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03/02/2012 - 20:48

É de morrer de rir!!!!!

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Parlapatões fazem rir com resumo de Shakespeare

SÃO PAULO – De Shakespeare pouco mais do que o título de uma das peças – a mais engraçada –, PPP@WllSkspr.br h que está em cartaz comemorando os 20 anos de farra dos Parlapatões e seus fãs. Sem dúvida há algumas frases do Bardo, cujas melhores obras são os dramas. Felizmente, porque se é um autor que influenciou todo o teatro até os nossos dias, certamente não foi bom comediógrafo e sem dúvidas nem precisava ser.

Os três atores, Hugo Possolo, Raul Barreto e Alexandre Bamba estão arrasando, como sempre. A sensação é a de que se assiste a uma improvisação constante e surpreendente até para eles mesmos. Maravilhoso. É claro que essa sensação é uma ilusão do público graças à, como sempre irretocável, direção de Emílio de Biasi e ao carisma dos atores que, vez por outra, englobam parte ou todo o auditório na performance. Imperdível. Leia mais »

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27/12/2011 - 15:36

Razões Inversas celebra 21 anos apresentando seu repertório

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Agreste" - Cia. Razões Inversas

SÃO PAULO – Uma das mais premiadas companhias teatrais do Brasil, a Cia. Razões Inversas, criada pelo diretor Marcio Aurelio e pelo ator Paulo Marcello, celebra seus 21 anos, ou seja, sua maioridade, apresentando quatro espetáculos de seu repertório que marcaram a trajetória da companhia. A partir de 07 de janeiro, o Espaço Parlapatões receberá as montagens A Bilha Quebrada, Agreste, A Ilusão Cômica e Anatomia Frozen. Os espetáculos serão apresentados até o dia 24 de março, com sessões sempre de terça a domingo.

Mostra

No mês de janeiro, o palco dos Parlapatões receberá os espetáculos durante a semana da seguinte maneira: Agreste, terças e quartas (21h); A Ilusão Cômica, quintas e sextas (21h) e aos sábados (21h) e domingos (20h), A Bilha Quebrada. Já Anatomia Frozen será apresentada aos sábados, à meia-noite.

Marcio Aurelio (centro) e elenco "A Ilusão Cômica" foto Denise Braga.

A partir de fevereiro, até o final da mostra, haverá uma mudança na grade: Agreste e A Bilha Quebrada passam a ter uma única sessão por semana, terças e quartas, respectivamente, e A Ilusão Cômica será às quintas e sextas (21h). Nesse mesmo período, a mostra da Razões Inversas divide espaço com os espetáculos dos Parlapatões aos finais de semana, mantendo Anatomia Frozen à meia-noite.

PROGRAMAÇÃO

A BILHA QUEBRADA

Foi o espetáculo que projetou a companhia na cena teatral de São Paulo, em 1993, recebendo três indicações para o Prêmio Shell , uma indicação para o prêmio Mambembe e duas outras para o APETESP. Leia mais »

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27/12/2011 - 13:44

Leia entrevista exclusiva com o cenógrafo Márcio Vinicius

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Márcio Vinícius no cenário de "Hécuba"

SÃO PAULO – Discípulo de Gabriel Villela, com quem trabalha há mais de 10 anos, Márcio Vinicius tem conquistado tanto o mundo artístico como o corporativo com sua recém-inaugurada Mais Cenografia. Em cenários para teatro (HécubaCrônica da Casa Assassinada, etc), empresas (Lojas Marisa e Riachuelo) e eventos (Colégio Vértice), Márcio Vinicius faz questão de trabalhar pela inclusão social. Um dos meninos de seu galpão é ex-presidiário. No passado, preso por tráfico de drogas, hoje é apresentado a uma profissão e aprende a trabalhar com motivação e pró-atividade. Marcio Vinicius também investe na carreira de novos profissionais, sempre contratando recém-formados para a equipe.

Em entrevista exclusiva ao Aplauso Brasil, Márcio Vinicius fala sobre seu trabalho com Gabriel Villela e a Mais Cenografia.

Aplauso Brasil – Como surgiu a parceria com Gabriel Villela?

Márcio Vinicius – No sentido poético nossa parceria surgiu em 2000 ao ver a Ópera do malandro no TBC, quando acabou o espetáculo eu pensei: “Se vim para São Paulo para continuar a fazer teatro, este é o teatro que quero”. No sentido concreto em 2003 quando Gabriel me convidou para fazer o Auto da Liberdade, em Mossoró. Foi uma das experiências mais fantásticas que tive, Gabriel confiou em mim e deu liberdade para trabalhar com os artesãos de Mossoró. Foi uma confiança mútua, e ele só me conhecia por ver meu trabalho no Espaço Cenográfico do Serroni.

AB – Gabriel é um diretor bastante autoral. Como você trabalha a criação da cenografia nos espetáculos dele? Leia mais »

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28/11/2011 - 23:35

Cabaré Stravaganza é instigante experiência sensorial

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

SÃO PAULO – No que diz respeito às experimentações cênicas de grupos consolidados em sua carreira, mas de inquieta investigação de novas formas de se comunicar com seu velho e conhecido público, o Cabaré Stravaganza, d’ Os Satyros, é um dos mais instigantes espetáculos em cartaz por apresentar uma linguagem híbrida – utilizando interpretação performática, dança, artes plásticas-visuais, tecnologia e palavras, cuja verve poético-musical cinde-se com a música – o que dá ao espectador papel de co-criador dessa instigante experiência sensorial.

Sem um enredo calcado na fábula tradicional, o espetáculo não pode ser descrito em sua história, mas, também, não podemos considerá-lo como fruto de dramaturgia fragmentária da qual se vangloriam os pós-qualquer-coisa.

Cabaré Stravaganza funciona como uma sinfonia multidisciplinar com variações sobre um mesmo tema, sendo o tema o universo tecnológico, a cada segundo mais avançado, e as “variações”, as formas como o ser humano se relaciona com ele.

O espetáculo provoca um auto-questionamento que nos segue dias depois, já fora da realidade fictícia do qual o espaço teatral é cúmplice.

O ator Robson Catalunha

Aliás, o limite entre ficção e verdade é um dos vetores da interpretação do elenco, em que a história biográfica de atores como Robson Catalunha é tratada com tal naturalidade que nos deixa  na eterna dúvida a respeito do sobrenome dele, motivo sobre o qual gira boa parte do seu discurso.  O ator cria uma intimidade surpreendente com o público e nos faz refletir sobre as diversas realidades presentes em uma só pessoa. Leia mais »

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01/11/2011 - 16:17

Novelo faz radiografia sobre o homem contemporâneo

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

"Novelo" faz quarta temporada no Viga Espaço Cênico

Com texto de Nanna de Castro e direção de Zé Henrique de Paula, a peça é o reencontro no saguão de um hospital de cinco irmãos após saberem que um homem na UTI pode ser o pai que os abandonou há 20 anos

SÃO PAULO – Em sua quarta temporada (a estreia foi no ano passado), Novelo, em cartaz no Viga Espaço Cênico, surpreende de imediato. O público entra na sala de exibição e os cinco atores já estão em cena; detalhe: todos com agulhas e linha tricotando (literalmente) cachecol, echarpe e blusa. E melhor ainda, com desenvoltura e firmeza!

Só depois de todos se acomodarem e apagadas as luzes da plateia é que a peça de Nanna de Castro tem prosseguimento. São cinco irmãos que aprenderam a tricotar com a mãe e estão no saguão de um hospital público depois de serem chamados porque um homem foi espancado e levado à UTI; esse homem, que tinha no bolso da calça os telefones dos rapazes, pode ser o pai que os abandonou há mais de 20 anos. Leia mais »

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09/10/2011 - 17:28

No aniversariante Espaço dos Parlapatões duas comédias com tutano

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Hugo Possolo atua e dirige "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – É tempo de festa. Esqueçamos, pois, as passagens de recentes montagens  de cunho   “folclórico estético” de diretor da região do Baixo Augusta, um, e de um autor-carrapicho (aquele  que clona os famosos e assina embaixo), outro. Porque a redenção está aí em cartaz com duas comédias de alto gabarito, duas verdadeiras jóias de “humor com tutano”  Ridículos Ainda e Sempre (sábados e domingos) e E O Vento Não Levou (terças e quartas-feiras), ambas no Espaço dos Parlapatões. São comédias para equipes sintonizadas com a inteligência criativa.

Ir ao teatro é um costume de tradição cultural, na qual nós brasileiros ainda engatinhamos, em comparação com a milenar Europa. Daí a oportunidade de recebermos dois espetáculos com os pés fincados no maluco, mas, refinado humor do russo Daniil Kharmas  e no divertidamente comprometido  empenho ético-social do norte-americano Ron Hutchinson. Ambos os autores têm o condão de nos projetar para mundos civilizados  em poucos instantes, provando que para ser “culto” não são indispensáveis maneirismos e provocações  estéticas “folclóricas”. Basta ser sincero, no sentido amplo de pátria, de origem.

LEIAS AS CRÍTICAS DE

RIDÍCULOS AINDA E SEMPRE – HUGO E EQUIPE OUSAM AINDA E SEMPRE

E O VENTO NÃO LEVOU Uma surpresa trazida por ventos agitados

SERVIÇO:

Ridículos Ainda e Sempre. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /. Sábados, 21h, e domingos, 20h / R$ 40 (inteira) / até 23/Outubro

E o Vento Não Levou. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /.  Terças e quartas. 21 horas / R$ 30,00 (inteira) / até 14-Dezembro

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09/10/2011 - 17:14

Uma surpresa trazida por ventos agitados

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Isser Korik

SÃO PAULO – Lida, a sinopse da história de E o Vento  Não Levou soa curiosa. E só. Mas, focalizando os bastidores super isolados e super secretos da famosa filmagem do romance de Margareth Mitchel, E O Vento Levou, o dramaturgo norte-americano Ron Hutchinson  acrescentou toneladas  de reflexões (divertidas) e de observação (aguda)  sobre a Hollywood daquela época (década de 30 do século passado), envolvendo um produtor lendário – David O. Selznick – e sua dedicadíssima e anônima secretária –  um diretor em ascensão – Victor Fleming – e um renomado roteirista, Ben Hecht.

Uma reunião tão agitada quanto explosiva!  Com isso Moonlight  and Magnolias, no original, soa como sempre oportuna homenagem  ao humor anárquico dos Irmãos Marx, insuperáveis até os dias de hoje, pobres desses piadistas da, Stand-up Comedy brasileiros que assolam os palcos paulistas… Leia mais »

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09/10/2011 - 16:58

Hugo e equipe ousam ainda e sempre

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Parlapatões comemora aniversáriode seu Espaço com "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – O nonsense do russo Kharmas ganha perfeita sintonia com o surrealismo  que tem sido, desde seu começo, marca maior do jogo circense do grupo Parlapatões . Uma sucessão hilária de esquetes com personagens em situações inusitadas, remete-nos ao mundo dúbio do confronto entre real e o onírico, como em nossas cotidianas vidas. Porque a vida é sonho, já assim disse mais de um autor, além de Calderón de La Barca.

No elenco, pequeno, porém de vigorosa múltipla participação temos um Hugo Possolo incorrigível – e corrigir o quê e por quê? –não dando margem para momentos mortos, improváveis de invadirem um palco onde esteja o excepcional comediante. Raul Barreto faz, de forma personalíssima, o gênero clown estóico, que fez a imortalidade do comediante do cinema mudo de Hollywood,  Buster Keaton. A versátil Jacqueline  Obrigon mostra-nos , sem desnecessários esforços, como se consegue ser versátil sem cair no estereótipo. A jovem atriz Abhiyana e Hélio  Portes, figura costumeira nos momentos de anárquica sátira, completam   o elenco. Leia mais »

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26/09/2011 - 18:08

As Cegas: misto de dança e teatro discute a mortalidade

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

"As Cegas" em cartaz no Viga Espaço Cênico, quartas e quintas

Com texto e direção de Cláudia Maria de Vasconcellos, o espetáculo faz uma sátira ao mundo tecnológico de hoje e como o homem ainda não sabe lidar com a morte. No elenco, Gil Grossi, Neca Zarvos e Vera Bonilha

A morte rondando tanto uma cega como uma psiquiatra, que vive plugada em todos os aparelhos da mais alta tecnologia dos tempos atuais. Esse o mote do espetáculo que se apresenta no Viga Espaço Cênico, As Cegas, texto e direção de Cláudia Maria de Vasconcellos.

O enredo foi criado a partir de estudo e pesquisa do grupo, além de entrevistas com filósofos e psiquiatras sobre a mortalidade. O resultado é um espetáculo com poucas palavras, que são substituídas por gestos, dança e pantomima.

Como em CataDores (em cartaz no Teatro Eva Herz), Cláudia retoma o tema da morte e a incapacidade do homem de lidar com ela. Se naquele texto eram dois palhaços que questionavam o cotidiano rotineiro, a repetição de atos e sentimentos (viver é estar à espera da morte?), em As Cegas a autora personifica a morte. Leia mais »

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28/06/2011 - 23:28

O Idiota chega ao Rio de Janeiro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

Um espetáculo do porte de O Idiota, a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski, sob direção de Cibele Forjaz, cuja estreia no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, será nesta quarta-feira (29), às 17h30, merece uma reflexão crítica a sua altura. Mesmo sem conseguir abranger todos os pontos da obra cênica, opto pela divisão em duas partes da critica.

Um monumento a Dostoiévski – Parte 1

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

Ficha Técnica resumida

Direção: Cibele Forjaz
Texto: Fiódor Dostoiévski
Cenário: Laura Vince

Trilha Sonora: Otávio Ortega
Elenco: Aury Porto, Fredy Allan, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Luís Mármora, Sergio Siviero, Silvio Restiffe, Sylvia Prado, Vanderlei Bernardino
Indicação:
Maiores de 14 anos

O Idiota

Espaço Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1.088. Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Tel. (21) 2274-=7012. 70 lugares. Segundas e terças-feiras, espetáculo completo com dois intervalos (duração de 6h30), às 17h30. Sábados (Parte 1), 17h30, e domingos (Parte 2 e 3), 17h30.R$20 a R$60. http://oidiotateatro.blogspot.com/

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