma doença de nossos dias e nos sentimos numa posição privilegiada quando vemos que estamos tanto tempo interessando o público com o teatro que fazemos”, completa o diretor. Leia mais »

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10/11/2011 - 18:41

“Alegres Humoristas” versus “Tristes Piadistas”

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Afonso Gentil*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam na hilária "Eu Era..."

SÃO PAULO – Nossa vã filosofia jamais iria supor que o humor fosse virar caso de polícia. Consequência lógica do assustador uso da linguagem chula, da atitude cafajeste e do excesso de escatologia ao gosto de adolescentes, que dominam a maioria dos shows (?) da chamada Comédia em Pé (Stand Up-comedy)? Com certeza: muitos desses piadistas brotam da Internet com a rapidez dos coelhos,  minando a saúde do riso.

Bom lembrar que espetáculo solo, de um comediante de fato, tem toda uma logística de encenação que vai muito além da “roupa do corpo” e do microfone, a começar por um texto cuidadosamente selecionado.  Daí nos determos hoje em dois  exemplares do gênero: Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou no Teatro da FAAP e Solidão,  A Comédia no N.Ex.T.

Esses piadistas, sem a indispensável graça natural, ou seja, de talento raquítico, deveriam embarcar conosco, num passeio icônico  pelo humor dos ídolos  das ultimas décadas até agora. Desde os antológicos solos dos intrépidos e corajosos Chico Anísio e Juca Chaves, passando pelos donos insuperáveis da piada de cunho deslavadamente surreal Ary Toledo e José Vasconcelos. Ou prestando a maior das atenções nos ingênuos do “pau oco” (duplo sentido) Mazzaropi, no cinema e Ronald Golias, na televisão. Ou ainda nas contundentes  sátiras de Jô Soares, herdadas naturalmente, pelo estilo espontâneo de Hugo Possolo.

HUMOR BURILADO POR AUTORES TALENTOSOS

À  maneira do famoso James Bond, vamos à apresentação: o nome dele é Boechat, Emílio Boechat. Assim deveria ser tratado esse talentoso autor, de poucas obras teatrais, mas centenas de roteiros para televisão. Boechat é o responsável primeiro  pelo concorrido cartaz do Teatro Faap, Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou,  veículo para a cachoeira de risos em que se tornou o ator Marcelo Médici  desde Cada um Com Seus Pobrema.

Emilio Boechat está à espera de um ensaísta que se debruce sobre a sua tão verdadeira quanto cruel visão da contemporaneidade. Mas já dá para entrevê-la pelos tipos, pelos diálogos e pelo calvário percorrido pelo protagonista, a partir do momento em que sua entediada esposa despeja-o, literalmente, do seu próprio lar. Vamos acompanhar o desmonte impiedoso de um homem, como o fizeram Kafka (O Processo) e Brecht (Um Homem é um Homem). Dito assim,  parece um  tragicomédia existencialista. Que ela é! Mas, nas incontáveis mãos de Marcelo Médici e de seu surpreendente colega de cena, Ricardo Rathsam em formidável desempenho, o riso, involuntário ou não, é irreprimível, fazendo da montagem do FAAP um das melhores comédias em safras recentes.

SOLIDÃO, A COMÉDIA

Não é novidade, mas o tempo decorrido entre a montagem de Diogo Vilela e esta, com Mauricio Machado, recria com frescor e comedida melancolia, às vezes, um louco passeio pela solidão de diferentes tipos humanos, saído da mente criativa do saudoso Vicente Pereira, de vida breve, autor de Solidão. Leia mais »

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09/10/2011 - 17:28

No aniversariante Espaço dos Parlapatões duas comédias com tutano

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Hugo Possolo atua e dirige "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – É tempo de festa. Esqueçamos, pois, as passagens de recentes montagens  de cunho   “folclórico estético” de diretor da região do Baixo Augusta, um, e de um autor-carrapicho (aquele  que clona os famosos e assina embaixo), outro. Porque a redenção está aí em cartaz com duas comédias de alto gabarito, duas verdadeiras jóias de “humor com tutano”  Ridículos Ainda e Sempre (sábados e domingos) e E O Vento Não Levou (terças e quartas-feiras), ambas no Espaço dos Parlapatões. São comédias para equipes sintonizadas com a inteligência criativa.

Ir ao teatro é um costume de tradição cultural, na qual nós brasileiros ainda engatinhamos, em comparação com a milenar Europa. Daí a oportunidade de recebermos dois espetáculos com os pés fincados no maluco, mas, refinado humor do russo Daniil Kharmas  e no divertidamente comprometido  empenho ético-social do norte-americano Ron Hutchinson. Ambos os autores têm o condão de nos projetar para mundos civilizados  em poucos instantes, provando que para ser “culto” não são indispensáveis maneirismos e provocações  estéticas “folclóricas”. Basta ser sincero, no sentido amplo de pátria, de origem.

LEIAS AS CRÍTICAS DE

RIDÍCULOS AINDA E SEMPRE – HUGO E EQUIPE OUSAM AINDA E SEMPRE

E O VENTO NÃO LEVOU Uma surpresa trazida por ventos agitados

SERVIÇO:

Ridículos Ainda e Sempre. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /. Sábados, 21h, e domingos, 20h / R$ 40 (inteira) / até 23/Outubro

E o Vento Não Levou. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /.  Terças e quartas. 21 horas / R$ 30,00 (inteira) / até 14-Dezembro

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