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19/09/2012 - 13:20

Isso É O Que Ela Pensa re-estreia em São Paulo

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"Isso é o Que Ela Pensa" volta no Viga Espaço Cênico

SÃO PAULO – A peça, que já esteve em cartaz na capital paulista e passou por Brasília, volta em curta temporada, no Viga Espaço Cênico. A re-estreia é nesta quinta-feira (20), às 21h, no Viga Espaço Cênico. A direção é de Alexandre Tenório e no elenco estão os atores Denise Weinberg, Clarissa Rockenbach, Maristela Chelala, Eduardo Muniz, Francisco Brêtas, Flavio Faustinoni, Mário César Camargo e Mário Borges.

Isso É O Que Ela Pensa, do escritor inglês Alan Ayckbourn, é considerado um dos seus trabalhos mais polêmicos do escritor, que trata de loucura, fé e desintegração familiar.

A montagem gira em torno da história de Susan, uma mulher de meia idade que vai se distanciando aos poucos da realidade. A protagonista, vivida pela atriz Denise Weinberg, sonha com uma família que lhe dê atenção, já que na vida real ela convive com pessoas depressivas e envolvidas com os problemas e interesses pessoais. Leia mais »

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02/04/2012 - 14:57

Mais um espetáculo brilhante protagonizado por Denise Weimberg

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Elenco de "Isso é o Que Ela Pensa", dirigido por Alexandre Tenório

Além de elenco de altíssimo nível, arrasando,  texto de Isso é o que ela pensa bem como sua direção são surpreendentes

SÃO PAULO – A protagonista é simplesmente Denise Weinberg que envolve todo o mundo o tempo todo.  Clara Carvalho, mais chique do que a patroa, faz sua empregada. Contracenam também muitos atores conhecidos como Francisco Brêtas, José Roberto Jardim e, ainda, Eduardo Muniz, Mário Borges, Mário Cesar Camargo e Clarissa Rockenbach. Todos dirigidos com a firmeza e competência de sempre de Alexandre Tenório.

Isso e o que ela pensa, do britânico Alan Ayckbourn (A Serpente no Jardim), tem de original o fato de tratar um surto como doença, mas como única saída (exceto o suicídio) para quem vive uma decepção profunda com algo muito importante para si, e que, como não tem poder para mudar sozinho, cria uma fantasia (que não percebe como tal) para poder aguentar a situação. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
20/03/2012 - 12:58

Denise Weinberg faz mergulho na mente feminina

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Denise Weinberg protagoniza "Isso é o Que Ela Pensa"

Isso é o Que Ela Pensa, peça do britânico Alan Ayckbourn, dirigida por Alexandre Tenório traz Denise Weinberg na pele de Susan, uma mulher de meia-idade que após uma queda passa a viver entre a fantasia e a realidade

SÃO PAULO – Ao entrar no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Sao Paulo, o público já é surpreendido: parte das pessoas é encaminhada para o palco e o restante é conduzido ao balcão superior. Tive o prazer de sentar-me na pequena arquibancada montada no palco, como se fizesse parte do cenário do espetáculo. Tudo isto tem uma razão de ser: o público por quase dividir a cena com os atores, torna-se cúmplice do drama vivido por Susan, a personagem central de Isso É o que Ela Pensa, peça escrita em 1985 pelo dramaturgo britântico Alan Ayckbourn e pela primeira vez montada no país.

Após uma pequena queda no jardim de sua casa, Susan — brilhantemente interpretada por Denise Weinberg — começa a conviver entre a fantasia, em que ela cria uma família ideal e harmoniosa, e a realidade, em que os familiares são distantes, frios e egoístas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
10/11/2011 - 18:41

“Alegres Humoristas” versus “Tristes Piadistas”

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Afonso Gentil*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam na hilária "Eu Era..."

SÃO PAULO – Nossa vã filosofia jamais iria supor que o humor fosse virar caso de polícia. Consequência lógica do assustador uso da linguagem chula, da atitude cafajeste e do excesso de escatologia ao gosto de adolescentes, que dominam a maioria dos shows (?) da chamada Comédia em Pé (Stand Up-comedy)? Com certeza: muitos desses piadistas brotam da Internet com a rapidez dos coelhos,  minando a saúde do riso.

Bom lembrar que espetáculo solo, de um comediante de fato, tem toda uma logística de encenação que vai muito além da “roupa do corpo” e do microfone, a começar por um texto cuidadosamente selecionado.  Daí nos determos hoje em dois  exemplares do gênero: Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou no Teatro da FAAP e Solidão,  A Comédia no N.Ex.T.

Esses piadistas, sem a indispensável graça natural, ou seja, de talento raquítico, deveriam embarcar conosco, num passeio icônico  pelo humor dos ídolos  das ultimas décadas até agora. Desde os antológicos solos dos intrépidos e corajosos Chico Anísio e Juca Chaves, passando pelos donos insuperáveis da piada de cunho deslavadamente surreal Ary Toledo e José Vasconcelos. Ou prestando a maior das atenções nos ingênuos do “pau oco” (duplo sentido) Mazzaropi, no cinema e Ronald Golias, na televisão. Ou ainda nas contundentes  sátiras de Jô Soares, herdadas naturalmente, pelo estilo espontâneo de Hugo Possolo.

HUMOR BURILADO POR AUTORES TALENTOSOS

À  maneira do famoso James Bond, vamos à apresentação: o nome dele é Boechat, Emílio Boechat. Assim deveria ser tratado esse talentoso autor, de poucas obras teatrais, mas centenas de roteiros para televisão. Boechat é o responsável primeiro  pelo concorrido cartaz do Teatro Faap, Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou,  veículo para a cachoeira de risos em que se tornou o ator Marcelo Médici  desde Cada um Com Seus Pobrema.

Emilio Boechat está à espera de um ensaísta que se debruce sobre a sua tão verdadeira quanto cruel visão da contemporaneidade. Mas já dá para entrevê-la pelos tipos, pelos diálogos e pelo calvário percorrido pelo protagonista, a partir do momento em que sua entediada esposa despeja-o, literalmente, do seu próprio lar. Vamos acompanhar o desmonte impiedoso de um homem, como o fizeram Kafka (O Processo) e Brecht (Um Homem é um Homem). Dito assim,  parece um  tragicomédia existencialista. Que ela é! Mas, nas incontáveis mãos de Marcelo Médici e de seu surpreendente colega de cena, Ricardo Rathsam em formidável desempenho, o riso, involuntário ou não, é irreprimível, fazendo da montagem do FAAP um das melhores comédias em safras recentes.

SOLIDÃO, A COMÉDIA

Não é novidade, mas o tempo decorrido entre a montagem de Diogo Vilela e esta, com Mauricio Machado, recria com frescor e comedida melancolia, às vezes, um louco passeio pela solidão de diferentes tipos humanos, saído da mente criativa do saudoso Vicente Pereira, de vida breve, autor de Solidão. Leia mais »

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