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11/05/2011 - 15:25

“Pessoa difícil é pleonasmo”

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Suely Franco e Tuca Andrada em "Seis Aulas de Dança em Seis Semanas"

Essa é apenas uma das brilhantes observações que Richard Alfieri, autor da peça Seis Aulas de Dança em Seis Semanas, apresenta nesse espetáculo imperdível, que consegue atingir o coração da plateia, em cartaz no Teatro Renaissance às sextas, sábados e domingos.

Como se não bastasse o texto maravilhoso e moderno, quem está no palco são dois super atores: Suely Franco (repetindo o talento que a caracterizou, inclusive em Recordar é Viver, sucesso teatral do último semestre) como Lily e Tuca Andrada (com o carisma de sempre como pode ser visto em O Rei e Eu, do Jorge Takla) como Michel, os dois  arrasando. Leia mais »

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06/01/2011 - 18:01

Falabella volta com “A Gaiola das Loucas” e solta o verbo em entrevista exclusiva

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

Esbanjando simpatia e alto-astral, o ator, autor e diretor Miguel Falabella concedeu entrevista exclusiva em que tece alguns pontos marcantes de sua trajetória, fala sobre A Gaiola das Loucas, superprodução musical que volta ao Teatro Bradesco hoje, e se entusiasma ao falar sobre seu novo projeto: a adaptação musical de Memórias de um Gigolô.

Michel Fernandes – No excelente livro Isto é Besteirol: O Teatro de Vicente Pereira, de Luís Francisco Wasilewiski (Coleção Aplauso), você aparece como um dos autores do movimento denominado “Teatro Besteirol”, mas você não gosta do substantivo. Por quê?

Miguel Falabella – O título besteirol não traduz efetivamente o que foi esse movimento que aconteceu no mundo inteiro (na década de 1980). Em Madri houve a Movida Madrilena, o Ridiculous Theater em Nova York, mas aqui chega como uma coisa detratora, que deseja colocar o teatro pra baixo, e é preciso pensar sobre isso, porque não se sabe o motivo do teatro ser tão maltratado nesse país. Não gosto do termo besteirol e considero aquele, um momento de vital importância para o teatro brasileiro.

Michel Fernandes – No documentário sobre o Dzi Croquettes (grupo de teatro-dança da década de 1970) há um consenso de como eles influenciaram o Besteirol (inclusive a musa do Dzi Croquettes, a atriz Duse Nacarati, foi, também, a musa do Besteirol). Como se deu isso?

Miguel Falabella – O Dzi Croquettes era a transgressão, e a transgressão era o que pautava o besteirol. Não era apenas a subversão dos temas. Na primeira peça que fiz com Guilherme Karam, Eu Viverei Amanhã, de Vicente Pereira, em que fazíamos duas existencialistas francesas, falávamos quase metade da peça em inglês.

Michel Fernandes – Qual o diferencial que podemos Leia mais »

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29/04/2010 - 10:48

Zé Celso e Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona esquentam os motores para o Festival Dionisíacas em Viagem

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

TANIKO abre o FESTIVAL DIONISÍACAS EM VIAGEM

Com espetáculos e oficinas, o grupo Oficina Uzyna Uzona, liderado por José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso, esquenta os motores a partir de hoje com apresentações – apenas duas semanas – das peças que compõe o repertório do Festival Dionisíacas em Viagem que percorrerá oito estados brasileiros, sendo a primeira delas Taniko, um clássico do nô japonês, com abela interferência “bossa-nova”, dada por Zé Celso.

Será a primeira turnê, em mais de 50 anos de Oficina, em viagem com quatro espetáculos de seu recente repertório – Taniko, Bacantes, Cacilda!! – Estrela Brazyleira à Vagar e O Banquete de Platão – em que o Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona e oficinas de troca. Leia mais »

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07/04/2010 - 19:37

Cia. Elevador de Teatro Panorâmico completa 10 anos e traz novidades

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Michel Fernandes, Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros". foto de João Caldas

Faz algum tempo que o teatro paulistano solidifica a forma de pesquisa de linguagens de grupo. Um pouco do fenômeno deve à exemplar estrutura da Cooperativa Paulista de Teatro que aglutina, com eficiência indiscutível, os coletivos de modo que viabilizem suas situações jurídico-administrativas; a Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura, também é um ganho fundamental para a classe artística, esse é o caso da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, agraciada pela Lei, que comemora sua primeira década com re-estreia, estreia, lançamento de livro e a inauguração do Espaço Elevador.

Nesta quinta-feira (9), 16h, com a re-estreia de A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros, de Peter Handke, de graça, no Parque da Luz, que traz 300 personagens à cena, sob a interpretação de 16 atores, que não falam absolutamente nada. Mais de mil peças de roupas e 300 adereços são usados para compor os 300 personagens. Leia mais »

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07/04/2010 - 13:49

Veja as fotos da peça A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros

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Com direção de Marcelo Lazaratto e texto de Peter Handke, a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico abre seus dez anos de comemoração no Parque da Luz nesta quinta-feira (8), 16h.

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A HORA EM QUE NÃO SABÍAMOS NADA UNS DOS OUTROS– Re-estreia dia 9 de abril, sexta-feira, às 16 horas, no Parque da Luz (pré-estreia dia 8 de abril às 16 horas). Autor – Peter Handke.Direção – Marcelo Lazzaratto. Tradução – Christine Röhrig.Assistente de Direção – Wallyson Mota. Elenco – Ademir Emboava, Carolina Fabri, Gabriel Miziara, Juliana Pinho, Marina Vieira, Pedro Haddad, Rodrigo Spina, Carolina Caetano, Guto Nogueira, Maria Laura Nogueira, Carla Kinzo, Daniela Alves, Joao Gabriel Manetti, Lucas Horita, Mauricio Schneider e Rita Gullo.Trilha Sonora Original – Fernando Mastrocolla. Iluminação – Wagner Freire. Figurinos – Mariana Calazans. Direção de Produção – Henrique Mariano. Fotos – João Caldas. Apoio – Goethe-Institut São Paulo e Parque da Luz. Duração – 90 minutos. Espetáculo recomendável para maiores de 16 anos.Temporada – Quintas e sextas-feiras às 16 horas e sábados e domingos às 16 horas e 19h30. GRÁTISAté 18 de abril.

Projeto contemplado pelo Programa de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo.

PARQUE DA LUZ – Praça da Luz s/nº – Bom Retiro (próximo a estação Luz do metrô). Telefone: (11) 3477-7732. Acesso para deficientes físicos. Capacidade – 300 lugares.

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