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20/05/2011 - 00:09

Elizabeth Bishop encontrou um porto, e você?

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Regina Braga como Bishop - Foto: Joao Caldas

A partir de escritos da poetisa norte-americana Elizabeth Bishop (1911-1979), a dramaturga e jornalista Marta Góes produziu um texto extremamente delicado e comovente, Um Porto Para Elizabeth Bishop, que não perdeu um mínimo de sua intensa qualidade mesmo após 10 anos, quando foi montado pela primeira vez.

Claro que esses acertos  também se devem à maravilhosa interpretação de Regina Braga, à direção, como sempre, competente de José Possi Neto e ao trabalho brilhante e integrado de todos os que se encarregam da parte técnica.

É o caso do singelo cenário de Jean-Pierre Tortil, dos vídeos da Espiral Filmes, da iluminação de Wagner Freire, da assistência de direção de Mônica Sucupira e da trilha sonora de George Freire. Leia mais »

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04/05/2011 - 17:44

Vem aí: Regina Braga volta à Elizabeth Bishop

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Regina Braga como Bishop - Foto: Joao Caldas

A estreia paulistana da tragédia grega Édipo, de Sófocles, adaptada e dirigida por Elias Andreato, além de confirmar a qualidade apresentada no Festival de Curitiba (CLIQUE AQUI para ler a matéria) anunciou a próxima atração: o monólogo Um Porto Para Elizabeth Bishop, interpretado por Regina Braga, ganha nova temporada a partir do próximo dia 13.

Escrito por Marta Góes e dirigido por José Possi Neto, o espetáculo fala sobre a poetisa norte-americana que ganhou o Pulitzer de poesia (1956) com um livro escrito quando morava no Brasil. A montagem da peça conta com 10 anos de distância. De 2001 pra cá, cresceu aqui no Brasil o prestígio da autora, que foi casada com a brasileira Lota Macedo Soares, urbanista autodidata responsável pela obra do Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro. Intelectual, Lota era amiga da elite e de políticos – foi coordenadora geral de obras na gestão do governador Carlos Lacerda.

Ficha técnica – De Marta Goes. Direção de José Possi Neto. Assistente de Direção:Mônica Sucupira. Com Regina Braga. Cenógrafo: Jean Pierre Tortil. Iluminador: Wagner Freire. Trilha Sonora: George Freire. Figurinista: Lu Pimenta. Visagismo: Fabio Namatame. Direção de Produção: Brancalyone Produções Artísticas (Edinho Rodrigues e Elza Costa). Realização: Ágora Produções Teatrais e Artísticas. Assessoria de Imprensa Arteplural Comunicação.

UM PORTO PARA ELIZABETH BISHOP – Estreia dia 13 de maio, às 21 horas, no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Metrô Consolação.Temporada: sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Até 26 de junho. Bilheteria: (11) 3170-4059      . De segunda a sábado, das 14 às 21 horas e aos domingos e feriados, das 12 às 20 horas. Ingressos à venda pela Internet: www.teatroevaherz.com.brouwww.ingresso.com.brVendas/Call-center: 4003-2330. Ingressos– R$ 40,00 (sexta) e R$ 50,00 (sábado e domingo). Compras pelo sistema da ingresso.com, funciona da seguinte maneiraCall-center:(adicional de 20%) Inteira: R$ 60,00 – Meia: R$ 30,00. Internet: (adicional de 15%) Inteira: R$ 57,50 – Meia: R$ 28,75. Os ingressos são retirados na bilheteria do próprio teatro. Formas de pagamento: dinheiro e todos os cartões de débito e crédito – não aceitam cheque.Classificação etária: a partir de 14 anos. Duração: 70min. Capacidade do teatro:166 lugares.

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15/01/2010 - 03:20

Jogo entre Majestades volta a São Paulo

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Maria Stuart (Isabel Teixeira) e Elizabeth I (Georgette Fadel) duelam em peça

Maria Stuart (Isabel Teixeira) e Elizabeth I (Georgette Fadel) duelam em peça

Depois de uma temporada lotada na Unidade Provisória do SESC Avenida Paulista, entre 2008 e 2009, seguida por apresentações por 35 cidades, somando 100 apresentações, o espetáculo Rainha [(S)] – Duas Atrizes em Busca de Um Coração, dirigido pela Majestade Cibele Forjaz (Um Bonde Chamado Desejo, Vem-Vai – O Caminho dos Mortos, Raptada Pelo Raio, entre outros), volta a São Paulo para curtíssima temporada no Tucarena, a partir deste sábado (16), 21h.

O ponto de partida de Rainha [(S)] é a obra-prima de Schiller, Maria Stuart (cuja versão original, protagonizada por Júlia Lemmerts e Lígia Cortez, pôde ser conferida no Teatro SESC Anchieta), mas apenas as rainhas rivais, Elizabeth I (Georgette Fadel) e Maria Stuart (Isabel Teixeira, Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, edição de 2008, como Melhor Atriz), enfrentam-se nessa arena em que o poder é o centro de todos os medos, de todos os desejos, de toda máquina do opressor versus oprimido.

Presa há 20 anos na corte inglesa e, agora, condenada à decapitação por votação unânime na Câmara dos Lordes e Câmara dos Comuns da corte inglesa, Maria Stuart realiza na ficção o que nunca consegui na realidade: encontrar-se com a rainha Elizabeth I. Além do encontro criado por Schiller, Rainha [(S)] utiliza o recurso metalingüístico, ou seja, as atrizes que interpretam as rainhas narram as partes não encenadas da trama, desnudam os truques utilizados em cena, como o talco que embranquece os cabelos de Maria, sem, no entanto, perder o vigor encantatório em cenas dialógicas ou nos monólogos plenos de lirismo e auto-questionamentos. Leia mais »

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